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Politica & Mulher
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Tanuza Oliveira

Jornalista desde 2010, com formação pela Unit e atuação em veículos impressos e em assessorias de comunicação em Sergipe. É repórter Especial do JLPolítica desde 2017.

Jovanka Carvalho: “Todos os servidores deveriam dar sua contribuição honrosa e dedicada à pátria”
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Jovanka Carvalho: “Importa que esse(a) brasileiro(a) haja com amor e dedicação ao Brasil”

Uma profissional dinâmica, que acredita em desafios, em um modelo de Estado mais enxuto e com uma economia mais liberal. No trato pessoal, admite-se conservadora para grande parte dos seus valores. Gosta de esportes e de ler. Não se considera um primor de dona de casa, mas é fascinada pela vida caseira ao lado do esposo, filho e dos cachorros. Cristã, ela sempre tira um tempinho para as orações. 

Essa é Jovanka Carvalho Praciano Ideburque Leal, nova superintendente do Patrimônio da União em Sergipe. Ela é professora da Universidade Federal de Sergipe - UFS - e foi selecionada pelo Governo Bolsonaro para gerir o órgão. Jovanka atribui a escolha para o cargo à sua capacidade técnica. 

“Meu currículo e meu perfil profissional dinâmico e interdisciplinar são adequados para o cargo. Fui garimpada pelo governo, consultada sobre meu interesse em colaborar, entrevistada e escolhida. Estou à disposição do Governo para que ele utilize minhas competências onde for melhor para o país”, ressalta Jovanka. 

Essas competências passam, de acordo com ela, do ponto de vista institucional, pelo fato de ser uma profissional que esteja disponível para pôr em prática a nova forma de gestão que o Governo Federal quer imprimir à pasta. Já no âmbito dos conhecimentos técnicos, ela diz que são variados e perpassam desde os saberes jurídicos a técnicos de Engenharia.

“Obviamente, tenho muito o que aprender com os colegas e com o próprio Governo Federal, que está se reformulando por dentro. Teremos novos perfis profissionais no setor público daqui para a frente. Vamos aguardar e nos preparar para esse processo, aproveitando a expertise dos colegas preparados e as propostas de qualificação que se apresentarem”, afirma. 

Dentro desses perfis profissionais, Jovanka garante que todos - “desde o auxiliar administrativo a um ministro de Estado” - têm sua importância e, por isso, devem servir bem ao povo e reconhecer a grande importância que isso representa. “Todos os servidores deveriam dar sua contribuição honrosa e dedicada à pátria com satisfação e, acima de tudo, honestidade”, avaliza. 

Nesse contexto, Jovanka acredita que todos os cargos que assumiu foram e são muito importantes. Mas descarta, pelo menos nesse momento, disputar um mandato eletivo. “Ainda estou filiada ao PSL, o que fiz depois das eleições, mas já adianto que pedirei minha desfiliação nesses dias”, assegura. Jovanka nunca se candidatou. “Não há planos neste momento para uma candidatura a cargo eletivo”, reitera.

Mas já foi convidada por alguns integrantes de partidos a se candidatar em eleições passadas. “Para a última eleição, fui cogitada para concorrer ao Senado. A ideia não frutificou nem eu procurei alimentar”, diz. Assim como não alimenta a questão da divisão de gênero, como muitos do Governo Bolsonaro. Ela entende que a ocupação dos espaços não deve levar em conta se se é homem ou mulher, e sim se é alguém preocupado com o país. 

“Tanto faz que seja uma mulher ou um homem que esteja à frente. Importa que esse(a) brasileiro (a) aja com amor e dedicação ao Brasil e, principalmente, com honestidade para com nossa nação”, ressalta. E, nesse sentido, Jovanka acredita que “o Governo Federal está indo muito bem”. “O país estava precisando de uma reformulada interna no Governo Federal. Temos novas demandas mundiais e nacionais também”, destaca. 

Para ela, o fato de o Governo Federal ter feito ajustes em algumas nomeações foi positivo. “Algo parecido acontece com o nosso lar, a nossa casa, nossa empresa: às vezes, necessitamos trocar as pessoas que estão na linha de frente da execução de tarefas”, compara. Por isso, Jovanka é racional quando analisa os primeiros meses do governo do qual faz parte. 

“Não esperemos que dentro de três meses tenhamos 100% de acertos, nem tampouco ao final de quatro anos. Isso é impossível em uma sociedade real. O mais importante para considerarmos como positivo é que este governo tem um compromisso de honestidade com o povo e podemos sentir esse clima dentro da Casa Civil e em todos os Ministérios”, analisa.