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Aparte
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Jozailto Lima

É jornalista com 35 anos de experiência profissional. Antes do Cinform, trabalhou nos jornais Feira Hoje, Tribuna da Bahia, Jornal da Bahia, TV Subaé e Jornal de Sergipe.

Jackson Barreto contesta os R$ 1,5 bi de André Moura e a forma de Valadares fazer política
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Jackson: sergipanos vão avaliar a minha história 

Se depender de Jackson Barreto, MDB, seus adversários na disputa pelo mandato de senador por Sergipe não devem ter a menor chance com o eleitorado. 

Entrevistado da semana do Portal JLPolítica, Jackson fala, sem papas na língua, porque, na opinião dele, André Moura, PSC, e Antônio Carlos Valadares, PSB, são opções ruins para Sergipe. 

“Essa (os R$ 1,5 bilhão) é a maior mentira de André Moura na história de Sergipe. O desafio a mostrar onde estão esses recursos. Eu nunca vi um blefe, uma mentira tão grande. Valadares só conjuga o verbo na primeira pessoa do indicativo presente: eu, eu, eu”, acusa JB.

Com relação a Valadares Filho, a quem ele chama de “filhinho de papai”, o conceito não muda muito. “Eu nem olho para Valadares Filho como um político que tenha algum projeto na sua cabeça. Ele tem é frases de efeito. Fala no novo, na idade, mas nunca teve uma experiência administrativa, nunca trabalhou na vida”, critica.

Jackson Barreto apareceu na pesquisa Única com 9% das intenções de voto, num segundo lugar, e imputa isso não apenas ao seu mandato de governador - exercido entre dezembro 2013 e abril de 2018 -, mas a toda a sua história política e vida pública. 

“Eu tenho certeza de que o povo sergipano não vai julgar Jackson Barreto apenas por esse mandato de governador, e sim pela história de combatente, de lutador em favor da democracia, de comprometido com os mais pobres”, garante Jackson.

Além destes temas, JB também fala de sua relação com Belivaldo - e sobre o marketing do candidato a governador, que tem o mote de “reconstruir Sergipe” – e Rogério Carvalho. Bem descontraído durante a entrevista, ele esnoba da ala puxada por Ana Lúcia no PT, à qual ele tem na conta da insignificância, e diz que suas referências políticas vão de, no plano local, Leite Neto a, no nacional, Juscelino Kubistchek a Getúlio Vargas, passando, claro, pelo ex-presidente Lula.

A entrevista com Jackson Barreto produz reflexões muito fortes sobre política, administração pública, pessoas e eleições. Esta semana, em virtude do feriado desta sexta, a entrevista que estaria disponível no domingo, 9, a partir das 20h, vai estar a partir do sábado, 8, no mesmo horário.