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Propaganda & Negócios
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Lúcio Flávio Rocha

Lúcio Flávio Rocha é graduado em Propaganda e Publicidade pela Unit e atua na área há quase 20 anos. Assina esta mesma coluna também no Cinform.

Como se comunicar na pandemia?
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Muitos executivos têm me procurado para conversar sobre como posicionar a empresa em meio a toda esta quarentena. Nos artigos que escrevi e nas entrevistas que concedi, eu pedi primeiramente que o empreendedor não se culpe. Estamos vivendo o que a administração chama de variável incontrolável. A maior da história.

A dica então que se pode dar no momento é: refaça todos os planos e busque a empatia com o seu público e com a sociedade. Não canso de repetir isto para empresários, seja aqueles que estão funcionando ou mesmo aqueles que estão fechados.

Compartilho agora com os leitores da Coluna os dois exemplos que tenho usado sobre este tema em todas as minhas abordagens

O primeiro exemplo é acerca do que não fazer. Não permaneça com a mesma forma de comunicação produzida antes da pandemia. Não deixe a sua marca se comportar como se nada tivesse acontecendo. Como se o mundo estivesse dentro da sua normalidade. Não estamos vivendo dias normais. Os dias são muito diferentes que os de outrora e por isto a comunicação também deve se adequar.

Venho comentando sobre um comercial que está sendo veiculado em uma emissora de Tv aberta. A divulgação de um restaurante mostra imagens do estabelecimento cheio de clientes em suas mesas, e encerra com o dono abraçando e beijando uma das clientes na sua saída.

Detalhe: a cliente beijada e abraçada é uma idosa. Não há como essa comunicação não gerar no mínimo estranheza ou desconforto em tempos que as pessoas não podem frequentar restaurantes e muito menos abraçar e beijar idosos.

O segundo exemplo é acerca do que fazer nestes tempos. Falei em algumas emissoras de rádio como é fácil exercitar a empatia sem desviar da estratégia do negócio. Como sugestão, lembrei aos ouvintes do quanto os idosos são um excelente nicho de mercado para alguns segmentos de mercado.

Em farmácia, por exemplo, eles são consumidores frequentes, de grande recorrência. Em administração nós chamamos este tipo de cliente de heavy user. Então, nestes tempos de quarentena em que esse público está sendo orientado a não sair de casa por ser considerado grupo de risco, por que não proporcionar a fidelização deles à sua farmácia oferecendo entrega grátis.

Entrega grátis para idosos e grupos de risco que não podem sair de casa! Como seria a percepção destes clientes ao saberem deste “cuidado” e “benefício” da farmácia para eles?

Em ambos os exemplos podemos ver a importância da empatia para a estratégia de comunicação do negócio. No primeiro exemplo vimos a falta dela. No segundo, ela fez toda a diferença.

REBAERTURA

A ansiedade dos empresários é grande acerca dos próximos decretos do Governador do Estado e das prefeituras. A cada término de vigência, o mercado se vê diante da expectativa de que a economia volte a girar antes do colapso.

O último decreto do governador deu início a permissão de funcionamento para alguns negócios. Por outro lado, diversos municípios do interior já começaram a reabertura das atividades, a exemplo de Ribeirópolis, Lagarto, Dores, Carira, Glória, Aleixo, Itabaiana e Capela.

O Movimento Brasil200 está mapeando esta movimentação de retomada do comércio em suas redes sociais.

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SEM FOME

E por falar no Brasil200, o grupo formado em sua maioria por empresários está atuando na alimentação de moradores de rua durante o período de restrição de circulação. O grupo está arrecadando doações e distribuindo quentinhas à noite na ação que leva o nome de “Quarentena sem Fome”.

Na última semana, o grupo solicitou ao município de Aracaju que realizasse testes rápidos do Covid-19 na população mais vulnerável. Além das quentinhas, os voluntários têm aproveitado também para levar doações de lençóis, roupas e brinquedos para estas pessoas. As doações podem ser feitas através da conta poupança:

Banco: 104 CEF 

AG: 2186

CONTA: 5858-0

OP: 013

Domingos Luiz Silva de Lima

RACHOU?

“O agora ex-ministro Sergio Moro saiu do Governo e é uma pena, pois ele é um ícone do combate à corrupção. Mas a faxina já foi feita e o Brasil hoje incorporou o repúdio à corrupção. A vida deve continuar. Agora, o Brasil deve se concentrar em continuar com as reformas estruturais que são ainda mais fundamentais para que possamos recuperar a economia no período pós-coronavírus. Acredito que o presidente Jair Bolsonaro tenha uma equipe aparelhada e capacitada para continuar a trabalhar nas reformas que o país precisa. Não tem nenhum sentido nem motivo neste momento falar de impeachment".

Essa foi a manifestação do empresário Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, Fundador e conselheiro do Instituto Brasil 200, sobre a polêmica Moro x Bolsonaro. Luciano Hang, outro gigante do Brasil200, fez nota semelhante, em apoio ao Governo.

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DÚVIDAS

Em tempos de tantas dúvidas e incertezas para os empresários, a Federação do Comércio de Bens e Serviços e do Turismo -  Fecomércio - tomou uma iniciativa muito bacana: Cciou a Central de Atendimento à Dúvidas dos Empresários.

O atendimento é feito através das redes sociais da Fecomércio (@fecomerciose) ou mesmo através do whatsapp oficial da entidade (79 32142270). A resposta chega em até 48 horas úteis. Faça a sua pergunta!

INTEGRAÇÃO

Antenadíssima com as novas configurações do mundo durante a pandemia, a emissora Fan Fm está fazendo a transmissão de lives de grandes artistas do cenário nacional nas suas ondas de rádio. A última delas foi a do cantor Luan Santana. Uma integração de plataformas de mídia que tende a dar muito certo.

PARA REFLETIR

Enquanto ele ainda falava, apareceu uma multidão conduzida por Judas, um dos Doze. Este se aproximou de Jesus para saudá-lo com um beijo. Mas Jesus lhe perguntou: "Judas, com um beijo você está traindo o Filho do homem?" Lucas 22:47-48.