Aparte
Padre Inaldo diz que socorrenses sabem que não havia interesse de Fábio Henrique por creches
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Padre Inaldo: “Não sei quem é esse Pinóquio. Mas se você perguntar em Socorro vai saber de quem é esse apelido lá e o porquê”

Com o título de “Prefeito de Socorro, Padre Inaldo, responde informações inverídicas de Fábio Henrique”, esta Coluna Aparte recebeu da Secretaria de Comunicação Social do Município de Nossa Senhora do Socorro o texto que vai a seguir, no qual a gestão do prefeito Padre Inaldo Luis da Silva se defende do que considera ataques do ex-prefeito Fábio Henrique de Carvalho. É o que vai a seguir.

"Fazendo-se valer da sua prática recorrente de distorcer os fatos, em uma entrevista recente ao Portal Universo Político, o deputado federal Fábio Henrique, ao ser perguntado sobre a pretensão do PDT de emplacar um candidato à Prefeitura do Socorro, aproveitou para atacar a gestão do Padre Inaldo, se utilizando de inverdades.

Diante destas que são umas das maiores realizações da atual gestão, as creches unicipais de primeira linha que estão sendo entregues à população, Fábio Henrique tentou diminuir o feito de Padre Inaldo com mentiras, afirmando que as obras foram iniciadas na sua gestão e que deixou “dinheiro em caixa para que fossem concluídas”.

A verdade que a população socorrense precisa saber é que não havia interesse na gestão de Fábio Henrique de que as creches fossem construídas.

Quando Padre Inaldo chegou, tinha creche que nem havia saído do alicerce, e outra fora incendiada. Foi preciso coragem e gestão para retomar o projeto, uma vez que a gestão passada deixou uma herança maldita de mais de R$ 210 milhões em dívidas.

Se não houvesse coragem, força e muito trabalho naquele ano de 2017 a gestão teria sucumbido com essa dívida que representava quase todo o orçamento da Prefeitura. Não havia dinheiro em caixa e ainda menos condições de continuar as obras.

Padre Inaldo sentou para negociar com cada fornecedor, pediu a compreensão de todos, negociou as dívidas e começou a pagar. Para que as creches fossem concluídas, a atual gestão gastou ainda cerca de R$ 3 milhões em recursos próprios. 

Para que esses recursos próprios fossem aportados, foi preciso um trabalho de gestão muito eficaz, a economia passou a ser um princípio a ser seguido. Por exemplo: em 2016, a gestão passada gastou quase R$ 6 milhões só de combustível. Em 2017, a atual gestão gastou quase R$ 3 milhões, 50% a menos.

Detalhe: mesmo com a gasolina muito mais cara que em 2016 e com uma frota de carro muito maior do que a anterior, conseguimos economizar mais de R$ 3 milhões. Essa é uma realidade que a população precisa conhecer e saber. 

Com R$ 3 milhões economizados de gasolina, a atual gestão conseguiu botar para frente o projeto das creches e entregar cada uma à população.
Mas ha outros projetos.

Por exemplo, a Unidade de Pronto Atendimento - UPA - foi um outro projeto abandonado pela gestão passada. A obra tem autorização datada de 2010.

Mesmo com seis anos à frente do município, o ex-prefeito não fez a obra. Quando Padre Inaldo chegou em 2017, apenas os alicerces tinham sido feitos. Não tinha nem 5% de avanço de obra. Ou seja, ele passou 6 anos e não fez nada. Em apenas 2 anos e 8 meses, Padre Inaldo avançou com a obra em 97% e já vai inaugurar.

Isso prova a falta de interesse do gestor passado e mostra também o compromisso de Padre Inaldo com a obra que é muito importante para a região do Conjunto Jardim, Parque dos Faróis, Palestina, Guajará etc.

Todas as ruas pavimentadas na gestão passada têm erro de projeto. Que o diga a população do Santa Cecília e Boa Viagem, por exemplo. Sem drenagem e sem estruturar a obra da forma correta, todo o calçamento daquela localidade cedeu em pouco tempo. Tentaram enganar o povo, colocaram os paralelepípedos de qualquer forma e eles cederam fazendo com que as ruas ficassem intransitáveis, pior do que eram antes. Um absurdo.

Hoje, todas as obras realizadas por Padre Inaldo têm a preocupação de eficiência em termos de engenharia. No Guajará, Padre Inaldo está fazendo mais de 1 km da Avenida Principal. Para isso, foi necessário fazer drenagem e retirar mais de 60 cm de solo que é de massapê. Se fossem colocados apenas os paralelepípedos por cima do massapê aconteceria o que aconteceu com as obras do antigo gestor: eles cederiam todos e pioraria para o povo. 

A população está farta de mentiras: para Padre Inaldo, é justamente isso que a população não quer mais: ser enganada.”