Aparte
Breno Silveira: “O PC do B foi desleal comigo e com minha candidatura”
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Breno Silveira: farinha no ventilador do PC do B

Quem vai tirar com o gancho? Esta aí acima é a opinião revelada com exclusividade por Breno Silveira à Coluna Aparte para justificar a sua desfiliação do PC do B, partido pelo qual concorreu ano passado ao mandato de deputado estadual e chegou perto de se eleger.

Não se elegeu, admite Breno com a frase a Aparte, por causa dessa “deslealdade” assumida do partido. Nesta segunda-feira, o empresário Breno Silveira mandou um ofício seco, sem mesuras, à Executiva Estadual do PC do B de Sergipe, anunciando que estava fora.

No texto, Breno foi tão afetivo e emotivo quanto uma lâmina de isopor. Não disse nadíssima de nada. Apesar que ia embora. Mas, provocado por esta Coluna, ele desceu da torre e sapecou: “Depois de o Partido não cumprir com nada prometido na minha filiação, não existia clima pra permanecer. O partido foi pressionado e depois até ameaçado em não me deixar eleger, palavras dita hoje por Bittencourt”, disse ele.

O Bittencourt aí é o professor Antonio Bittencourt, vereador de Aracaju pelo PC do B e presidente estadual desse partido, a quem Breno mandou o ofício desidratado. Que história é essa, hein Bittencourt?

“O partido foi desleal comigo e com minha candidatura. O prefeito Edvaldo Nogueira só pensou em sua reeleição em 2020”, completou Breno Silveira. Que história é essa, hein Edvaldo Nogueirinha?

No entorno de Breno Silveira um fato deve ser reconhecido sem mungangas: em primeira candidatura, ele trabalhou feito um burro de cargas e obteve mais votos do que sete dos 24 deputados que se safaram eleitos. Obteve 19.875 votos. Teve gente eleita com 14.216 que chegou lá.