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Reportagem Especial: a que nos levarão as manchas de petróleo no mar e nas praias?
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Manchas de petróleo ainda são um mistério 

“Não há muito o que fazer, além de recolher o petróleo que chega à praia o mais rápido possível, evitando que ele retorne ao mar, e fazer o monitoramento”. Quem diz isso é Paulo Amilcar, superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente – Ibama – em Sergipe. 

Ele é um dos entrevistados da Reportagem Especial do JLPolítica, que, esta semana, traz à tona os impactos da tragédia ambiental que Sergipe vem enfrentando há quase exatos 30 dias – desde o dia 24 de setembro, quando a primeira macha foi identificada por aqui.

Além de Paulo, do Ibama, Gilvan Dias, da Adema, a Petrobras e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Aracaju - Sema -, pesquisadores e ambientalistas falam sobre o problema. Mas a questão é que não há muito a ser dito até agora, já que pouco se sabe sobre o óleo.

Até o momento, laudos apontam que se trata de petróleo cru, não nacional, que ainda não se sabe porquê, tem maior densidade que a água, ficando abaixo dela e impossibilitando sua identificação ainda no mar. O pior é que os efeitos são, tanto quanto o óleo, ainda misteriosos.