Aparte
Reportagem Especial debate importância da UFS em seus 50 anos
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UFS: patrimônio acadêmico, intelectual e social de Sergipe

Desde 1968, o Estado de Sergipe tem uma Universidade Federal para chamar de sua. E a UFS, instituição cuja excelência em muitas áreas é reconhecida em toda a Região Nordeste, mudou não apenas o segmento educacional do Estado, mas todo o cenário econômico e social também.

E este é exatamente o tema da Reportagem Especial desta semana do JLPolítica: a relevância da Universidade Federal de Sergipe para o avanço do Estado. Avanço em diversas áreas, diga-se de passagem, já que o conhecimento adquirido lá foi e é reverberado em toda a sociedade.

Prova disso são os grandes nomes sergipanos que estudaram na UFS e tiveram notoriedade em suas áreas de atuação, a exemplo do ex-governador de Sergipe, Marcelo Déda; de Cézar Britto, advogado e ex-presidente da OAB; de Clovis Barbosa, conselheiro do TCE; de Jackson Barreto, Maria do Carmo Alves, Albano Franco...

Some-se a esses, os mais 29.290 alunos que hoje estão matriculados na UFS nos diversos campi do Estado. Aliás, nessas cinco décadas, a Universidade Federal de Sergipe – UFS – encampou uma eficaz ação de interiorização e hoje conta com campus em diversas regiões de Sergipe. 

“Saímos de uma Universidade com poucos cursos, poucos professores e poucos alunos, para uma instituição que foi se agigantando ao longo dos anos”, afirma Ângelo Roberto Antoniolli, doutor em Farmacologia e reitor da UFS.

Na última semana, a instituição, que completou 50 anos de este ano e que ainda realiza atividades em alusão a eles, foi o centro de algumas discussões durante a reunião da bancada sergipana em Brasília para definir a destinação de emendas parlamentares para 2019. Levou – ou melhor, trouxe – uma emenda impositiva de R$ 20 milhões e, certamente, ampliará seu alcance acadêmico, econômico e social – e isso não tem preço. A Reportagem Especial estará disponível no domingo, 4, a partir das 20h.