Aparte
Conselheiro Pupinha faz cirurgia no coração, e passa bem
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Luiz Augusto Carvalho Ribeiro, o Pupinha: boa recuperação

O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe, Luiz Augusto Carvalho Ribeiro, o Pupinha, 66 anos, foi submetido a uma cirurgia cardíaca na manhã da última segunda-feira, dia 17, no Hospital do Albert Einstein, em São Paulo.

Pupinha passa bem e deve sair nesta quarta da UTI, para onde são mandados todos os pacientes que se submetem a esse tipo de procedimento. “O conselheiro recebeu aqui em Aracaju um diagnóstico de que tinha veias entupidas, ou quase isso. Ele foi a São Paulo, confirmou o diagnóstico e foi imediatamente submetido a uma cirurgia para receber três pontes de safenas”, disse a esta Coluna Aparte o diretor de Comunicação Social do TCE, jornalista Theotônio Neto.

Cientificamente, o procedimento é chamado de revascularização cardíaca, mais conhecido como ponte de safena. “Eu falei hoje (terça) com o filho dele, o deputado federal Gustinho Ribeiro, que o acompanha lá em São Paulo, e recebi a informação de que o conselheiro continua internado na UTI, onde deve passar pelo menos mais 24 horas. O Gustinho estava muito otimista com os resultados da cirurgia”, disse Theotônio.

Luiz Augusto Carvalho Ribeiro nasceu em nove de agosto de 1952, estando, portanto, com 66 anos. É de uma família política: é filho de Rosendo Ribeiro Filho, que foi deputado estadual e ex-prefeito de Lagarto, ele mesmo foi deputado estadual e é pai do ex-deputado estadual e atual deputado federal Gustinho Ribeiro, SD. Ele está conselheiro desde o dia 28 de março de 2011.

Pupinha bacharelou-se em Economia pela Unit em 1976, foi secretário de Educação em Lagarto e secretário de Estado por duas vezes: da Administração e de Indústria, Comércio e Turismo, e se elegeu deputado estadual nas eleições de 1978, com mandato até fevereiro de 1983.

Theotônio Neto previu que ele deve ficar ausente das atividades do TCE por uns 30 dias, em princípio. Na casa tem os chamados conselheiros substitutos, que são convidados. “Se a ausência do titular se estender por mais tempo, a pessoa se mantém na suplência até a definição”, diz Thoetônio.