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Aparte
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Jozailto Lima

É jornalista há 37 anos, tem formação pela Unit e é fundador do Portal JLPolítica. É poeta.

Zezinho Sobral pede que Sergipe pense o futuro para além do petróleo e gás
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O deputado estadual e líder do Governo do Estado na Alese, Zezinho Sobral, Podemos, defende que as lideranças políticas sergipanas devem se engajar em projetos que pensem o Estado para um pouco mais além das fronteiras do petróleo, do gás e de outras energias novas, como muito se tem falado ultimamente.

“Eu acho que Sergipe tem focado muito na área de petróleo e gás, e sei que o momento é este. Está muito bom o que Sergipe está fazendo nessa área. É de tirar o chapéu. Os poucos recursos e as energias têm que ser canalizadas para isso - e está corretíssimo. Mas você não pode ficar só restrito a isso”, defende o deputado.

Sobral sinaliza outras vertentes. “Você tem que pensar o desenvolvimento nas outras áreas. A gente precisa ter um projeto forte na área da agricultura, por exemplo. Eu diria um projeto agrosilvopastoril. Porque uso esse nome tão grande? O que vem a ser isso daí? Você pega agricultura, pecuária, criação de pequenos animais, fruticultura, plantas ornamentais e carcinicultura - criação de camarão - lá na região do Brejo Grande e amplia”, diz Zezinho.

“Eu acho que precisa fazer um planejamento para que Sergipe aproveite esse potencial e se crie um novo ambiente de desenvolvimento. Que se faça um fortalecimento dessas cadeias produtivas, desses arranjos produtivos incrementados. É o que eu vejo”, reforça o parlamentar.

Zezinho Sobral chama a atenção para que não se pense que ele é contra a política que focaliza as áreas de petróleo e o gás, nem as energias solar e eólica. “Não é isso. Sim, estamos no caminho certo, só pondero que seja aberto um leque maior”, diz.

Zezinho Sobral chama a atenção, por exemplo, para um seminário que vai ser realizado agora dia 9 em Sergipe sobre energias e admite “que todos os que se interessam pelo futuro do Estado precisam estar lá para acompanhar”. Será no Teatro Tobias Barreto.

“Vai ser um negócio porreta. Todas as empresas que miram esse futuro vão estar lá. Inclusive essa que arrendou a Fafen, a Unigel”, diz o parlamentar.