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Aparte
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Jozailto Lima

É jornalista há 37 anos, tem formação pela Unit e é fundador do Portal JLPolítica. É poeta.

Classe política rechaça operação da PF contra HCamp e sai em defesa de Edvaldo
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O governador Belivaldo Chagas é um dos signatários da carta de apoio a Edvaldo Nogueira

Aliados políticos do prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, PDT, manifestaram apoio a ele na manhã desta quinta-feira, 9, através de uma nota pública diante de atos perpetrados contra a gestão dele e potencializados por opositores, como a busca de documentação sobre a obra do Hospital de Campanha pela Polícia Federal.

No documento, os aliados de Edvaldo Nogueira enalteceram a competência do administrador da capital, dando ênfase ao seu compromisso com a cidade e afirmaram confiar na honestidade dele, a quem definiram como “um político ético, cujo compromisso com a coisa pública sempre pairou acima de qualquer suspeita”.

O grupo também criticou a politização em torno da operação que investiga a construção do Hospital de Campanha, e diz que ela foi transformada “num factoide midiático destinado a interferir nas eleições municipais de 2020”.

5c147d63b490da28Luciano Bispo, presidente da Alese: “A política não deve ser um instrumento da indignidade”

O documento é assinado pelo governador Belivaldo Chagas, pelo ex-governador Jackson Barreto, pelo presidente da Assembleia Legislativa, Luciano Bispo, pelo vice-presidente da Assembleia Legislativa, Francisco Gualberto, pelo presidente da Câmara Municipal de Aracaju, Nitinho Vitale, pelos deputados federais Fábio Mitidieri, Fábio Henrique, Fábio Reis, Gustinho Ribeiro, Laércio Oliveira e João Daniel, além de deputados estaduais e vereadores. 

Intitulada “A política não é um instrumento da indignidade”, a carta aponta a lisura com a qual o Hospital de Campanha foi construído, destaca que a Prefeitura de Aracaju já havia encaminhado cópias da documentação de todo o processo ao Ministério Público Estadual e Tribunal de Contas, sendo analisadas e arquivadas pelos órgãos de controle, e enfatiza que todos os questionamentos expostos na investigação possuem respostas técnicas, já apresentadas pela gestão municipal.

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“Em toda a sua trajetória, tanto política quanto administrativa, Edvaldo tem se mostrado um gestor competente e operoso, que em 2017 encontrou uma Aracaju paralisada e endividada, e foi capaz de reconstruir a cidade, reorganizando a administração, normalizando serviços e realizando obras importantes para o avanço da cidade e o bem estar dos aracajuanos. Acima de tudo, Edvaldo tem se mostrado um político honesto, ético, cujo compromisso com a coisa pública sempre pairou acima de qualquer suspeita em suas gestões como vereador, vice-prefeito e prefeito de Aracaju”, destacam os políticos, na carta.

Eles prosseguem: “É com estranheza e indignação que vimos a realização da operação protagonizada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União contra a Prefeitura, uma vez que toda a documentação solicitada já tinha sido enviada à CGU, o que torna evidente a falta de necessidade e os objetivos nitidamente políticos de tal ação. O Ministério Público Estadual já tinha examinado todo esse material e não viu nenhum indício de irregularidade no processo de licitação e construção do HCamp. Ao contrário, a documentação confirmou o que a trajetória de Edvaldo sempre deixou claro: um processo limpo, correto, transparente, guiado pela necessidade de salvar o máximo de vidas e pelo mais estrito respeito à coisa pública e ao dinheiro do povo aracajuano”.

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USO POLÍTICO

Sobre a politização na operação, o grupo destaca que “chama a atenção o fato dos questionamentos especulados, à guisa da investigação, terem saltados diretamente da pauta produzida e assinada por partidos da oposição, que já escalaram seus candidatos à tentativa de suceder o atual prefeito. Diante de tudo isso, é impossível não ver o uso político que se faz dessa operação, transformando-a num factóide midiático, destinado a interferir nas eleições municipais de 2020”, detectam os signatários da carta.

Os aliados de Edvaldo também ressaltam que todos os questionamentos expostos na investigação possuem respostas técnicas, amparadas na ética e na lisura do processo de construção do Hospital de Campanha. Por isso, para eles, “não é apenas desrespeito ao povo sergipano, mas às centenas de vidas que apesar de todos os esforços do município e do estado não puderam ser salvas, e ao sacrifício dos milhares de profissionais de saúde que, diariamente, arriscam suas vidas para enfrentar esse vírus terrível”.

3a06cd7d17904189Nitinho Vitale e parte dos vereadores de Aracaju: “É com estranheza e indignação que vimos a realização da operação protagonizada pela Polícia Federal”

Ainda na carta, os políticos avaliam “como um exemplo da deterioração do senso cívico e do respeito às pessoas por parte de grupos políticos que, indiferentes ao sofrimento causado pelo coronavírus e pela crise social e econômica que ele vem causando, tenta, sob o manto falso do combate à corrupção, apenas fazer política com a pandemia”. “Isso é inaceitável. O que Aracaju, Sergipe e o Brasil precisam agora é de respeito ao cidadão e aos verdadeiros sentidos e funções das instituições nacionais, tão aviltadas na presente quadra, e de compromissos superiores com o bem público. A política não deve ser um instrumento da indignidade”, reforçam.

Nota de Apoio é assinada pelo governador Belivaldo Chagas, pelo ex-governador Jackson Barreto, pelo presidente da Assembleia Legislativa e deputado estadual, Luciano Bispo, pelos deputados federais Fábio Mitidieri, Fábio Henrique, Fábio Reis, Gustinho Ribeiro, Laércio Oliveira e João Daniel, pelos deputados estaduais Francisco Gualberto, Adailton Martins, Goretti Reis, Ibrain Monteiro, Jeferson Andrade, Maísa Mitidieri e Vanderbal Marinho, pelo presidente da Câmara Municipal e vereador, Nitinho Vitale, além dos vereadores Bigode do Santa Maria, Gonzaga, Manoel Marcos, Fábio Meireles, Isac Silveira, Jason Neto, Juvêncio Oliveira, Soneca, Pastor Alves, Antonio Bittencourt, Seu Marcos, Thiaguinho Batalha, Vinícius Porto e Zezinho do Bugio.

Fotos: Ana Lícia Menezes/PMA