Aparte
Paulo Escariz, o homem que fez do sobrenome o reino das livrarias
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Casal Escariz: Paulo e Fátima, livros à mão cheia

Ele emprestou seu sobrenome a ser sinônimo de livraria, de leitura, de espaço cultural que atende aos sergipanos há 34 anos e que vence as sucessivas instabilidades da economia e da educação brasileira que erigem monumentos ao analfabetismo funcional e a outras dificuldades que tais.

Ele é Paulo Escariz, 60 anos, dono das Livrarias Escariz espalhadas por pontos estratégicos de Aracaju. Para tratar dessas instituições a serviço da civilização sergipana e brasileira, Paulo Escariz é o Entrevistado Domingueiro desta semana do Portal JLPolítica.

Não pense que você vai encontrar, leitor, um empresário resignado com a economia e com os supostos baixos índices de educação e da cultura do país. Ao contrário, Paulo, um economista de formação, leva muito a sério a sua condição de um disseminar de livros e se sente feliz em fazer o que faz. Ele começou como um jornaleiro.

Quer ver um experimento do que vem da conversa com ele? Qual o maior risco de se lidar com livros num país com mais de 50% de analfabetos funcionais?, pergunta-lhe o Portal. “Eu acho uma oportunidade. Sempre acreditei nisso, porque a gente tem muito para crescer, apesar disso. A esperança é de que isso se transforme”, diz ele.

“Você tem uma atividade onde existe muito ainda a ser trabalhado, e se a gente tiver políticas públicas voltadas para a educação nós vamos ampliar o número de leitores. Num país de descalços, se você produz calçados tem um mercado consumidor muito grande”, filosofa este baiano de Salvador, descendente de espanhóis, que acampou em Aracaju, Sergipe, desde 1980.

Você quer saber quantos mil livros ele e a esposa Fátima Escariz, seu braço direito, fazem circular por ano em Sergipe via Livrarias Escariz? E quem são os autores da literatura sergipana de maior projeção de venda por lá? Então leia a Entrevista a partir das 20h deste sábado, 21 de setembro, aqui no seu JLPolítica.