Aparte
Com 16 projetos em execução, Fecomércio dribla a crise fazendo gestão
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Em encontro com a imprensa, Fecomércio anunciou construção de um teatro na Orla de Atalaia

Com o objetivo de dar uma satisfação à sociedade sobre as ações realizadas pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Sergipe - Fecomércio/SE - no ano de 2019 e os planejamentos para 2020, o presidente da instituição, o deputado Laércio Oliveira, PP, reuniu-se com a imprensa na tarde desta segunda-feira, 20, no Hotel Sesc Atalaia.

O Sistema S - que inclui a própria Fecomércio, o Sesc e o Senac - promete investir, aproximadamente, R$ 70 milhões até 2022 para reformar unidades e construir novas, como um teatro na Orla de Atalaia e uma unidade de formação profissional em Nossa Senhora da Glória. Segundo Laércio, ao todo, são 16 projetos em andamento e em fase de projetos.

Com a quantidade considerável de obras e investimento financeiro, esta Coluna Aparte questionou ao presidente se não há crise no Sistema S em Sergipe. “Não, de forma alguma. Nós somos parte da crise, mas a gente faz gestão”, enfatiza.

De acordo com Laércio, todo o corpo diretivo - diretores e conselheiros do sistema - faz gestão com muita competência. “Tudo é conversado. E, acima de tudo, é medido, para saber se a gente pode dar o passo ou não. Não tem nenhum fornecedor sem receber no sistema. Não tem nenhum colaborador sem ter os seus direitos respeitados. Tudo lá funciona muito bem, porque fazemos gestão. Gestão eficiente e qualidade”, diz.

O presidente informa que devido à crise econômica, na realidade, houve uma diminuição de verbas na Fecomércio. “Nós tivemos uma queda dos nossos recursos, porque eles advém da folha de pagamento que os empresários fazem todos os meses. Com o desemprego, caiu o número de contratações das empresas e, automaticamente, caiu a arrecadação”, explica.

Mas, segundo Laércio, houve toda um ajustamento à nova realidade. “A gente se readaptou a nossa arrecadação para fazer a gestão acontecer. Fizemos um planejamento enorme. Fizemos uma reestruturação. Para se ter uma ideia, em 2014, o sistema Fecomércio, Sesc, Senac tinha mil funcionários e hoje tem 700. Mas faz o dobro do que fazia em 2014”, destaca.