YoutubeFacebookTwitterInstagram
Politica & Negócios
Author f2775e4c231e1ff7
Maria Tereza Andrade

Maria Tereza Andrade é jornalista, graduada pela Unit em 1995, com experiência em veículos de comunicação em Sergipe e no Brasil. No JLPolítica é gestora de Relacionamento. 

Economia brasileira deve crescer em 2019 menos do que o previsto
CompartilharWhatsapp internalFacebook internalTwitter internal
A77a55eabb1c2348

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico - OCDE - reduziu de 2,1% para 1,9% a estimativa de crescimento da economia brasileira para 2019. Esta é a previsão para o Produto Interno Bruto - PIB - divulgada nessa quarta-feira, 6, pela entidade. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país.

A expectativa da expansão do PIB para este ano registrada pelo Boletim Focus também oscilou negativamente: caiu de 2,48% para 2,30%. O Boletim Focus é publicação semanal do Banco Central, com projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Em 2018, o PIB fechou com crescimento acumulado de 1,1% em relação ao ano anterior. O PIB também fechou 2017 com expansão de 1,1%, mas nos dois anos anteriores registrou queda: 3,3% em 2016 e 3,5% em 2015.

Para 2020, a OCDE manteve a previsão de expansão em 2,4%, e no informativo do BC houve aumento de 2,65% para 2,70%.

INFLAÇÃO

Já a estimativa de instituições financeiras para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA -, a inflação oficial do país este ano permanece em 3,85%, segundo o Boletim Focus.

Para 2020, a previsão para a inflação permanece em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na estimativa: 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional – CMN -, é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

PIB MUNDIAL

De acordo com a OCDE, a economia mundial continua perdendo força, por isso houve redução da estimativa de crescimento para 3,3% em 2019 e 3,4% no próximo ano. Em novembro, a organização previa expansão de 3,5% tanto neste ano quanto em 2020.

As perspectivas econômicas são mais fracas em quase todos os países do G20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo), em especial na zona do euro, nomeadamente a Alemanha e a Itália, bem como para o Reino Unido, o Canadá e a Turquia.

A OCDE identifica a desaceleração chinesa e europeia, bem como o enfraquecimento do comércio global, como os principais fatores que pesam sobre a economia mundial. (Fonte: Agência Brasil / Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil).