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Aparte
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Jozailto Lima

É jornalista há 36 anos, tem formação pela Unit e é fundador do Portal JLPolítica. É poeta.

Padre Inaldo: “Socorro leva a sério ditado que diz que saúde começa pela boca”
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Padre Inaldo Luis da Silva (à dir.): reconhecimento da ação da saúde

Na noite da última quarta-feira, 27, o Governo Municipal de Nossa Senhora do Socorro ganhou, em Brasília, o Prêmio Nacional CFO de Saúde Bucal, conferido pelo Conselho Federal de Odontologia na categoria dos municípios que possuem entre 100 mil e 500 mil habitantes.

Foram recebê-lo o prefeito Padre Inaldo Luis da Silva e os secretários municipais de Saúde, Enok Ribeiro, e de Comunicação Social, Renato Nogueira. O Prêmio Nacional de Saúde Bucal não caiu no colo de Socorro por capricho ou acidente de percurso.

A gestão municipal da cidade faz por onde merecê-lo. “Em Socorro, nossa gestão leva a sério o ditado popular que diz que a saúde começa pela boca”, avisa o prefeito Inaldo. Tradução disso?

“Nós saímos de 16 mil atendimentos à comunidade no ano de 2016, que foi o último da gestão passada, para mais de 52 mil em 2018. Ou seja, houve um crescimento de mais de 220%”, diz Inaldo. 

Para ele, o Prêmio Nacional de Saúde Bucal “é o reconhecimento do trabalho da gestão da cidade na saúde bucal”. Veja um breve bate-papo entre o prefeito e a Coluna Aparte.

Aparte - Prefeito, o que significa para a gestão municipal de Nossa Senhora do Socorro esse prêmio do Conselho Federal de Odontologia?
Padre Inaldo -
Ah, significa muito. Sobretudo o reconhecimento do trabalho da gestão da cidade na saúde bucal. Reconhece também o investimento que foi feito e a dedicação de todas as equipes de trabalho que fazem uma excelente ação comunitária.

Aparte – Em que situação o Governo de Socorro encontrou a infraestrutura da saúde bucal em 2017?
PI -
Quando nós chegamos aqui em 2017, as maiores notificações do Ministério Público contra a Prefeitura de Socorro nas questões de saúde vinha da área da saúde bucal. Este era o serviço mais deficiente. Nós fizemos o quê? Nós reformamos fisicamente todos os consultórios, compramos 20 consultórios novos no aspecto dos equipamentos e climatizamos todos eles. Ou seja: mudamos o Centro de Especialidade Odontológica - CEO.

Aparte - Como foi a evolução do atendimento?
PI -
Foi impressionante. Nós saímos de 16 mil atendimentos à comunidade no ano de 2016, que foi o último da última gestão passada, para mais de 52 mil em 2018. Ou seja, houve um crescimento de mais de 220%.  E eu queria assegurar aqui que o nosso governo pretende dar continuidade a esta política de bom atendimento à saúde bucal no ano de 2020. Pretendemos melhorar cada vez mais.

Aparte – Caso o senhor venha a ter um segundo mandato de prefeito, essa política de saúde bucal terá continuidade?
PI -
Sem dúvida que daremos continuidade, sim. Em Socorro, nossa gestão leva a sério o ditado popular que diz que a saúde começa pela boca.
 
Aparte – Qual é o corpo de profissionais de saúde da odontologia dedicados a esse projeto?
PI –
Nós temos uma equipe que passa de 50 profissionais. Eu diria que entre as diversas atividades da saúde, a bucal é uma das mais bem colocadas no serviço público de Socorro. E isso não custa muito ao governo municipal. O mais pesado é a mão de obra. Porque o investimento em prédio e em equipamento, mesmo que sejam caros, recompensa pela durabilidade. Eu diria que vale mais inclusive pelo bom retorno que gera para a comunidade.