Aparte
Terceiro homem do Aliança pelo Brasil prevê horizonte bom para Bolsonaro em 2022
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Luis Felipe Belmonte, com organizador de Sergipe: bravatas em favor do Bolsonaro do futuro

O segundo vice-presidente nacional do Aliança pelo Brasil, iniciativa de partido que o presidente Jair Bolsonaro tenta dar vida, Luís Felipe Belmonte, previu, no último domingo, 2, em Aracaju em conversa com a Coluna Aparte, que a reeleição do atual presidente em 2022 é algo cada vez mais plausível.

Isso, pondera Luís Felipe Belmonte, em virtude de o Brasil e da economia nacional estarem dando certo. “O que nós estamos observando é o que com base neste primeiro ano de governo vimos uma estabilização e um crescimento da economia acima daquilo que era projetado”, diz Belmonte.

“As projeções mais otimistas previam aquilo que se realizou, graças ao trabalho do ministro Paulo Guedes, e da equipe dele de um modo geral, do governo, como um todo, que tem um ministério técnico, muito competente, com uma condição segura para o nosso presidente”, diz o dirigente partidário.

“Hoje, me animo a dizer, que há a se manter o roteiro da economia e o roteiro de governabilidade sem histórico de corrupção, com crescimento da economia, redução de criminalidade, geração de empregos e todos os indicadores extremamente favoráveis, além de um trabalho de infraestrutura da melhor qualidade que está sendo feito”, reforça Belmonte.

Belmonte é muito otimista em sua expectativa pessoal, projetando um possível cenário que beneficia tanto Bolsonaro quanto o Aliança que ainda está sob fraldas. “A manter-se nesse ritmo, não vejo nenhum concorrente para enfrentar o presidente Bolsonaro em 2022”, diz ele.

“A não ser que aconteça alguma coisa inesperada, o que acredito que não vá se realizar, a probabilidade de ele ir à reeleição é hoje projetada inclusive pela imprensa e pela classe política. Por isso, talvez, os tantos ataques. Na tentativa de diminuir a força dele. O que eu estou muito seguro de que não irá acontecer”, diz.

Luis Felipe Belmonte considera que Bolsonaro e sua gestão vão bem inclusive no Congresso Nacional. “O que nós temos visto hoje é que há uma possibilidade muito grande de aumento desse apoio que hoje o presidente tem no Congresso, porque o que ele está conquistando é irrespondível, ninguém vai ser contra o êxito e o sucesso do Brasil, a não ser aqueles que apostam no quanto pior melhor. Pior para eles e para o país”, diz.

“Você não vai entrar num avião e torcer para o piloto errar na condução. Nós estamos todos no mesmo barco, no mesmo avião, ou como você queira. Eu acredito muito que o bom senso irá prevalecer, e esse apoio às propostas de bem, boas para o país, as pessoas de bem não faltarão ao presidente e ao Brasil”, diz.