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Jozailto Lima

É jornalista há 36 anos, tem formação pela Unit e é fundador do Portal JLPolítica. É poeta.

NOVA ALESE 22 - Zezinho Guimarães: um deputado de olhos e mente abertos ao empreendedorismo
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Deputado estadual desde 2011, Zezinho Guimarães foi reeleito no ano passado com 28.094 votos

“O meio empresarial é o meu grande pulmão, é o que me oxigena até hoje. Essa questão de gerar empregos me fascina”. Quem diz isso é o deputado estadual José de Oliveira Guimarães, 63 anos, o Zezinho Guimarães, MDB.

Deputado estadual desde 2011, Zezinho Guimarães foi reeleito no ano passado para um terceiro mandato com 28.094 votos, prometendo mais uma vez uma atuação focada no desenvolvimento econômico de Sergipe. “Eu tenho um papel de fomentador. É isso que me move e isso que me faz ser deputado”, enfatiza.

“Sempre me coloco à disposição das entidades empresariais. Procuro ser o máximo sincero e justo nas minhas relações. Procuro ajudar direta e indiretamente quem mais precisa, gerando emprego, condições de vida, ajudando os prefeitos em obras”, relata o deputado.

DIVERSOS CAMINHOS

Com um currículo profissional para lá de exitoso, Zezinho Guimarães tem, de fato, toda uma vida entrelaçada ao mundo empresarial e não viu essa área apenas depois de se fazer parlamentar. Para chegar até aqui, percorreu diversos caminhos.

Filho de Manoel Vieira Guimarães e Belmira de Oliveira Guimarães, Zezinho nasceu em Aracaju, mais precisamente na maternidade do Hospital Cirurgia, no dia 24 de novembro de 1955, vindo de uma família para lá de numerosa.

“Meu pai era conhecido como Nicanor, que foi taxista, que antigamente era motorista de praça, durante 35 anos. Ele ficava entre a Ruas São Cristóvão e João Pessoa. Conhecia a cidade toda e era muito conhecido. Era uma labuta dura”, relata Zezinho.

1cd8fa3d5add5801Zezinho: “eu tinha uma meta: quando fizesse 55 anos iria tentar carreira no legislativo. Exatamente com 55 me elegi”

ORIGEM DOS PAIS

O deputado continua relato sobre o pai: “Meu pai era de Capela e veio para Aracaju com a minha avó em busca da sobrevivência. Meu avô deixou minha avó com seis a oito filhos (não lembra ao certo). Meu pai, desde pequeno, aos nove anos, trabalhava, entregando pão, jornal. Atuava no Armazém Sulamericana. Tinha que batalhar para sustentar os irmãos. Ele era um dos mais velhos”, diz.

Zezinho se orgulha muito do pai, assim como da mãe Belmira. “Minha mãe era de Aracaju, mulher trabalhadora. Girenta. Ela era dona de casa e trabalhava na Prefeitura de Aracaju, na Secretaria de Educação, como auxiliar numa escola lá no Siqueira Campos”, informa - o que fica mais fácil compreender porque o meio empreendedor é o seu “grande pulmão”.

“Minha mãe era tipo bedel. Ia a pé todos os dias à tarde para a escola, pois não tínhamos muitas condições. De manhã, ficava em casa. Ainda assim, vendia coisas, como perfume, joias para sustentar o batalhão de irmãos, complementando renda do meu pai”, relata o deputado.

FAMÍLIA NUMEROSA

Zezinho relata que, ao todo, teve 19 irmãos. “Minha mãe e meu pai tiveram, vivos, 14 filhos”, informa ele, que é o sétimo desses tantos. Mas a família não para por aí. “Com os dois adotivos, foram 16 filhos vivos. Ah, minha mãe tinha uma afilhada que criou como filha. Então éramos literalmente 17”, diz, aos risos.

“Meu pai viajava muito para o interior, levando os clientes. Aí, certa feita, voltando de uma dessas viagens, por volta das 8h da noite, chega com duas crianças pequenininhas que encontrou na estrada, num estado deplorável. Acabou criando esses dois, que cresceram, casaram e seguiram a vida deles”, relata Zezinho.

O casal Nicanor e Belmira criou a renca de filhos no Bairro Industrial. “Toda a minha vida vivi na Avenida João costa, entre a Avenida Simeão Sobral e Coelho e Campos. Ali brincava, tenho amigos...”, informa.

80bbaaff960fc803Na foto, o aniversariante é o senhor Nicanor, pai do deputado - um motorista de praça que sustentou 17 filhos e incentivou Zezinho a estudar

ESTUDOS INICIAIS

Os estudos iniciais de Zezinho foram pela redondeza do Bairro Industrial. “Eu estudava no Grupo Ferraz quando pequeno, depois fui para o Colégio Castelo Branco e o Colégio Tiradentes do professor Uchôa. Eu fazia os dois ao mesmo tempo”, afirma.

A vida como motorista de praça proporcionou ao pai de Zezinho várias e várias vivências com personalidades importantes e, até mesmo, amizades. Esperto, sempre captou-as para o bem dos filhos, principalmente em prol dos estudos.  

“Meu pai se dava bem com o Uchôa numa época em que a escola dele era na Rua Laranjeiras e, por causa de um problema, foi para a casa do doutor Djalma Borboleta, na Avenida Coelho e Campos”, relembra o deputado.

COLÉGIO DE UCHÔA

Depois do colégio de Uchôa, Zezinho foi parar na Escola do Comércio, do Senac. “Meu pai fazia muito trabalho com o pessoal do Banco do Brasil, os agrônomos, aqueles que faziam os acompanhamentos normais de banco, aí conheceu o diretor da Escola do Senac”, informa.

“Eu fiz o exame de admissão e fui estudar lá no Senac. Foi um aprendizado bacana. Era o meu ginásio. Estudei duas séries, porque lá só tinha o que equivale hoje a 6ª e 7ª série”, afirma.

O ensino médio de Zezinho foi no Colégio Castelo Branco e no Atheneu Sergipense. “O meu último ano fiz no Atheneu. Aí, já fiz à noite, porque nessa época fui trabalhar”, diz.

50bbd741dacb662dZezinho em reunião na Federação das Indústrias, ao lado de autoridades, como Albano. No Governo dele, o deputado foi secretário da Indústria

“TRABALHO TARDIO”

Mesmo vindo de uma família numerosa, Zezinho - diferentemente de muitos da época, até mesmo dos irmãos - começou a trabalhar, relativamente, tarde. “Meu pai rigorosamente trabalhava para nos dar alimento – o que nunca nos faltou, graças a Deus -, mas só isso também”, afirma.

“Ele exigia que nós estudássemos. Eu sempre tive essa coisa de estudar. De todos os irmãos, era o que insistia em não trabalhar cedo para estudar. Fui trabalhar um pouco mais tarde. Valeu a pena, não tenho dúvidas”, destaca.

O pai de Zezinho primava tanto pelo futuro do filho que o impediu, até mesmo, de ele ser tornar jogador profissional. “Sempre joguei bola, inclusive, era contemporâneo de Garibalde (deputado estadual, que também gosta de futebol). Quando eu tinha 15 anos jogava futebol de campo. Tínhamos um esporte amador forte, até porque o profissional era qase amador. Eu participava de jogos no campo do Confiança, do Sergipe”, relata

JOGADOR DE FUTEBOL

A coisa era tamanha que até convite de clube profissional de futebol Zezinho recebeu na adolescência. “Certa feita, eu estava num período de férias em Capela, numa fazenda de um amigo de infância, e chegou lá uma pessoa dizendo que o treinador do Confiança queria que eu fosse no campo do azulino, porque tinha uns olheiros de olho em mim”, informa.

Zezinho recebeu convite, inclusive, de time de fora do Estado. “O Santa Cruz de Recife, quando veio buscar Nunes, o famoso Nunes, me fez o convite para que eu fosse também. Time grande, famoso. Mas meu pai, em absoluto, disse que eu não ia, porque eu estava estudando, disse que futebol não era essas coisas e tal”, relata

Muito ligado ao pai, Zezinho respeitou a decisão. “Meu pai, apesar de ter 17 filhos, enxergava em mim algo diferente. Então, digo com a maior franqueza: todo dia agradeço ao meu pai de não ter deixado eu seguir carreira de jogador de futebol. Deixei de ser jogador profissional e me constituí em outra figura que me deixa feliz. Gosto do que sou”, afirma, emocionado.

870e82fe1155f4efZezinho - um grande incentivador do desenvolvimento econômico - visitando uma indústria ao lado do amigo Jackson, até então governador

CARREIRA NOS BANCOS

Na verdade, intuitivamente o senhor Nicanor tinha aquilo que se chama de feeling e sabia o filho que tinha a dar. Aos 18 anos, Zezinho iniciou a trajetória exitosa nos bancos, passando no concurso do Banco Nacional do Norte. “Foi o meu primeiro emprego”, diz.

Tempos depois, Zezinho foi chamado para o Bamerindus, logo em seguida passou no concurso do Banco do Estado de Sergipe – Banese -, onde fez carreira por duas décadas na instituição.

Contudo, mesmo passando no concurso e sendo convocado, Zezinho hesitou, num primeiro momento, a assumir a vaga conquistada no Banco do Estado. “Entre esse intervalo de assumir no Banese e sair do Bamerindus, eu estava na faculdade de Ciências Contábeis na Universidade Tiradentes e fui ser estagiário na Secretaria de Planejamento do Estado”, relata.

ESTÁGIO VALIOSO

Segundo Zezinho, esse estágio lhe deu régua e compasso para mergulhar no mundo do desenvolvimento econômico. Foi uma fase para lá de agitada, onde conciliava trabalho no Bamerindus, estágio e faculdade à noite.

“Foi quando começou tudo mesmo. Tempos valorosos. Era no Governo de Augusto Franco. Foi a minha melhor escola, onde me deu certo conhecimento, uma roda de bons amigos e tudo o mais. E reconhecimento também. Eles me tinham como um excelente estagiário”, afirma, em tom de orgulho.

Em 1977, com um currículo considerável aos 22 anos, quando finalmente foi assumir a vaga no Banese, Zezinho se recusou a ser caixa. “Comecei dizendo ao banco que que não queria ser bancário. Eu praticamente exigi que me contratasse para a carteira de desenvolvimento”, relata.

ÁREA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

“Eu passei no concurso para ser escriturário, mas, como eu tinha uma bagagem grande já, não queria mais ser bancário. Já tinha experimentado isso e não queria para a minha vida”, explica o deputado.

O pedido de Zezinho foi ouvido. “Consegui entrar na área de desenvolvimento. Ali dentro passei mais de 20 anos, exclusivamente para o banco, trabalhando com financiamento a longo prazo e tal”, informa.

Paralelo à vida de bancário, claro, Zezinho constituiu família. Ele é casado há 40 anos com Elda Soares Passos. “Meu primeiro e único casamento. Não pretendo em hipótese alguma casar novamente. Nós dois tínhamos 25 anos quando nos casamos”, diz, aos risos.

B035765f4a53c527Zezinho teve a oportunidade de guiar uma Secretaria de Desenvolvimento Econômico

FAMÍLIA

“A gente se dá bem diante de todas as dificuldades. Tem uma coisa que tenho convicção: eu não me separo dela e ela não se separa de mim”, afirma Zezinho, que teve dois filhos com Elda e são avôs de quatro netos.

“Temos o Lucas, de 30 anos, e a Larissa, de 34. O Lucas tem um filho, o José, e minha filha tem três, a Lara, a única neta mulher, o Eduardo, o do meio, e agora tem um com sete meses, o Davi. Esses meus netos são meus amores. São a minha paixão”, diz Zezinho, um avô derretido.

“Realmente só sabemos o que é o amor verdadeiro quando temos netos, até filhos também. Engraçado que amor de avô suplanta até o de pai, não é? Quando não vejo meus netos, meu coração chega a doer. E não estrago neto não, viu! Pelo contrário”, informa, aos risos.

“Entendo que temos que dar disciplina. Faço isso apesar de ver que a avó quebra de vez em quando. Ela fica dizendo: “você é muito duro””, afirma Zezinho, que se considera um homem feliz, realizado. “Tenho dois filhos maravilhosos, um genro como se fosse meu filho e uma nora que amo de paixão”, informa. 

DIRETOR DO BANESE

Com certeza, as realização e felicidade de Zezinho, além da família, vêm da carreira volumosa no Banco do Estado. “Era um trabalho apaixonante no Banese ver uma empresa nascer, gerar empregos. Enraizei minha vida neste ambiente”, frisa Zezinho.

Ali no banco, ele galgou todos os postos desejados, cobiçados, inclusive de diretor.

“Cheguei à direção do Banese no Governo de Albano Franco, numa fase muito difícil. Mas nós suplantamos isso. Fizemos uma grande reengenharia, ajudado por José Figueiredo, então secretário Fazenda e homem forte do Governo”, afirma Zezinho.

Após chegar ao topo do Banese, Zezinho pediu para sair. “Saí do banco com idade de mais de 40 anos, em 1998”, informa. O afastamento no auge se deu devido a um pedido de Jackson Barreto. “Jackson é meu amigo e guru. Minha vida toda votei nele. Eu era bancário e já o ajudava desde os meus 16, 17 anos. Sempre foi uma figura marcante, presente do ponto de vista de amizade”, destaca.

Jackson pediu a Zezinho para sair do Banese para ajudar na campanha de João Augusto Gama para prefeito de Aracaju, em 1996. “Foi o início da formatação do meu projeto no setor público e político propriamente dito”, frisa.

B9c0fad5135ecf3fPor seis anos, Zezinho Guimarães foi superintendente do Sebrae Sergipe

AMIZADE E LEALDADE COM JACKSON

“Ao fazer o convite, Jackson me disse: “olha, precisamos de você”. Eu admirava e confiava nele. Acreditei. Não tinha essas amizades todas com Gama”, relata Zezinho, que deixou o Banese numa tempo em que Albano e Jackson eram rivais políticos.

“Fui ao govenador junto com o José Figueiredo e ele me disse: “não é possível, sair de diretor de banco?”. Olha, que Jackson e Albano eram adversários, mas ele me entendeu. Veja como era a grandeza de Albano: não fez nenhuma objeção. Ele foi esplendoroso em minha vida”, diz o deputado.

Uma vez fora do Banese, Zezinho ajudou na campanha de Gama, que foi eleito prefeito de Aracaju. Como recompensa, Zezinho ganhou a SMTT para administrar. “Fiquei lá por dois anos. Foi a minha primeira pasta no setor público. Na minha gestão fiz a integração do transporte municipal de Aracaju, Socorro... Implantamos várias linhas. Algo de valor inestimável”, destaca.

SECRETÁRIO DA INDÚSTRIA

Contudo, como nem tudo na política são flores e o jogo do tabuleiro de xadrez se mexe rapidamente, Zezinho se viu obrigado a sair da SMTT. “Houve certo arranhão entre Gama e Jackson, e entreguei a pasta”, afirma.

Quinze dias após sair da SMTT, lá estava Zezinho de volta no Governo de Albano, agora como secretário de Estado da Indústria e Comércio. Albano, com certeza, é um homem que não guarda rancor. “É um homem fantástico. Essa foi a grande sacada”, ressalta o deputado.

“Voltei para a área de desenvolvimento econômico pelos braços de Albano e Figueiredo. Naquela época, a Secretaria era meio incipiente do ponto de vista de atrações. Eu passei quatro anos numa dinâmica fantástica”, relata Zezinho.

48cc4b443fcaa097Durante a gestão de Zezinho, o Sebrae Sergipe foi considerado o melhor do Brasil

PUJANÇA ECONÔMICA

O deputado elenca alguns feitos à frente da Secretaria da Indústria e Comércio. “Foi quando que demos dinâmica na economia, trouxemos empresas. Colocamos a Maratá para BR-101, a Mabel, estendemos o novo prédio da Fabise, a Crown, a Azaleia. Mais de 100 empresas se instalaram”, informa.

Zezinho teve a oportunidade de guiar uma Secretaria de Desenvolvimento Econômico num tempo de plena pujança – diferentemente de hoje. “Foi um período que me deu uma satisfação enorme. Cumpri com o meu dever como secretário”, frisa ele.

O deputado usou, sobretudo, do poderio nacional de Albano, que já foi presidente da Confederação Nacional da Indústria - CNI. “Utilizei muito essa ligação que ele tinha. Tive a expertise. O nome Albano Franco nos ajudou muito a abrir portas. Fiz uma dupla muito dinâmica com ele no que diz respeito à atração de investimentos. Foi um grande aprendizado na minha vida”, afirma.

SEIS ANOS NO SEBRAE

Com o fim do Governo de Albano, Zezinho deu adeus a Secretaria da Indústria, indo, logo em seguida, para o Sebrae - uma entidade comandada por empresários.

“Ainda secretário, eu era do Conselho do Sebrae. Aí, fui elevado a superintendente. Fiquei seis anos lá. Fui trabalhar com um público um pouco diferente. Agora, ao invés das grandes empresas, as pequenas. Mas um período muito bom também. Graças a Deus, na minha gestão o Sebrae foi avaliado como o melhor Sebrae do país”, relata Zezinho.

Após seis anos à frente do Sebrae, Zezinho passou um curtíssimo período no modo sabático. “Ainda assumi dez meses a Funasa, através de Almeida Lima, quando era senador”, diz. Mas, neste período, ele já matutava na mente a carreira como político.

02b4f74e3d4471b6Zezinho sendo empossado na Funasa – graças à indicação do então senador Almeida Lima

LEGISLADOR AOS 55

“Na minha cabeça, eu tinha uma meta: quando fizesse 55 anos iria sair do Executivo e iria tentar carreira no Legislativo. E exatamente com 55 anos me elegi deputado estadual”, relata.

Era um grande desejo de Zezinho virar parlamentar. “Eu sempre convivi nesse ambiente de políticos, amigos, nessa roda toda. E me consagrei, modéstia à parte, um bom executivo”, afirma.

Zezinho afirma que entrou na Assembleia Legislativa de Sergipe - Alese - movido pelo desejo de tentar contribuir como político para o seu Estado. “Ajudar Sergipe a se desenvolver”, frisa.

“EMPRESÁRIO É HERÓI”

O deputado tem uma convicção: “Tudo que a gente faz deságua na política. Não existe solução sem política. Eu passei grande fase da minha vida como executivo, tinha convívio forte nessas questões políticas e via que tudo desaguava na política. O aprendizado no Sebrae me fez enxergar isso mais ainda”, afirma.

Por isso Zezinho se diz presente na Alese com o objetivo de levantar a bandeira do desenvolvimento econômico, do empresariado. “Empresário é herói. É ele que se lança na vida como empreendedor, arriscando com todo o seu patrimônio, usa sua vocação, empregando milhares de pessoas”, destaca.

“Empresário é a mola mestra da nossa sociedade, no meu ponto de vista”, ressalta o deputado. Para ele, empreender é o ponto chave para tirar os sergipanos da crise financeira. “Hoje nós estamos vivendo problemas no Estado, e então pergunto: se não tiver empresário, como o Estado vai viver, arrecadar?”, questiona.