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Politica & Negócios
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Maria Tereza Andrade

Maria Tereza Andrade é jornalista, graduada pela Unit em 1995, com experiência em veículos de comunicação em Sergipe e no Brasil. No JLPolítica é gestora de Relacionamento. 

Acese quer transformar Centro Comercial de Aracaju e inova com modelo de ocupação inteligente
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Marco Pinheiro e parceiros da Acese: ocupar e revitalizar o Centro Comercial

A Associação Comercial e Empresarial de Sergipe - Acese - quer transformar a realidade do Centro de Aracaju a partir da revitalização do patrimônio local, do fomento ao turismo e da oferta de serviços à população. A ideia é aproveitar os atrativos comerciais, históricos e arquitetônicos da região e criar uma espécie de “corredor cultural e de serviços”.
 
Esse “corredor” teria início na Avenida Ivo do Prado e contemplaria, entre outros pontos, o Museu e o Largo da Gente Sergipana e o Espaço Zé Peixe, chegando ao Centro Comercial, ao Palácio Museu Olímpio Campos, aos mercados municipais, ao Centro Cultural de Aracaju e à sede histórica da Acese, uma edificação de 1926, localizada na rua João Pessoa. A Acese tem, sobretudo, a proposta de que essa sede seja reformada – respeitando-se as especificidades históricas e arquitetônicas, e que se torne um local estratégico de negócios.
 
O presidente da Acese, o empresário Marco Pinheiro, lembra que a revitalização das regiões centrais no Brasil é o grande desafio da atualidade. “Manter e atrair negócios para os centros comercias, não deixar que eles morram, torná-los vivos e produtivos, são discussões que estão na pauta das grandes cidades. É um desafio que também estamos assumindo aqui em Sergipe”, destaca.
B0ccebbb59dac5f3Nova iluminação prevista no projeto de revitalização
Para Marco Pinheiro, a ocupação mais incisiva do prédio da Acese contribuirá com esse projeto de amplitude nacional, com desdobramentos locais positivos. A ideia é a de reunir pequenos e micros empreendedores e ofertar serviços para a população e os turistas que frequentam o Centro de Aracaju. “Resguardando o valor histórico, a nossa sede passará a ser também um local para servir aos associados, aos empreendedores e ao público em geral. Enfim, para dar suporte e criar comodidade e rapidez aos serviços prestados”, explica.
 
Para isso, será viabilizado no prédio um Centro de Serviços e Negócios, numa perspectiva associada de parcerias e com foco na ocupação inteligente do espaço. “Nosso objetivo é o da sustentabilidade da Associação Comercial, mantendo nossas memórias e dando vida ao Centro da capital, num processo de transformação com o pé no chão. Queremos algo que melhore o ambiente de negócio, que preste serviço à população e que dê suporte aos nossos projetos”, explica.
 
Empolgado com a proposta e com os desdobramentos para os negócios locais, o presidente da Acese lembra que o primeiro passo para concretizar a ideia já ocorreu, com a apresentação do projeto a diversos parceiros no início deste mês de fevereiro. Entre esses parceiros, estão Sebrae, Banco do Nordeste, Banese, Banese Card e Energisa. O próximo passo, revela Marco Pinheiro, é levar a ideia ao prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, PC do B, e envolver o Poder Executivo local nessa grande discussão nacional de centros comerciais vivos e em movimento.