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Aos 17 anos, Valadares Neto já observa as cenas políticas
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Valadares Neto: atento aos movimentos, mas monitorado pelo pai

Não é incomum que filhos e netos se mirem em pais e avôs na tomada de uma posição perante a vida, sobretudo nas carreiras a abraçar e a seguir. Às vezes, os predecessores nem fomentam a definição. Apenas se servem naturalmente de exemplos, e pronto. E por que na política isso poderia ser diferente?

Nos eventos maiores do PSB, há comumente a presença do adolescente Antonio Carlos Valadares Neto, 17 anos, sempre interessado pela movimentação política. Pelo nome, você já sabe a origem. O pai, Paulo Henrique Sobral, casado com Luciana Dortas Valadares, já identificou a pulsação política do filho.

Acha que, lá na frente, o menino vai se atracar com a atividade política. “Se ele quiser seguir a carreira, eu não poderei fazer nada contra. Ele tem dois grandes exemplos em casa, que são o avô e o tio. Não tenho nada a opor, mas não dou incentivo agora, porque primeiro eu quero que ele se forme. Ele sabe que política não é profissão”, diz Paulo.

Para Paulo Henrique, de tanto ver o avô Antonio Carlos Valadares e o tio Valadares Filho em ação, “não tem como ele não ter vocação política. É o meio”.

“Ele conversa muito sobre política comigo e nos eventos partidários está sempre presente. Não viaja com o avô e o tio porque as agendas não combinam”, diz o pai.

Mas alerta: “O foco dele é o estudo. É se formar”. Completados os 17 anos agora em novembro, ele já estava fazendo Direito desde os 16 numa faculdade de Aracaju. E já tem título eleitoral.