Aparte
Gaúcho Rubens Fulber, da Caixa, recebe Título de Cidadania Sergipana
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Momento solene: entre os deputados Garibalde Mendonça e Luciano Pimentel, e observado por Marco Queiroz, Fulber bota a mão na cidadania sergipana

O administrador e gerente regional de Construção Civil da Caixa Econômica Federal de Sergipe, o gaúcho Rubens Fulber, recebeu na tarde desta segunda-feira, 26, da Assembleia Legislativa de Sergipe, o Título de Cidadão Sergipano. A autoria foi do deputado Luciano Pimentel, PSB.

Segundo Fulber - pronuncia-se fiúber -, o sentimento foi de muita felicidade para a toda a família, por ser um sergipano de fato e ter a alegria de se tornar um sergipano de direito ao receber o Título.

“Estou em Sergipe há 14 anos e sou grato pela gentileza do deputado Luciano Pimentel, nosso eterno colega que fez um grande trabalho quando esteve à frente da Caixa Econômica Federal do nosso estado e tivemos a felicidade de trabalhar juntos e desenvolver boas ações”, disse Fulber.

A sessão especial foi presidida pelo vice-presidente da Alese, deputado Garibalde Mendonça, MDB, e contou com as presenças dos deputados Luciano Pimentel e Georgeo Passos, Rede, e a deputada Maria Mendonça; Marco Queiroz, superintendente da Caixa em Sergipe; o presidente do Creci Sergipe, Sérgio Sobral, o presidente da Ademi, Henrique Côrtes, o assessor institucional do Exército em Sergipe, coronel Roberval Leão, o defensor público Rodrigo Cavalcante Lima, além de empresários da construção civil, familiares, colegas de trabalho e amigos de Rubens Fulber.

A seguir, a íntegra dos discursos do deputado Luciano Pimentel, que traça um perfil geral da figura de Rubens Fulber e justifica porque de torná-lo cidadão sergipano, e do próprio Fulber.

“Senhor presidente

Senhores deputados

Senhoras deputadas

Quero saudar as pessoas queridas aqui presentes

Senhor presidente

O senhor e os demais pares desta Assembleia Legislativa bem sabem a simbologia do bem-querer e do acolhimento que significa o Título de Cidadania concedido por esta Casa Legislativa a pessoas e personalidades que, vindas de outras instâncias desse enorme Brasil, escolhem a terra-Sergipe para residir, trabalhar, produzir e nela criar família e cultivar novas tradições.

Enfim, as pessoas que escolhem a sergipanidade, o modo sergipano de ser, como a sua segunda condição de vida.

E nesta condição, senhor presidente, senhores e senhoras deputados e deputadas, meus senhores e senhoras aqui presentes, muitíssimo bem se encaixa o meu querido amigo Rubens Fulber, ora distinguido com essa honraria da Cidadania Sergipana pela unanimidade dos meus pares aqui desta Poder Legislativo.

Quero aqui dizer a todos, e a esta Casa em particular, o quanto nos alegra, o quanto fazemos bem e o quanto acertamos ao conceder tamanha distinção a Rubens Fulber, este cidadão originário do belo, prestigiado e importante Estado do Rio Grande do Sul, onde se concentra a quinta maior população brasileira, com quase 12 milhões de pessoas.

Rubens Fulber vem mais precisamente do município de Espumoso, hoje com aproximadamente 22 mil habitantes, e localizado no Planalto Rio-Grandense, a uma distância de 260 quilômetros da capital Porto Alegre. Ali ele nasce no dia 19 de novembro de 1967.

 

Rubens Fulber teve a Sergipe como a sua primeira e única parada funcional fora das terras gaúchas, aqui chegando no ano de 2005 como um Executivo devidamente concursado da Caixa Econômica Federal, e já numa alta e importante função.

Com este cidadão, eu tive a honra e o supremo privilégio de conviver por longos nove anos como colega de Caixa - bem que eu queria mais. Com ele, dividimos sonhos e labor. Muito trabalho.

Eu, senhor presidente, que dediquei 35 anos da minha vida a esta grande instituição bancária chamada Caixa, muito bem sei distinguir - e isso por demais me agrada - o que é um grande servidor, o que é um excelente colaborador.

Sei exatamente - nós sabemos, não é mesmo Marco Queiroz, meu amigo superintendente da Caixa? – identificar o que é um funcionário dedicado, ético, comprometido, íntegro, inteligente, trabalhador, perspicaz e muito leal.

Enfim, competentíssimo. Marco Queiroz e eu concordamos que nem precisamos fazer esforço algum para reconhecer que todas essas qualidades repousam sobre o nosso estimado Rubens Fulber.

Com Rubens, compartilhei e usufruí de experiências em minhas passagens pelas Gerências Regionais de Pessoa Física, de Pessoa Jurídica, de Governo e como Superintendente Geral.

Aliás, todas as qualidades que vejo e que destaco neste agora novo Cidadão Sergipano Rubens Fulber, ele as traz e carrega desde sempre. Diria, senhor presidente, que são qualidades naturais que estão na cêpa do seu DNA, na sua patente familiar.

São qualidades que vêm do seu velho e saudoso pai Rubem Fulber Alcido, caminhoneiro e agricultor, que falecera tão novo, aos 50 anos, em 1990. Mas não sem antes lhe deixar cravados os exemplos de correção, da honestidade, da extrema disciplina com que Rubens toca a vida pessoal, familiar e funcional.

São qualidades, senhor presidente, que vêm da sua querida mãe, dona Nilza Strelow (istrelô) Fulber, hoje aos 80 anos, uma professorinha muito querida que lhe deu como herança e patrimônio um modo sereno de ser. Dona Nilza Fulber lhe emprestou um rígido rigor no modo de ser, mas sem jamais levantar a voz para impor autoridade, para dizer um não.

Assim é esse meu amigo Rubens Fulber, um cidadão que vai na quinta geração de descendentes de alemães. Daqueles bons alemães que, juntamente com os italianos, tão bem colonizaram o sul do nosso país e nos deram uma coloração, associada aos portugueses e aos afrodescendentes, de nação multiétnica. De uma nação multirracial e sobretudo harmônica.  

Essas qualidades do Rubens, senhor presidente, se manifestam desde muito cedo. Diria que precocemente. Depois dos estudos Fundamental e Médio em sua Espumoso, aos 16 anos ele já estava aprovado no Vestibular de Administração na Universidade de Passo Fundo.

Os senhores pensam que Fulber foi um estudante de vida mansa, de só estudar? Pois não foi: aos 16 anos, ele já era funcionário da Cooperativa de Transportes de Cargas de Espumoso.

Adolescente ativo e esperto, saía muito a fazer serviços bancários em nome da Cooperativa e terminou sendo convidado por um amigo para trabalhar no Bradesco, onde chegou a ser caixa.

Estudioso e inquieto, no dia 10 de abril de 1989 o amigo Fulber batia às portas de uma agência da Caixa Econômica Federal do município de Posso Fundo, cidade hoje com mais de 200 mil habitantes.

Já era ali um concursado deste banco 100% público. Começou como escriturário, mas logo-logo, valendo-se da experiência no banco privado, foi elevado a caixa da Caixa. Ali, ele ficou até o finalzinho de 1998.

De 1999 a 2004, Rubens assume a Gerência da Agência da Caixa de Carazinho, ainda no seu Rio Grande do Sul, e em fevereiro de 2005 ele chega a Sergipe com a esposa, filhos e muita disposição para aqui trabalhar, produzir e ser mais um dos nossos. Portanto, há 14 anos ele está entre nós. Por concurso interno, Rubens chega às terras sergipanas como Gerente Regional de Construção Civil.

Eu não quero invadir a biografia funcional de Rubens Fulber, senhor presidente, mas estimo que por ele, pela sua Gerência Regional de Construção Civil, nesses 14 anos, passaram mais de 60 mil negócios imobiliários, da moradia para os sergipanos.

Eu sei que por ele, pela zelosa e aplicada Gerência dele, em volume de negócios, em anos bons, circularam mais de R$ 1,4 bilhão, e isso é quase o orçamento anual da Prefeitura de Aracaju de dois ou três anos atrás. Isso é altamente significativo para a vida e para a economia de Sergipe.

Portanto, o papel social desempenhado por Rubens, meus senhores, é inestimável. Por isso que aqui quero repetir, senhor presidente, o quanto fazemos bem e o quanto acertamos ao concedermos tamanha distinção a Rubens Fulber com esse Título de Cidadania Sergipana.

Ao concedermos o Título de Cidadania Sergipana ao Rubens, homem da Caixa. Ao Rubens marido de Patrícia Símon Fulber, sua estimada companheira desde os 14 anos, uma gaúcha de Tapera.

Ao Rubens pai do odontólogo Lucas Símon Fulber, de 25 anos, e do estudante Thomas Símon Fulber, de 18 anos.

Ao Rubens bom irmão de Ives Cesar Fulber e de Osmar Gustavo Fulber que, como ele, se fizeram executivos de primeira linha do Banco do Brasil.

Enfim, senhor presidente, senhores deputados e senhoras deputadas, nossos convidados, senhores e senhoras familiares do homenageado, encerro reiterando o quanto acertamos em fazer desta grande figura humana que é Rubens Fulber um nosso irmão de sergipanidade. Seja bem-vindo, amigo. E que Deus esteja contigo e conosco. Muito obrigado.

Aracaju, 26 de novembro de 2018

Luciano Azevedo Pimentel

Deputado estadual”

 

Discurso de Rubens Fulber

“Quero expressar meu sentimento e minha emoção neste momento, ao ver tantos amigos neste plenário que vieram compartilhar comigo este dia tão especial em minha vida. Costumamos dizer que “Deus está no comando”. E de fato ele está no comando do destino de nossas vidas.

Eu estar aqui nesta tarde recebendo esta homenagem é só mais uma prova disso. No final de 2004, eu estava buscando oportunidades de crescimento profissional e de encarreiramento na Caixa e comentei isso com um colega e amigo que trabalhava na matriz.

Casualmente, este colega, com quem tive a oportunidade de trabalhar na agência Passo Fundo, Sr. Jair Mahl, veio a assumir há menos de 15 dias a Vice-Presidência de Habitação da Caixa, escolhido em disputado e transparente processo seletivo externo de âmbito nacional.

Alguns dias depois, recebi uma ligação, na qual esse colega me falou de algumas oportunidades que iriam surgir, sendo uma delas como Gerente Regional na Superintendência de Sergipe, e me incentivando a participar do processo seletivo.

Contudo, chegou o último dia da inscrição, que era uma sexta-feira, e eu não me inscrevi, pois estava apreensivo com a mudança que significaria na minha vida e na vida de minha família ir para um Estado tão distante e até então desconhecido.

Ao retornar para casa no final do expediente e comentar com minha esposa sobre tal decisão, ela ficou surpresa, pois acreditava que eu teria feito a inscrição.

Após receber seu apoio, retornei à agência e reabri a unidade - naquele tempo os gerentes tinham as chaves e as senhas do alarme - liguei os computadores e realizei minha inscrição.

A ideia inicial, caso eu fosse escolhido, era ficar por dois ou três anos e depois regressar à terra natal ou buscar novas oportunidades em outros locais. Contudo, o tempo foi passando e fomos firmando raízes nessa terra maravilhosa, graças a acolhida que tivemos pelos sergipanos. E assim a vontade de retornar foi se dissipando e a vontade de ficar foi se firmando.

Por isso, hoje é um dia especial, que ficará marcado para sempre em minha memória e de minha família. É o dia em que recebo, com muita honra, com muita alegria, com muito carinho e com muita emoção a minha certidão de nascimento sergipana.

Esse título vem a ratificar e aumentar um sentimento que possuo desde que aqui cheguei: o de que faço parte e represento essa terra. Então, só me resta agradecer: agradecer em primeiro lugar a Deus, que está no comando de nossas vidas e que tem sido muito bondoso comigo.

Agradecer à minha família: minha esposa Patrícia, meu amor e companheira de uma vida, meu filhos Lucas e Thomás, que são minha razão de viver. Minhas noras, Luíza e Mariana, que alegram nossa casa.

 

Meus demais familiares gaúchos, que acompanham à distância esta homenagem, mas com muito orgulho. Agradecer a esta Casa Legislativa, na pessoa do seu presidente em exercício nesta sessão, deputado Garibalde Mendonça pela outorga dessa honraria.

Agradecer ao deputado, colega e amigo Luciano Azevedo Pimentel, por ter sido autor da propositura. Agradecer aos clientes e parceiros da Caixa, por todo o apoio obtido nesse período. Agradecer aos companheiros do tênis, na pessoa do professor Marcus Asevedo, grande aglutinador dessa turma, pelos anos de convívio, lazer e amizade.

Agradecer aos meus vizinhos e amigos que hoje vieram prestigiar esta solenidade e compartilhar comigo este momento tão especial em minha vida. Agradecer a todos aqueles que fazem e fizeram a Caixa em Sergipe, durante esses anos. A vocês, meu agradecimento especial.

Se hoje tenho a oportunidade de receber essa honraria que me concede a Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe, sei que isso acontece pelo reconhecimento de um trabalho. Mas que de forma alguma é um trabalho individual. Muito pelo contrário. É um trabalho coletivo, do qual tenho a felicidade de fazer parte e que muito me realiza.

Então, essa homenagem que recebo é, acima de tudo, um reconhecimento ao trabalho desempenhado pela Caixa em nosso Estado. Muito obrigado, colegas.

E, por último, quero agradecer a todos os meus conterrâneos sergipanos pelo carinho e pela amizade. E quero reafirmar minha disposição em continuar trabalhando em prol do desenvolvimento do nosso Estado. Agora posso dizer com orgulho que sou sergipano de papel passado. Muito obrigado a todos.

Rubens Fülber”

Foto: César de Oliveira