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Aparte
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Jozailto Lima

É jornalista com 35 anos de experiência profissional. Antes do Cinform, trabalhou nos jornais Feira Hoje, Tribuna da Bahia, Jornal da Bahia, TV Subaé e Jornal de Sergipe.

Cleptomania de Geddel, Lula, Aécio e da turma de Temer precisa ser varrida
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Geddel Vieira Lima: um péssimo exemplo para o Brasil Lula: acordos espúrios com o coronel da Odebrecht

De todas as safadices desse Brasil corrupto na era pós-PT, a mais hilária e desavergonhada foi a defesa da tese, pelos advogados, da cleptomania – doença que fomenta o roubo – para justificar os R$ 51 milhões da gatunagem do ex-ministro de Michel Temer, Geddel Vieira Lima, encontrados numa série de malas, em espécie, na casa desse ladrão baiano.

Aqui, ó: cleptomania um cacete. O nome disso é roubo mesmo. Roubo qualificado ao Estado brasileiro, aos mais pobres, pelo que Geddel deve pagar com a expropriação de todos os bens amealhados ao longo da vida e terminar o resto dela numa cadeia insalubre, porém bem trancada e segura.

Aliás, Geddel só não. Ele e muita gente que ainda está no poder, muitos dos que passaram por lá e dos que ainda querem voltar. Nada do que foi feito pelo Brasil nestes últimos dois ou três anos de Lava Jato está altura do que o Brasil merece e necessita como corretivo para esta gente.

É preciso ir bem fundo e espremer mais fortemente o carnegão da ferida da corrupção. É preciso cortar sem dor. O depoimento de Antônio Palocci na semana passada deu novas réguas e compassos para isso.

Pela primeira vez, um petista de alta patente – o cara foi ministro de Lula e de Dilma Rousseff – dá as cartas detalhadas do modo geddel de Luiz Inácio Lula da Silva ser e atuar. Ou seja, do modo geddel de Lula da Silva pilhar o Estado brasileiro. Aliás, um modo patenteado e que só o petismo evita ver e consentir.

Não foi pouco o que Palocci disse em juízo ao magistrado Sérgio Moro – embora não o seja por delação premida ainda -, sobre a relação bandida e incestuosa entre Lula e a Odebrecht – o que vale dizer entre Lula e todas as demais empreiteiras que roubaram o erário nacional nos 13 de gestão petista.

Emílio Odebrecht, o mangangão da empreiteira, contou Palocci, acertou diretamente com o ex-presidente uma propina de R$ 300 milhões diretamente para Lula, mais o contrapeso do apartamento tríplex de São Paulo, do sítio de Atibaia, do terreno para o Instituto Lula e uma dinheirama sem-fim por palestras que ele desse. E ainda coube a Lula enquadrar a Dilma Rousseff recém-eleita nos interesses odebrechtianos.

Pelo jeito, não haverá alegação de cleptomania capaz de salvar essa turma. Seja a de Geddel Vieira Lima, seja a do Lula da Silva e todos os seus bacurinhos gulosos do petismo, seja a de Aécio Neves e a dos que permanecem encravados no Governo Temer sugando e sangrando o Brasil. É preciso inventar uma nova casta política.