Interviewer 9c963a73b5519178

Entrevista

Jozailto Lima

Compartilhar
Cover image af424ab7576ab8f2

Daniela Mesquita: “Não permitam que hotéis e turismo de Sergipe hibernem”

“Não existem políticas públicas no turismo no Estado de Sergipe”
7  de setembro - 20h00


Daniela Mesquita é uma figura cordial, alegre e extrovertida. Educada. Uma pessoa para quem todo o trade sergipano faz uma deferência assim meio tira-o- chapéu.

Mas não contem com esta mulher forte para mesura e gracinha ao que gracinhas e mesuras não merece. E um dos assuntos que Daniela Mesquita deixa bem patente nesta Entrevista como algo que não pode ser tratado com sofisma, mão leve e fala suave é o turismo – de resto, setor tão leve e suave.

Ao contrário: como hoteleira e líder de classe, ela tem um olhar técnico, duro, rigoroso. Sobretudo honesto. Para Daniela Mesquita, é muito pouco - pouquíssimo - o que o setor público faz em favor da indústria do turismo no Estado de Sergipe.

Aqui, ela não faz cócegas a quem não merece. “Na minha concepção, não existem políticas públicas no turismo no Estado de Sergipe. O setor vem sendo tratado de maneira secundária e insuficiente”, garante.

“Diante deste quadro, a Associação Brasileira de Indústria de Hotéis - Abih-SE - realiza um trabalho de promoção do destino baseado em pesquisas de demandas, em diálogos com os profissionais do setor e em investimento financeiro aportado pelos empresários”, reforça Daniela.

Daniela Mesquita fala com dupla voz: a da militante de classe e a de atuante no setor. De 2014 a 2018, ela foi presidente da Associação Brasileira de Indústria de Hotéis de Sergipe - Abih-SE -, é presidente da Associação Empresarial de Turismo: Sergipe Destination e gerencia desde o dia 28 de julho de 2004 o Del Canto Hotel, uma empresa da família.

“Passei a amar a hotelaria quando inauguramos o Del Canto Hotel e assumi a Gerência Geral dele”, afirma. Daniela gosta de trabalhar as atividades e os encantos da hotelaria. E, nesta condição, tromba, e obviamente se entristece, com uma macabra realidade de mercado: a hibernação de parte de hotéis e até de hotéis inteiros em Sergipe.

“Isso tudo é proveniente e decorrência da baixa demanda. Temos aí hotéis encerrando o mês com no máximo 50% de ocupação e, portanto, a forma de se manter no mercado é hibernando alguns andares. Outros já não tiveram mais fôlego e hibernaram totalmente”, constata ela.

“Hibernar hoje talvez seja o verbo mais triste da economia nacional. No caso da hotelaria, ele faz parte de um cenário lamentável para um Estado que tem todos os requisitos para fomentar uma demanda turística seja de lazer, eventos ou negócios. Nós queremos é estar acordados, despertos, e não hibernando. Suponho que para hibernar teremos a eternidade inteira”, cutuca Daniela, naquele seu estilão entre frontal e sincero.

Aa9c22075f2c26aa
Em reunião com o governador Belivaldo Chagas. Lamenta o que chama de prioridade zero do Estado para o Turismo
Internal image 54435dace3d219e7
Nasceu em Aracaju há 38 anos - é de 22 de maio de 1981

JLPolítica - Para a senhora, o atual estágio das políticas públicas e particulares sergipanas para o setor de turismo está à altura das necessidades da área?
Daniela Mesquita -
Na minha concepção, não existem políticas públicas no turismo no Estado de Sergipe. O setor vem sendo tratado de maneira secundária e insuficiente. Diante deste quadro, a Associação Brasileira de Indústria de Hotéis - ABIH-SE - realiza um trabalho de promoção do destino baseado em pesquisas de demandas, em diálogos com os profissionais do setor e em investimento financeiro aportado pelos empresários.

JLPolítica - A quem competiria fazer mais pelo turismo: ao Estado ou ao trade?
DM -
Creio que aos dois setores, porque se faz turismo em parcerias. Constrói-se um turismo forte a quatro mãos, envolvendo todos os mais de 50 segmentos. Precisamos planejar o turismo em Sergipe e dividir as responsabilidades, somando esforços, seja de investimentos financeiros, seja de realizações das atividades. 

JLPolítica – Qual o papel do Governo do Estado nisso?
DM -
O Governo deveria ser o principal protagonista, porém ainda falta discernimento de nossos governantes sobre a importância do turismo, que movimenta a economia, gerando empregos de forma direta e indireta.

JLPolítica - Não há um jogo de espera, de empurra-empurra, de parte a parte, do Governo e dos senhores que compõem o trade? 
DM -
Posso falar pelos empresários, e afirmo que de nossa parte existe uma preocupação em manter os nossos negócios e cumprir as nossas obrigações no final de cada mês. Existem cobranças com propósitos de fomentar o turismo, pois sabemos que profissionalizando e planejando seria uma alternativa que responderia de imediato para tirar o Estado da crise atual, afinal turismo movimenta a economia, gera impostos, emprego e renda.

TURISMO, TRATO DE MANEIRA SECUNDÁRIA E INSUFICIENTE
“Na minha concepção, não existem políticas públicas no turismo no Estado de Sergipe. O setor vem sendo tratado de maneira secundária e insuficiente. Diante deste quadro, a ABIH-SE realiza um trabalho de promoção do destino baseado em pesquisas de demandas, em diálogos com o setor e em investimento financeiro aportado pelos empresários”

F5933db533f6ce93
Em reunião na SSP-SE. Tema: segurança da Orla de Atalaia

JLPolítica - A senhora não acha que Sergipe pensa pequeno quando o foco é o turismo e as suas prioridades?
DM -
Mais do que isso. Quando se trata dos gestores públicos, não digo nem pequeno e sim embrionário. Turismo em Sergipe não é prioridade.

JLPolítica - Qual é o seu julgamento para a alta rotatividade de secretários de Turismo do Estado nos últimos dez anos?
DM -
Para mim, isso é reflexo da não prioridade do setor. A falta de uma política pública definida e de profissionalismo tornam uma Secretaria gerida por interesses particulares, gerando uma descontinuidade e um resultado pífio no turismo de Sergipe.

JLPolítica - Qual é o perfil que deve ter aquele que venha a suceder ao interino Sales Neto?
DM -
O futuro secretário de Turismo de Sergipe deve ter um perfil técnico e ser conhecedor do mercado globalizado do turismo. E ter bom senso - nós não queremos apadrinhamentos.

JLPolítica - Este futuro secretário deve ser ou não alguém indicado pelo trade?
DM -
O nome deve ser construído em conjunto, uma representação do diálogo entre o trade turístico e o governador Belivaldo Chagas.  

O TRADE NÃO VIVE DE EMPURRA-EMPURRA
“Posso falar pelos empresários, e afirmo que de nossa parte existe uma preocupação em manter os nossos negócios e cumprir as nossas obrigações no final de cada mês. Existem cobranças com propósitos de fomentar o turismo”

E5037907279febb4
Com a mãe, Maria Jaide Mesquita; e os Irmãos, Dayse Mesquita, Júnior Mesquita e Hamilton Mesquita: ela é uma leoa quando o assunto é família

JLPolítica - A senhora vislumbra um nome para tanto e o citaria?
DM -
Como respondo na última pergunta, creio que isso deva ser decidido após uma reunião entre as partes interessadas. Devemos chegar a um nome em comum acordo. 

JLPolítica - Quando o turismo não vai bem, o que mais também não irá bem na economia de um Estado?
DM -
Ah, estou certa de que muitas outras coisas. Basta ver que o turismo é composto por mais de 50 segmentos, entre eles bares, restaurantes, taxistas, uber, artesanato, vendedores dos mercados, guias, receptivos, hotelaria etc. O turismo impulsiona a economia, gerando emprego e renda, beneficiando o setor público por intermédio dos impostos diretos e indiretos que pagamos. No cenário atual, todos só perdem.

JLPolítica - Por qual razão há tantos leitos de hotéis, e até hotéis inteiros, hibernando em Aracaju?
DM -
Isso tudo é proveniente e decorrência da baixa demanda. Temos aí hotéis encerrando o mês com no máximo 50% de ocupação e, portanto, a forma de se manter no mercado é hibernando alguns andares. Outros já não tiveram mais fôlego e hibernaram totalmente. Hibernar hoje talvez seja o verbo mais triste da economia nacional. No caso da hotelaria, ele faz parte de um cenário lamentável para um Estado que tem todos os requisitos para fomentar uma demanda turística seja de lazer, eventos ou negócios. Nós queremos é estar acordados, despertos, e não hibernando. Suponho que para hibernar teremos a eternidade inteira.

JLPolítica - O que e quais são as atribuições da Associação Empresarial para o Desenvolvimento do Turismo em Sergipe (Sergipe Destination) , que acaba de ser constituída?
DM -
 A Associação foi criada com o objetivo de captar, promover e divulgar o destino Sergipe no segmento de eventos como meio de atração e fomento na geração de fluxo de negócios e ainda realizar convênios e parcerias com órgãos públicos e instituições privadas de qualquer natureza.

SETOR QUER TÉCNICA E NÃO APADRINHAMENTOS
“O futuro secretário de Turismo de Sergipe deve ter um perfil técnico e ser conhecedor do mercado globalizado do turismo. E ter bom senso - nós não queremos apadrinhamentos”

777618db7dba36a0
Três gerações dos Mesquita Santos: de bem a vida e com o futuro

JLPolítica - A senhora espera que esta Associação Empresarial seja ouvida no contexto das entidades de classe do setor?
DM -
Sim, como o próprio nome já diz, ela é a associação dos empresários do setor. Abrangemos todos os segmentos que compõem a cadeia do turismo e pretendemos somar esforços com as demais entidades e instituições existentes na área. Estamos para somar e construir um turismo mais robusto com resultados positivos e portanto não haveria sentido se que ela não fosse ouvida e recepcionada por quem tem a ver com a área.

JLPolítica - O que a senhora achou do Fórum promovido recentemente pelo secretário interino Sales Neto?
DM -
Com o Fórum Estadual de Turismo e seu propósito bem-definido, todos ganham, porque passa a ser um espaço de amplas discussões para o setor. Na oportunidade, Sales Neto apresentou o novo organograma da Secretaria de Estado do Turismo - Setur - e a campanha de marketing. Mas desta, ficaremos só no desejo de colocar em prática, pois, segundo o secretário, não tem verba para a sua continuidade. Irônica e infelizmente, é algo que já nasce hibernada.

JLPolítica - O governador Belivaldo e Sales estão falando na constituição de uma política de Estado, e não de Governo, para o turismo. A senhora acredita que isso se materializa?
DM -
Basta que eles queiram. Porque, diante do cenário atual, sugiro que coloquem em prática urgentemente a política de Estado para que tenhamos um turismo mais sólido, pois já perdemos o time.

JLPolítica - Sergipe é um destino bem-vendido do ponto de vista do marketing turístico?
DM -
Eu diria que temos muito a evoluir neste sentido. Posso garantir que hoje temos um esforço unilateral: somente os empresários investem em marketing do destino. É preciso somar mais esforços, porque não somos sós os empresários que sairemos ganhando.

PARA HIBERNAR TEREMOS A ETERNIDADE INTEIRA
“Temos aí hotéis encerrando o mês com no máximo 50% de ocupação e, portanto, a forma de se manter no mercado é hibernando alguns andares. (Mas) nós queremos é estar acordados, despertos, e não hibernando. Suponho que para hibernar teremos a eternidade inteira”

E9e9116fd8dc4e9e
Sob afago do papi Milton Batista Santos: coisa de pai pra filha

JLPolítica - Como fugir ao binômio de importância turística que é dado a Aracaju/Canindé?
DM -
Estes dois municípios citados têm sua grande relevância no nosso turismo e precisam mesmo do reconhecimento das suas importância e significação. Aracaju por ser a porta de entrada do turismo de Sergipe e Canindé, com sua realidade do Lago de Xingó, por ser nosso produto consolidado. Porém é correta a tese de que precisamos descentralizar a oferta. Como? Desenvolvendo novos polos e roteiros, através de discussões ricas com todos os envolvidos.

JLPolítica - Que outros espaços ou situações poderiam ser fomentados como suporte ao turismo de Sergipe?
DM -
Ah, temos diversas áreas e oportunidades. É preciso engajamento dos setores públicos e privados para a criação de novos roteiros, explorando melhor os espaços públicos, envolvendo cultura e arte, para diversificar o turismo de experiência. Eu citaria como possibilidades vivas e reais São Cristóvão e Laranjeiras.

JLPolítica - O que se esperar do Programa Investe Turismo, do Governo Federal, para o Estado de Sergipe?
DM -
O Investe Turismo irá fortalecer a governança do turismo, capacitando e integrando os setores públicos e privados. Como também irá promover famtours com os principais agentes de viagens dos destinos emissores para Sergipe e Presstrips (blogueiros e jornalistas), dando um up, uma levantada, nas ações que a ABIH-SE vem promovendo. Acredito nas ações coordenadas pelo Sebrae de Sergipe. De modo que vejo virtudes neste programa.

JLPolítica – Qual é o dano que se causa ao turismo de evento quando não se tem um Centro de Convenções operoso e à altura, como é o caso de Aracaju?
DM -
Causa-se danos na perda de milhões de reais. Esse é um prejuízo incalculável desde o fechamento do nosso Centro de Interesse Comunitário - CIC. Depois disso, Sergipe deixou de ser rota para o turismo de eventos no país. Com isso, tivemos uma perda super considerável na demanda. Eventos há seis anos representavam o equivalente a 20% da nossa ocupação hoteleira. 

CAMPANHA DE MARKETING É ALGO QUE JÁ NASCE HIBERNADA
“Sales Neto apresentou o novo organograma da Secretaria de Estado do Turismo e a campanha de marketing. Mas desta, ficaremos só no desejo de colocar em prática, pois, segundo o secretário, não tem verba para a sua continuidade. Irônica e infelizmente, é algo que já nasce hibernada”

9d2e5962b7a88431
Com a família em dia de posse na Abih-SE: teve interesse de classe do trade, ela tá dentro

JLPolítica - O que os senhores do trade esperam da área?
DM -
Esperamos que acelerem e finalizem a obra do CIC, informando a sociedade a data real de conclusão e de inauguração, para que possamos captar grandes eventos para o destino Sergipe. Turismo de eventos na atual conjuntura é quem ajudará a resgatar e suprir uma demanda negativa deixada pelo desaquecimento do turismo de negócios.

JLPolítica - Diária de hotel em Sergipe está com preço acima da média de outros destinos no Brasil?
DM -
Não. Não mesmo. Estamos praticando diárias de 2012 e nosso acumulado é de menos de 45% no valor da diária para os dias atuais. Posso afirmar que Sergipe hoje é o Estado de melhor custo benefício para viajar no Nordeste.

JLPolítica - Sergipe, especificamente Aracaju, não teria hotéis de menos? Ou seja, poucos leitos?
DM -
Aracaju hoje tem em média 12 mil leitos. Diria que para o cenário atual temos um conflito de oferta para uma baixa demanda, e isso resultado da falta de investimento no setor. Para suprir essa oferta, precisaríamos do turismo de negócios e eventos aquecidos e um trabalho pujante de promoção do destino para aumentarmos a demanda do turismo de lazer. Acredite: Aracaju tem potencial turístico. É preciso um trabalho sério, estratégico e planejado. Se saíssemos das promessas políticas e fôssemos para a prática, hoje ao invés dos hotéis estarem hibernando, estaríamos ampliando a oferta deles. Os governantes precisam apostar financeiramente e ter estratégias para reverter os números negativos atuais no setor. Vale a pena copiar nossos vizinhos como case de sucesso. Digo que Salvador está driblando a crise com investimentos no turismo e em Maceió hoje o turismo é a fonte de renda, empregos e impostos que ultrapassa culturas seculares, como a cana de açúcar e a indústria como um todo. Não permitam que hotéis e turismo de Sergipe hibernem.  

JLPolítica - O que falta para que o turismo religioso em Sergipe se converta numa pauta boa e real?
DM -
Falta o básico! Nossas cidades históricas são ricas em igrejas, cultura, histórias e monumentos, porém precisamos estruturá-las para entrarmos na rota de turismo religioso. Turismo religioso precisa de uma atenção peculiar e de acessibilidade para que possamos atender o consumidor desse segmento. Nossas cidades precisam avançar muito, e para tanto requer o envolvimento de todos.

SERGIPE É UM DESTINO BEM-VENDIDO?
“Posso garantir que hoje temos um esforço unilateral: somente os empresários investem em marketing do destino. É preciso somar mais esforços, porque não somos sós os empresários que sairemos ganhando”

4d752b83aaecd551
Ela é filha da famosa empresária Maria Jaide Mesquita, rainha da distribuição de hortifrúti para as maiores redes de supermercados de Sergipe

JLPolítica - Como é que a senhora vê o movimento das lideranças políticas, econômica e religiosas de Itabaiana pela construção de um Centro de Peregrinação para a próxima santa Irmã Dulce dos Pobres?
DM -
Vejo isso como uma excelente iniciativa, porém sugiro que envolvam os responsáveis para que torne turístico e não apenas uma atividade religiosa. Vale uma discussão com qualidade e amadurecimento sobre o aspecto.

JLPolítica - Por que a Orla da Atalaia não pode converter-se no cenário de um Natal em nome do Nordeste inteiro, de outubro a janeiro, ao modo de Gramado, no Rio Grande do Sul?
DM -
Pode sim, mas não somente num cenário de Natal. Na minha visão, a construção paulatina de um espetáculo natalino a céu aberto na nossa Orla, que encenasse o nascimento do Menino Jesus e trouxesse e incorporasse toda uma configuração da nossa nordestinidade, nos daria sim uma referência cultural e turística não somente perante os demais oito Estados do Nordeste, como aos de outras regiões do Brasil. Faria bem ao turismo, sem dúvida, e não estaríamos competindo com Gramado. Estaríamos fundando algo a partir de uma tradição já pronta e que toca a todos os cristãos. Essa ideia me agrada. Mas é preciso criar um calendário anual de eventos – e, nele, além disso de que fala a sua pergunta, dar mais a atenção ao Carnaval, à Páscoa, ao São João, aos festivais gastronômicos, culturais, de cinema, de artes, eventos esportivos etc. Sem improvisos. Portanto, precisamos explorar melhor os espaços da Orla mais bonita do Brasil não somente com esse espetáculo natalino. Fica a sugestão de sentarmos para a elaboração desse calendário de entretenimento contínuo e profissionalizado. E por falar em Orla da Atalaia, ela precisa de reparos urgentes. Está visivelmente abandonada.

JLPolítica - Qual o conceito da senhora a gestão de ACF Sobrinho à frente da Abih/SE?
DM -
Ele faz uma gestão com olhos de águia. É um presidente de coragem, força, garra e ousadia. Certamente, o melhor nome para presidir a Abih-SE no cenário atual. É um líder nato, que sabe ousar e se reinventar na crise. ACFS planeja e age. Soube agregar os empresários, convencendo-os a não esperar pelo governo e seguir. Ele é um daqueles gestores que maximizam com pouco. Através da sua inquietude e ousadia, o turismo está na mídia. Ele desenvolveu um cronograma de ações exequíveis: vídeo do destino Sergipe, capacitações de agentes pelo Brasil afora, campanhas de valorização do turismo, promoção do destino com as operadoras parceiras, campanha de mídia digital. A Abih-SE está em boas mãos. Parabenizo o presidente Antonio Carlos Franco Sobrinho e que ele continue ousando, transformando obstáculos em oportunidades e mostrando que é com trabalho e profissionalismo que se faz um turismo forte.

O INVESTE TURISMO E A GOVERNANÇA DO SETOR
“O Investe Turismo irá fortalecer a governança do turismo, capacitando e integrando os setores públicos e privados. Como também irá promover famtours com os principais agentes de viagens dos destinos emissores para Sergipe e Presstrips”

4efbda3b05b1f9c1
Pelo turismo de Sergipe, Daniela pula as fronteiras do Brasil, como neste caso em que ela foi a Buenos Aires, Argentina