Aparte
Reportagem Especial debate a (in)visibilidade da população trans
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População trans precisa de políticas públicas que a legitime e a defenda

Você sabe quantos transexuais há em Sergipe? E no país? Na verdade, não há um levantamento a respeito do tema, o que, por si só, demonstra a necessidade de conhecer, acolher e viabilizar políticas públicas para essa população. É o que a Comissão de Direitos LGBTQI+, da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe – OAB/SE – pretende.

Presidida pela advogada Mônica Porto, a Comissão atua na defesa de todos os LGBTQI+, auxiliando a compreender os direitos e explicando o que deve ser feito para garanti-los. Ela é uma das entrevistadas para a Reportagem Especial da semana, que aborda o tema.

“No caso das pessoas trans, auxiliamos explicando como deve ser feita a mudança do nome que deve ser em cartório e que existe a gratuidade deste direito”, explica Mônica Porto. A psicóloga Lidiane de Melo Drapala, pesquisadora em Políticas Públicas, ativista de Direitos Humanos, também contribuiu com a Reportagem.

Para ela, no que se refere às questões das travestilidades, transsexualidades, transgeneridades, a psicologia tem possibilitado a aproximação com esses grupos populacionais. “Temos ouvido suas demandas, discutido ações, promovendo ações que contribuam para sua visibilização respeitosa e que visem a garantia de sua saúde mental e, portanto, reforço de sua dignidade humana”, assegura.

A Reportagem Especial sobre o tema estará disponível no domingo, 23, a partir das 20h, e é uma excelente leitura para o período do Carnaval, onde corpos e trejeitos trans são copiados em forma de fantasia.