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Aparte
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Jozailto Lima

É jornalista com 35 anos de experiência profissional. Antes do Cinform, trabalhou nos jornais Feira Hoje, Tribuna da Bahia, Jornal da Bahia, TV Subaé e Jornal de Sergipe.

Geraldo Alckmin aponta cinco pontos que tirariam o Brasil da crise até junho de 2019
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Geraldo Alckmin: pontuando os caminhos para um acerto

O candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin, PSDB, apontou, com exclusividade para a Coluna Aparte, os cinco pontos de atitudes governamentais e administrativas de um eventual Governo dele que tirariam até junho de 2019 o Brasil da crise em que vive.

As melhoras no Pisa - Programa Internacional de Avaliação de Estudantes - e no Ideb - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - seriam a primeira largada dele. Para Geraldo Alckmin, isso geraria “um ganho de produtividade fantástico e permanente no Produto Interno Bruto”.

“Pelo ponto dois, diria que devemos aprimorar a competitividade nacional”, afirmou Alckmin. Para ele, isso aumentará a capacidade de emprego e renda da nação. “E eu diria, ainda, que no aspecto emprego e renda, infraestrutura é fundamental, no que eu insiro água e esgoto. Porque infraestrutura implica empregos. Infraestrutura significa mais BRs, estradas, aeroportos e mais ferrovias e hidrovias”, reforçou.

Na palestra que deu aos empresários sergipanos no evento da Acese, na segunda-feira, 11, Alckmin disse que todas as medidas que reformem o Brasil devem ser propostas ao Congresso Nacional pelo futuro Governo durante o primeiro semestre de 2019, quando o eleito está forte pela quantidade de votos. 

“O problema do Temer é que ele não tem votos no Congresso”, disse ele, durante a palestra. Vale a pena conferir o breve bate-papo entre Geraldo Alckmin e a Coluna Aparte a seguir.

Aparte - O senhor teria como citar cinco pontos básicos capazes de, num eventual Governo seu, tirar o Brasil desta crise e colocá-lo num voo cruzeiro de estabilidade econômica até junho de 2019?
Geraldo Alckmin -
Sim. Eu começaria por investir em educação básica, melhorando a qualidade da que temos hoje nas esferas infantil, fundamental, média e tecnológica. 

Aparte - Isso gera o que de bom?
GA -
Se a gente melhorar o Pisa - Programa Internacional de Avaliação de Estudantes - e o Ideb - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica -, haverá um ganho de produtividade fantástico e permanente no PIB – Produto Interno Bruto.

Aparte – E qual seria o ponto dois?
GA –
Pelo ponto dois, diria que devemos aprimorar a competitividade nacional. Ou seja, devemos tornar o Brasil mais competitivo. Temos que abrir a nossa economia, e isso se faz com uma agenda de competitividade favorável. Temos de fazer disso uma bala de prata com um conjunto de fatores.

Aparte - E pelo ponto três?
GA -
No ponto três, eu coloco a segurança. Daí eu digo: segurança pública, aquela de salvar a vida das pessoas no dia a dia, como fizemos em São Paulo, e a segurança jurídica e institucional, que é parceira da competitividade.

Aparte - E o ponto quatro?
GA -
A saúde. Ela é hoje a principal necessidade da população. Porque tudo isso vai melhorar emprego e a renda. E esse, ao fim de tudo, é o foco. 

Aparte - E finalmente...
GA -
Eu diria que o ponto cinco é o de dobrar a renda do brasileiro, que é a nossa meta. Nós estamos definido é em quantos anos vamos conseguir dobrar essa renda. É preciso ter uma agenda pra isso, e nós teremos. Ponto por ponto, ano por ano. Eu diria, ainda, que no aspecto emprego e renda, infraestrutura é fundamental, no que insiro água e esgoto. Porque infraestrutura implica empregos. Infraestrutura significa mais BRs, estradas, aeroportos e mais ferrovias e hidrovias.

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