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Jozailto Lima

É jornalista com 35 anos de experiência profissional. Antes do Cinform, trabalhou nos jornais Feira Hoje, Tribuna da Bahia, Jornal da Bahia, TV Subaé e Jornal de Sergipe.

Na Entrevista, Valadares pisa fundo nos calos de André Moura e de Jackson Barreto
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Senador Valadares: Jackson e Belivaldo levaram Sergipe ao fundo do poço (Foto: Agência Senado)

Antônio Carlos Valadares, PSB, é o candidato ao Senado entrevistado desta semana pelo Portal JLPolítica. Considerado por muitos um dos maiores fazedores e conhecedores da política do Estado, ele pleiteia a renovação de um quarto mandato em nome dos benefícios que diz ter trazido e ajudado a trazer para Sergipe.                                       

“As minhas propostas, emendas individuais e de bancada para Sergipe se voltaram para obras de infraestrutura, apoio à saúde e educação no Estado, nos municípios”, afirma o senador Antônio Carlos Valadares, que promete continuar os projetos.

Ele é um dos maiores entusiastas da candidatura de Valadares Filho ao Governo do Estado e explica porque não vê problema na presença de pai e filho na chapa majoritária. “Fui eleito três vezes senador pela vontade da população e Valadares Filho também em eleições diretas, pelo voto livre, graças à sua atuação”, justifica.

E continua: “quem mais pregou esse discurso de pai e filho, por coincidência, foram os meus adversários de plantão, que querem o meu lugar de qualquer jeito”. Ao seu modo bem direto, Valadares vai questionar na Entrevista os quase R$ 1,5 bilhão que o candidato a senador André Moura, PSC, diz ter trazido para Sergipe através de seu mandato de deputado federal.

“André vai levando o barco e o desgaste, certo de que tirará alguma vantagem eleitoral, nem que seja pela promessa de liberação de recursos astronômicos, que, infelizmente, nunca chegarão a Sergipe, pelo menos no montante anunciado por ele de R$ 1.464 bilhão”, critica.

A Jackson Barreto e Belivaldo Chagas, o senador do PSB define como uma dupla que fez “um governo que levou o Estado ao fundo do poço”. “Não tendo o que mostrar, partem para a agressão para ver se mudam o foco da frustração que eles construíram. Eles preferem enveredar por uma linha de discurso radical, populista e mentiroso”, acusa. A entrevista do senador estará disponível no domingo, 16, a partir das 20h. Este Portal recomenda a leitura.