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Politica & Mulher
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Tanuza Oliveira

Jornalista desde 2010, com formação pela Unit e atuação em veículos impressos e em assessorias de comunicação em Sergipe. É repórter Especial do JLPolítica desde 2017.

Rosária Rabelo defende importância de renda emergencial para os aracajuanos
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Rosária Rabelo: renda emergencial é importante neste momento

Diretora de Políticas de Transferência de Renda da Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju, Rosária Rabelo está à frente do processo de cadastro para o recebimento da renda emergencial do Governo Federal em Aracaju. De acordo com Rosária, a Prefeitura adotou algumas iniciativas para facilitar o acesso ao auxílio.

Entre as iniciativas, estão a disponibilização de 16 Centros de Referência em Assistência Social - Cras - para que funcionem como suporte aos trabalhadores informais e autônomos no processo de cadastramento. "A Prefeitura pensou em ações para facilitaa a vida dessas pessoas, porque é uma população que, muitas vezes, tem dificuldades em acessar computadores ou smartphones", afirma Rosária.

Além disso, a administração também criou um canal de comunicação direto com a Assistência para tirar dúvidas e realizar o cadastro de quem tiver dificuldade. O número para contato é o 3304-3535. Rosária ressalta que quem tem direito ao auxílio são aqueles trabalhadores autônomos ou informais e pessoas desempregadas.

Segundo ela, quem já possui cadastro único ou recebe bolsa familia não precisa se cadastrar, porque eles já estão na base de dados. "Aos demais, que não possuem cadastro, o Governo Federal disponibilizou, desde ontem, site e aplicativo para que o cidadão acesse e realize o cadastro", explica.

Rosária Rabelo lembra que não basta apenas fazer o cadastramento para ser beneficiado. "É preciso atender aos requisitos", lembra. Os critérios básicos são: estar na informalidade, ser maior de 18 anos; não estar recebendo nenhum benefício previdenciário, como aposentadoria, ou assistencial, como o benefício de prstação continuada; estar desempregado; não receber auxílio-doença e pertencer ao recorte de renda per capta de meio salário ou total de até três salários mínimos.

Ela considera a ação extremamente importante e necessária neste momento. "É fundamental para esses trabalhadores que estão na informalidade, porque o coronavírus afetou a renda das pessoas, a economia. Houve perdas significativas e alguns já ficaram desempregados. Mas, mais do que isso, considero um direito do cidadão, de quem perdeu o emprego em função de algo que não foi deliberado, que foi provocado por uma calamidade", analisa Rosária.

Segundo ela, ainda não há uma estimativa de quantas pessoas receberão o auxílio emergencial em Aracaju. "Cerca de 51 mil famílias aracajuanas compõem o cadastro e recebem o bolsa família, que está sob o controle da Prefeitura. Vão se somar a esse número, uma gama de trabalhadores informais ou desempregados", destaca. Assistente social, Rosária é servidora da Prefeitura e está na Secretaria há 30 anos.