Aparte
Opinião - MBL e Brasil200 erram ao atacar Rodrigo Valadares!
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[*] Aristóteles Santos Brito

O crescimento dos movimentos de direita, como MBL – Movimento Brasil Livre - e Brasil200, são notórios e de grande importância no sentido de ajudar o Brasil a sair do buraco em que a esquerda nos colocou. Mas, infelizmente, nesta caminhada, estão ocorrendo erros de procedência política que precisam ser reavaliados.

Em 2018, os movimentos de direita em Sergipe apoiaram, com toda convicção, o atual senador Alessandro Vieira, que hoje se apresenta claramente com uma forte tendência progressista. Houve também uma grande confusão na administração do PSL, onde também os dois movimentos tinham participação.

E agora os dois movimentos se unem para atacar o deputado estadual Rodrigo Valadares, por supostos erros ditos em uma Entrevista para o jornalista Jozailto Lima. Contudo, o jornalista errou e, inclusive, já corrigiu os erros de traduções da entrevista.

Mas parece que os dois movimentos simplesmente acham que Rodrigo não tem “sangue de direita”.

Minha avaliação é puramente política, com o objetivo único de ajudar os movimentos a repensarem suas estratégias para lograrem ainda mais êxito. Se Rodrigo quer vir defender a visão conservadora e liberal, não poderemos apoiar? Só poderá ser de direita quem fizer curso específico ou treinamento com esses movimentos?

Se Rodrigo quer vir defender nossa pauta, por que não ajudá-lo, ao invés de atacá-lo? Não precisamos de mais pessoas, inclusive jovem, que se posicionem contra a esquerda?

Se o deputado ainda não possui todas as informações sobre o liberalismo ou qualquer outra pauta, é só compartilhar com ele.

Se o MBL e o Brasil200 continuarem com essa falsa sensação de puritanismo intelectual não irão sobreviver por muito tempo.

É preciso coragem e amadurecimento para enfrentar todo o sistema que está aí. Abrir mão de um jovem, que está com um mandato de deputado e com muita vontade de avançar é, no mínimo, ignorância.

Se os movimentos ficarem apenas no campo da crítica, atacando quem quer entrar na nossa batalha, irão jogar fora sua importância e necessidade e ainda serão achincalhados como um movimento apenas eleitoreiro dos seus líderes ou dos seus escolhidos. 

O Brasil precisa dos seus filhos. O máximo deles reunidos. Está na hora de os movimentos construírem um espaço para treinar e recepcionar pessoas que queiram vir para nosso campo, esquecendo o passado e valorizando o presente para salvaguardar o futuro do Brasil.

Como apoiador dos movimentos MBL e Brasil200, espero que a crítica seja recebida como algo relevante e necessário para o crescimento do movimento, para encarar o desafio tamanho que é a prosperidade do povo brasileiro. "A arma dos fracos é criticar os fortes e a arma dos fortes é ignorar os que criticam sem objetivo”.

PS da Coluna Aparte - Caro pastor Aristóteles Santos Brito, não tem pertinência a sua afirmação de que “contudo, o jornalista errou e, inclusive, já corrigiu os erros de traduções da entrevista”.

As impropriedades contidas na Entrevista com o deputado Rodrigo Valadares, pastor, são de autoria exclusiva e unilateralmente do deputado Rodrigo Valadares

Os reparos foram feitos, sim, a pedido dele depois que saíram artigos apontando os erros. Eu, Jozailto Lima, mandei inclusive a cópia do áudio da Entrevista gravada por mim com a pontuação do exato instante em que Rodrigo confunde a Escola Austríaca com a de Chicago no caso de Milton Friedman.

Mas se for necessário, pastor Aristóteles e Rodrigo, eu faço rodar aqui na Coluna Aparte o conteúdo para que se dissipe a dúvida coletivamente, e de uma vez por todas. Onde já se viu erro de transcrição em entrevista ping-pong devidamente gravada?

[*] É pastor do Ministério de Impacto Social Arte da Fé e presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Cultura Cristã - CNDC.