LIMPEZA URBANA

Soneca pede força tarefa contra lixo

Vereador falou sobre os perigos da combinação entre chuva e lixo nas ruas de Aracaju

Por Agência de Notícias Alese
19 maio 2017, 12h34

Preocupado com as fortes chuvas que atingem Aracaju, o vereador Palhaço Soneca (PPS) usou a tribuna da Câmara Municipal de Aracaju (CMA) para cobrar aos órgãos municipais uma ação mais eficiente para recolhimento do lixo, retirada de entulhos e cascalhos, além da limpeza de canais na zona oeste da capital. “Sei que a cidade inteira sofre com este problema, mas a periferia sofre ainda mais. Precisamos que a Prefeitura monte uma força tarefa manhã, tarde e noite e até nos fins de semana. Ora, a novela do lixo já acabou! Torre e Cavo são as empresas responsáveis
pela limpeza da capital, portanto, que comecem a trabalhar, sobretudo
nos bairros mais pobres”, destacou.

Ainda durante Sessão Ordinária, o parlamentar exibiu vídeos e fotografias de canais transbordados e que levam sujeira e doença aos moradores de comunidades carentes. Ele reclama de um canal que não recebe limpeza desde a gestão de João Alves Filho.

Soneca reconhece que a população também contribui com o acúmulo de lixo nas ruas, o que aumenta o número de insetos na região. “Mesmo assim não podemos tirar responsabilidade da Prefeitura de Aracaju”, falou.

A chuva dos últimos dias tem piorado a situação da comunidade. Moradores têm perdido móveis e eletrodomésticos com a invasão de água nas casas e está situação preocupa o vereador Palhaço Soneca.

“Em quatro meses de gestão, fiz várias indicações de limpeza ruas e canais na capital, especialmente no bairro Olaria. Algumas delas foram atendidas; outras ainda não. Por isso faço um apelo ao presidente da Emsurb, Luiz Roberto, para que realize ações mais eficientes, pois o povo aracajuano não aguenta mais sofrer”.

Além do lixo, a invasão de ratos, baratos e principalmente mosquitos causa um tormento à população. O próprio vereador confessa que sofre dia e noite dentro de casa. “Toda noite é um sofrimento no bairro, inclusive eu mesmo sinto na pele, pois continuo morando na comunidade. Se a gente vira para um lado a muriçoca pica; se vira para o outro a muriçoca soca. Fica difícil de dormir. Haja repelente dos pés à cabeça”, concluiu.