Aparte
Reportagem Especial debate assistência a comunidades tradicionais durante pandemia
018e429ec96ba5e3

Comunidades tradicionais estão em situação ainda mais difícil na pandemia 

Marisqueiras, quilombolas, indígenas, costeiras, ribeirinhas, de terreiro, etc. Essas são algumas das chamadas comunidades tradicionais de Sergipe que, seja por seu modo de vida específico ou pelo isolamento habitual, já são invisualizadas comumente e estão ainda mais desassistidas com a pandemia.

Por isso, elas se uniram e formaram o Comitê Sergipano Popular pela Vida, uma entidade criada para dar voz a essas comunidades no debate em torno do enfrentamento à pandemia. “Vimos que os empresários encaminharam ao Governo um plano de retomada. E nós também apresentamos um plano popular, escrito a várias mãos, contando com essa realidade invisível”, define Lídia Anjos, assistente social, mestre em Direitos Humanos e integrante do Comitê.

A Reportagem traz a percepção de representantes dessas comunidades tradicionais, que criticam a falta de políticas públicas e ações que as contemplem nesse momento, e também a versão da Secretaria de Estado da Inclusão Social e Assistência Social, que garante assistência a essas populações.

“Temos concentrado nossos esforços em possibilitar o uso do recurso destinado ao cofinanciamento estadual da Assistência Social em ações de enfrentamento à pandemia, e também no combate mais efetivo à insegurança alimentar de todos os grupos em extrema pobreza”, assegura a secretária Lêda Lúcia.