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Politica & Negócios
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Maria Tereza Andrade

Maria Tereza Andrade é jornalista, graduada pela Unit em 1995, com experiência em veículos de comunicação em Sergipe e no Brasil. No JLPolítica é gestora de Relacionamento. 

Paulo do Eirado: Sebrae quer cidadania empresarial assegurada
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Paulo do Eirado: um olhar transformador para a informalidade

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Sergipe – Sebrae /SE - está finalizando um projeto para os sergipanos que estão na informalidade. Segundo o superintendente do Sebrae/SE, Paulo do Eirado Dias Filho, a proposta é investir na capacitação dessa parcela da sociedade que é economicamente ativa e produtiva, mesmo fora do mercado formal de trabalho.

“O ideal seria que todos estivessem com a carteira de trabalho assinada, ou se tornassem MEI - Microempreendedor Individual -, tivessem garantidos os benefícios e os direitos trabalhistas e previdenciários, com sua cidadania empresarial assegurada. No entanto, sabemos que existe um grupo de pessoas que não está nessa situação. Está na informalidade, e que trabalha bem, honestamente. Temos que olhar para eles”, argumenta Paulo do Eirado.

Esse olhar, segundo o superintendente do Sebrae, passa necessariamente por dois aspectos: educação e inclusão tecnológica. E são estes os dois pilares que norteiam a proposta em desenvolvimento no Sebrae/SE.

“Estamos finalizando um projeto de educação para informar e capacitar a população que exerce essas atividades informais, com palestras e ações motivacionais, além de uma rede de serviços por aplicativos”, explica Paulo do Eirado.

312210eeb5f40882Diretoria executiva do Sebrae quadriênio 2019/2022: atentar para as diretrizes e definir as prioridades

“FASE DOMÉSTICA”

Vivendo um período de expectativas com as mudanças internas – não só em Sergipe, mas nacionalmente, o Sebrae tem nova Diretoria – e com um novo Governo Federal que inicia, o gestor da entidade em Sergipe diz que o momento é o de atentar para as diretrizes e definir as prioridades.

O Sebrae está numa “fase doméstica”, diz Eirado, que inclui também uma preocupação “comedida” quando o assunto são declarações da equipe econômica do Governo de Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de corte de recursos do Sistema S – que engloba, além do Sebrae, o Sesc, o Senac, o Senai e o Sesi.

“Existe, naturalmente, uma preocupação, mas temos percebido uma agenda cada dia mais próxima das demandas do Governo. Pela política liberal de estímulo aos negócios, de se criar um ambiente mais amigável para gerar empreendimentos produtivos e novos postos de trabalho, há uma demanda crescente comum”, avalia Eirado.

O superintende reforça que a expectativa é positiva. “Houve reuniões do Sebrae nacional nos ministérios. São grandes as convergências políticas, os interesses e as possibilidades de ações conjuntas que podem levar ao destrave da economia brasileira, e sergipana, e à melhora do ambiente de negócios”, acredita Paulo do Eirado.