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Aparte
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Jozailto Lima

É jornalista com 35 anos de experiência profissional. Antes do Cinform, trabalhou nos jornais Feira Hoje, Tribuna da Bahia, Jornal da Bahia, TV Subaé e Jornal de Sergipe.

Eduardo Amorim insinua que Sílvia Fontes pode ser sua candidata a vice
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Sílvia Fontes: seria ela o nome quente de Eduardo Amorim para vice?

O senador Eduardo Amorim, PSDB, pré-candidato ao Governo de Sergipe, tem dito a esta coluna que não vai esperar até o dia 5 de agosto, última data para as convenções partidárias, para que anuncie o nome que falta para fechar sua chapa majoritária, que é o do candidato ou o da candidata à Vice-Governadoria.

E nesta sexta-feira, em conversa com esta Coluna, Eduardo Amorim fez uma declaração que deixou subentendido que a vice candidatura pode vir da esfera do PDT do ex-prefeito de Nossa Senhora do Socorro Fábio Henrique e da deputada Sílvia Fontes, a esposa dele.

“Está tudo encaminhado. Ela só não externou ainda, mas se você pegar a lente e aproximar mais um pouquinho, vai saber de quem se trata. Regule a sua lente”, sugeriu. “É do sexo feminino”, completou o senador Eduardo Amorim. Ele utilizou o pronome ela no sentido de a pessoa.

Mas a Coluna Aparte o instigou no específico: ela seria Sílvia Fontes? Ao que Eduardo Amorim não negou, e disse algo que mais serviu de reforço. “Está muito quente, como se dizia naquela brincadeira de antigamente”, respondeu.

Pegando ponga no clima, a Coluna insiste para que Eduardo Amorim diga, de zero a 10, qual seria a chance de o PDT lhe ser de fato um aliado real na disputa eleitoral. Ele manteve a mesma temática lúdica. “Está muito quente”, respondeu.

O senhor poderia trazer este “muito quente” para um nível de percentual? “Está alto. Quente é nota alta. Frio, é baixa. Pequena”, disse ele, entre risos e meio sibite.

No Governo, na política e na sociedade de um modo geral, a família Fábio Henrique é encarada com muita importância e com uma certa desconfiança no modo de fazer política. Do tipo que é mais gato do que cão.

Ou seja, que não se enrosca nas pernas de aliados facilmente, e faz um jogo de difícil adivinhação do que pensa e quer – como os felinos. De uma espécie que pode ir tanto com o doce quanto com o salgado nas composições eleitorais.

Como Fábio Henrique e Sílvia são livres para fazer as alianças que bem entenderem, só resta aos macros jogadores da partida de sete de outubro - pelo menos os que lhes cobiçam, como Eduardo Amorim, Belivaldo Chagas e Valadares Filho - esperar que eles se auto escalem para o jogo.