Aparte
Estância já tem seis pré-candidaturas meio que postas à Prefeitura
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Márcio Sousa: um no pacote dos seis

A sucessão municipal de Estância de 2020 deve ter bem mais candidatos que a de 2016 – pelo menos o número de pré-candidaturas já supera às de quatro anos atrás, quando disputaram Gilson Andrade, Carlos Magno, que tentava a reeleição e perdeu, Márcio Sousa e Titó, que pode ser considerado uma espécie de “café-com-leite”, dada à pouca expressividade eleitoral dele. Obteve apenas 201 votos diante de 9.556 de um Márcio ficado em terceiro lugar.

Mas hoje já são tidos como nomes no páreo para 2020 seis nomes: o próprio Gilson, sem partido, que pode tentar a reeleição; Márcio Sousa, PSOL, como uma bola bem cantada; o ex-vereador Dominguinhos, PT; a militante social Suely Barreto, Cidadania, o vereador e presidente da Câmara André Graça, PP, e ele, o Titó.

Pode haver outras variantes aí. O que se diz em Estância é que se a harmonia entre Gilson Andrade e o ex-prefeito Ivan Leite não prevalecer, com a repetição da chapa Gilson-Adriana Leite, o próprio Ivan pode ir à disputa da Prefeitura num embate com o atual gestor e um aliado hoje meio duvidoso. O vereador Sérgio da Larissa, PSD, já foi visto como um pré-candidato, mas hoje é carta fora do jogo.