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Entrevista

Jozailto Lima

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Danielle Garcia: “Nosso compromisso é com um mandato eficiente e humanizado”

“Não será um caminho fácil a ser trilhado. Mas estamos confiantes”

A bacharela em direito e delegada da Polícia Judiciária do Estado de Sergipe Danielle Garcia pode até ser uma neófita, uma caloura, nesse negócio de eleições, de disputas eleitorais. E o é.

Mas nem de longe isso a intimida ou a desanima no projeto de tentar ser a sucessora do prefeito Edvaldo Nogueira, em Aracaju, nas eleições de outubro deste ano.

Para isso, Danielle já foi sacramentada pelo grupo do Cidadania como a pré-candidata a prefeita, tendo o emergente senador Alessandro Vieira como uma espécie de padrinho.

Danielle Garcia, no entanto, não chega, aos 43 anos, para a sua primeira eleição como uma menininha mimada, esperando que façam por ela o que lhe é dever num páreo tão áspero como o de tentar ser prefeita da principal e maior cidade sergipana, ainda mais tentando desbancar um prefeito que busca a reeleição e um governador de Estado que o apoia.

“O sentimento de esperança de ver nossa cidade mudar de verdade, com a prestação de serviços eficientes e com qualidade, é o que nos move. Sabemos que é possível, existem ótimos exemplos de gestões municipais com esse perfil e coloco meu nome à disposição dos aracajuanos para fazer isso acontecer em nossa cidade”, diz Danielle.

“As escolhas e as decisões já foram tomadas e não vejo possibilidade de mudanças no que está posto. Não será um caminho fácil a ser trilhado, afinal a nossa perspectiva é a de que estaremos mudando paradigmas. Mas estamos confiantes”, reforça Danielle.

E a propósito de começar logo sentando na janela de uma grande disputa, Danielle avisa sem se intimidar. “Se pensarmos por essa lógica, somente os políticos já em atuação poderão ser eleitos chefes do Poder Executivo. Será que essa é a melhor saída? E esses “políticos de carreira” um dia não começaram sem nunca terem atuado nessa seara?”, questiona.

Sim, mas é oportuno lembrar de que, se a moça é neófita - e não deve de haver nada contrário mesmo aos novos - em embates eleitorais, não o é em outras searas e esferas da vida pública. “Sinto-me totalmente preparada. Nos últimos anos, trabalhei absolutamente fora da minha zona de conforto, enfrentando grandes batalhas e muitos desafios. Não será diferente agora”, diz.

“Coloco-me à disposição dos aracajuanos para fazer uma nova gestão, com boas políticas e práticas de gestão pública, e tudo isso com as marcas da transparência, da eficiência e do implacável combate à corrupção já conhecidas pelo povo aracajuano em minha atuação, por exemplo quando estive coordenando o Deotap à frente de operações como a Indenizar-se, a Avalanche e a Torre de Babel”, diz ela.

Deotap - assim mesmo em caixa alta e baixa - é Departamento de Crimes Contra a Ordem Tributária, por onde Danielle passou, fez um bom trabalho, e de onde foi ejetada a fórceps pelo ex-governador Jackson Barreto, MDB.

Ela, no entanto, admite que sabe e que saberá, sim, separar a condição de uma delegada de polícia da de uma eventual executiva de uma Prefeitura de porte avantajado como a de uma capital.

“A proposta é fazer uma gestão ética, transparente e cidadã. É solucionar os principais problemas da cidade sem atitudes politiqueiras, verdadeiramente preocupada com o anseio do povo aracajuano”, diz.

“Os aracajuanos estão cansados. O nosso compromisso é o de entregar os melhores serviços públicos para mudar essa realidade. Temos um Plano Diretor sem atualização há quase 20 anos, pessoas morando ainda em lugares insalubres e degradados, um transporte público ineficiente e com uma das tarifas mais caras do Brasil”, complementa.

Nessa Entrevista Domingueira, Danielle Garcia diz que o modo como o grupo do Cidadania chegou ao seu nome como pré-candidata apazigua a todos, aposta que Emília Correa vai estar rente e ciente com ela, diz que Edvaldo Nogueira não entrega o que a cidade merece e que tem o senador Alessandro Vieira como um “grande amigo”.

“Ele representa a esperança do sergipano na boa política, na possibilidade de mudar a forma como a política é feita, sem conchavos e sim voltada para as necessidades do povo sergipano. Alessandro é uma grande inspiração para todas as pessoas que querem contribuir com a política e fazer a sua parte para a mudança efetiva da vida da nossa gente”, diz.

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“Os aracajuanos estão cansados. O nosso compromisso é o de entregar os melhores serviços públicos para mudar essa realidade", promete a pré-candidata do Cidadania
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Danielle Garcia Alves nasceu no dia 26 de dezembro de 1976 em Aracaju

PÉ NA ESTRADA E CONFIANÇA NAS MUDANÇAS
“As escolhas e as decisões já foram tomadas e não vejo possibilidade de mudanças no que está posto. Não será um caminho fácil a ser trilhado, afinal a nossa perspectiva é a de que estaremos mudando paradigmas. Estamos confiantes”

LPolítica - De antemão, quais são os horizontes que a senhora vislumbra para a sua pré-candidatura a prefeita de Aracaju? Pode haver mudança de curso?
Danielle Garcia -
As escolhas e as decisões já foram tomadas e não vejo possibilidade de mudanças no que está posto. Não será um caminho fácil a ser trilhado, afinal a nossa perspectiva é a de que estaremos mudando paradigmas. Mas estamos confiantes.

JLPolítica - Aquela pesquisa da Certa, que serviu para lhe sacramentar como pré-candidata, apazigua mesmo todo o povo do Cidadania e aliados em torno do seu nome?
DG -
Estamos bem alinhados nesse projeto. Todas as decisões foram tomadas em conjunto, com a participação ativa de todos do grupo Cidadania e dos demais partidos. As pesquisas apontaram meu nome como uma candidata em potencial e o grupo chancelou a opinião dos aracajuanos.

JLPolítica - A senhora não conta com o corpo mole da vereadora Emília Correa na campanha?
DG -
De jeito nenhum. Emília é um amiga querida, integrante atuante do nosso grupo e que, como já foi declarado por ela inúmeras vezes, apoia a minha pré-candidatura.

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Observada pelo seu chefe, à época. Ela comandava o Deotap e Alessandro era delegado geral da Polícia Cilvil de Sergipe

SEM RAZÃO PARA DUVIDAR DO INSTITUTO CERTA
“A última pesquisa do Instituto Certa traz dados já conhecidos de outras pesquisas. Todas as pesquisas anteriores me colocavam em situação de competitividade com o atual prefeito, inclusive com vantagem em um eventual segundo turno. Então, não há muita novidade nisso”

JLPolítica - Por aquela pesquisa, a senhora acha mesmo que o seu nome esteja ombro a ombro - 21% a 21% -, com Edvaldo Nogueira?
DG -
A última pesquisa do Instituto Certa traz dados já conhecidos de outras pesquisas. Todas as pesquisas anteriores me colocavam em situação de competitividade com o atual prefeito, inclusive com vantagem em um eventual segundo turno. Então, não há muita novidade nisso.

JLPolítica - A senhora estranhou as críticas feitas pelos governistas ao instituto que lhe deu esse resultado?
DG -
As críticas são infundadas, na medida em que a lei que dispõe sobre partidos políticos autoriza que eles criem seus próprios institutos e paguem suas pesquisas através do Fundo Partidário ou de recursos próprios, conforme previsão do artigo 44 da lei 9.096/95. Veja: artigo 44. Os recursos oriundos do Fundo Partidário serão aplicados: I - Na manutenção das sedes e serviços do partido, permitido o pagamento de pessoal, a qualquer título, observado, do total recebido, os seguintes limites: (Redação dada pela Lei nº 13.165, de 2015) – A - 50% para o órgão nacional - (incluído pela Lei nº 13.165, de 2015). B - 60% (sessenta por cento) para cada órgão estadual e municipal; (Incluído pela Lei nº 13.165, de 2015). II - Na propaganda doutrinária e política; III - No alistamento e campanhas eleitorais; IV - na criação e manutenção de instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política, sendo esta aplicação de, no mínimo, 20% do total recebido. Ademais, a pesquisa do Instituto Certa, que está devidamente registrada no TRE, pode ser perfeitamente auditável. Talvez o incômodo gerado seja por causa do resultado, pois a oposição sabe que se trata de um resultado fiel ao que dizem as ruas de Aracaju.

JLPolítica - A senhora não viu muita dicotomia entre os resultados da Certa e da Única, com esta botando Edvaldo Nogueira com 30% e a senhora com 11% das intenções de voto num período bem próximo?
DG -
Não tenho por que duvidar da pesquisa do Instituto Certa, que sei exatamente como foi realizada e conheço todos os indicadores.

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Agora, reencontram-se. Ela é correligionária do senador, no Cidadania

SEGURA PRA ENFRENTAR O PANCADÃO DA CAMPANHA
“Sinto-me totalmente preparada. Nos últimos anos, trabalhei absolutamente fora da minha zona de conforto, enfrentando grandes batalhas e muitos desafios. Não será diferente agora”

JLPolítica - A senhora conhece as variações nos resultados de pesquisas eleitorais por aqui?
DG -
Esse é um problema histórico em Sergipe. A experiência em Sergipe tem demonstrado uma discrepância grande entre os resultados apresentados por alguns institutos de pesquisas e a realidade das urnas. Temos como exemplo o caso de Rogério Carvalho em 2014, Dr. Emerson em 2016 e do próprio senador Alessandro Vieira em 2018. Não posso deixar de citar que em dezembro de 2019, o Instituto Padrão já apontava um empate técnico entre Edvaldo e o nosso agrupamento.

JLPolítica - A senhora se sente preparada para o pancadão de uma campanha eleitoral de uma cidade politizada como Aracaju?
DG -
Sinto-me totalmente preparada. Nos últimos anos, trabalhei absolutamente fora da minha zona de conforto, enfrentando grandes batalhas e muitos desafios. Não será diferente agora.

JLPolítica - Que tipo de proposta a senhora e seu grupo levarão aos eleitores da capital para tentar ganhar o Governo Municipal?
DG -
A proposta é fazer uma gestão ética, transparente e cidadã. É solucionar os principais problemas da cidade sem atitudes politiqueiras, verdadeiramente preocupada com o anseio do povo aracajuano. Há quantos anos a população sofre com os alagamentos em períodos de chuva? Temos apenas cerca de 50% de esgotamento sanitário na cidade, um Plano Diretor sem atualização há quase 20 anos, pessoas morando ainda em lugares insalubres e degradados, um transporte público ineficiente e com uma das tarifas mais caras do Brasil. Os aracajuanos estão cansados. O nosso compromisso é o de entregar os melhores serviços públicos para mudar essa realidade.

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Pelo Cidadania, foi constituida pré-candidata à prefeita de Aracaju

SE OFERECE COM AS MARCAS DA TRANSPARÊNCIA
“Coloco-me à disposição dos aracajuanos para fazer uma nova gestão, com boas políticas e práticas de gestão pública, e tudo isso com as marcas da transparência, da eficiência e do implacável combate à corrupção já conhecidas pelo povo aracajuano em minha atuação”

JLPolítica - A senhora não vê diferenças básicas e muito elementares entre ser uma delegada de Polícia Judiciária e uma executiva-chefe da Prefeitura de uma capital?
DG -
Claro que são atividades diferentes. Porém, se pensarmos por essa lógica, somente os políticos já em atuação poderão ser eleitos chefes do Poder Executivo. Será que essa é a melhor saída? E esses “políticos de carreira” um dia não começaram sem nunca terem atuado nessa seara? Coloco-me à disposição dos aracajuanos para fazer uma nova gestão, com boas políticas e práticas de gestão pública, e tudo isso com as marcas da transparência, da eficiência e do implacável combate à corrupção já conhecidas pelo povo aracajuano em minha atuação, por exemplo quando estive coordenando o Deotap à frente de operações como a Indenizar-se, a Avalanche e a Torre de Babel.

JLPolítica - A senhora tem pretensão de fazer da campanha um caso de polícia?
DG -
Obvio que não! A minha pretensão é a de apresentar propostas de uma gestão ética e eficiente, como já dito. Os casos de polícia serão resolvidos pela polícia. Confesso que não entendo o medo de alguns de que uma policial que trabalhou por nove anos no combate à corrupção chegue ao posto máximo do Executivo municipal.

JLPolítica - O que lhe leva a achar que o eleitor aracajuano compreenderá o projeto de vocês da chamada nova política e lhes dará uma oportunidade?
DG -
Primeiro, não chamaria de nova política e sim boa política. O eleitor aracajuano já conhece nosso projeto político, inclusive com a aprovação da maioria nas eleições de 2018 com a eleição do nosso senador Alessandro Vieira. As novas práticas políticas já estão em vigência na atuação do mandato de Alessandro, que faz uma gestão ética, com transparência e ouvindo a população sergipana, o mesmo caminho que seguiremos.

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“Sinto-me totalmente preparada", assegura, sobre o novo desafio

CONCEITO QUE TEM DO GOVERNO DE EDVALDO
“É o de um governo tímido e ineficiente em políticas públicas que efetivamente melhorem a vida dos aracajuanos. Sem qualquer controle das entregas, o governo dele move-se apresentando obras eleitoreiras e resultados maquiados”

JLPolítica – Qual o perfil que o seu grupo espera encontrar no ou na pré-candidato/a a vice-prefeito/a?
DG -
Uma pessoa com história de compromisso com a gestão pública e que tenha coragem de enfrentar o bom combate à corrupção.

JLPolítica – A senhora ainda sonha com a possibilidade de vir a ser Emília, que já disse não aceitar esse posto?
DG -
Emília já declarou que irá para a reeleição de vereadora e não tenho dúvidas de que sairá vencedora e será um grande reforço para a nossa gestão na Câmara de Aracaju.

JLPolítica – Qual é o seu conceito do governo praticado por Edvaldo Nogueira na Prefeitura de Aracaju?
DG -
É o de um governo tímido e ineficiente em políticas públicas que efetivamente melhorem a vida dos aracajuanos. Sem qualquer controle das entregas, o governo dele move-se apresentando obras eleitoreiras e resultados maquiados. Uma gestão voltada para resultados imediatistas, sem solução efetiva dos problemas e, principalmente, distante da população. 

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Para disputar a Prefeitura do seu torrão natal, deixou a equipe do ministro Sérgio Moro, em Brasilia. Repatriou-se

FUGINDO AO RÓTULO DE BOLSONARISTA
“Tenho como premissa o combate à corrupção associado à redução das desigualdades. Sei o quanto o desvio de recursos impacta na prestação de serviços básicos para a população. É isso o que defendo e seguirei defendendo”

JLPolítica - A senhora se define, politicamente, de direita, de centro-direita ou de centro?DG - Essa polarização não define há muito tempo a política no Brasil, na América Latina e no mundo inteiro. Nosso compromisso é com um mandato eficiente e humanizado, que escute e atenda de fato o que o povo de Aracaju precisa. Um mandato que represente toda a população.

JLPolítica - A senhora se vê num segundo turno no processo sucessório deste 2020?
DG -
O processo eleitoral ainda está no início, mas todas as pesquisas e, principalmente, o sentimento das ruas indicam isso.

JLPolítica - Entre aguerrida, moderada ou não está nem aí, a senhora é que tipo de bolsonarista?
DG -
Não acredito em rótulos. Tenho como premissa o combate à corrupção associado à redução das desigualdades. Sei o quanto o desvio de recursos impacta na prestação de serviços básicos para a população. É isso o que defendo e seguirei defendendo.

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“Tenho como premissa o combate à corrupção associado à redução das desigualdades", pontua, sobre a sua plataforma para a cata dos votos

SEM TEMER PERFIL ANTI-BOLSONARISTA DO ARACAJUANO
“O perfil verdadeiro do aracajuano é de gente séria, honesta e trabalhadora e que quer resolver os problemas de verdade. Eu sei que posso atender a essa demanda”

JLPolítica - No segundo turno da eleição de 2018, Fernando Haddad obteve 52,76% e Jair Bolsonaro, 47,24% dos votos de Aracaju. A senhora teme esse perfil mais à esquerda do aracajuano?
DG -
Não temo. O perfil verdadeiro do aracajuano é de gente séria, honesta e trabalhadora e que quer resolver os problemas de verdade. Eu sei que posso atender a essa demanda.

JLPolítica - A senhora conta com a vinda do ministro Sérgio Moro à campanha em sua ajuda?
DG -
Em nenhum momento tomei a decisão de ser pré-candidata pensando em um eventual apoio do ministro Sérgio Moro, a quem muito admiro, até porque a nossa relação em Brasília sempre foi extremamente técnica.

JLPolítica - O que lhe acrescentou de experiência esse período em que a senhora trabalhou diretamente no Ministério dele, no combate à corrupção nacional?
DG -
Trabalhar no Ministério da Justiça e Segurança Pública agregou ainda mais conhecimento e experiência no combate à corrupção, em razão da atuação bem próxima de policiais federais experientes e que estiveram envolvidos nas maiores operações policiais do país, como a Lava Jato. 

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Em Brasilia. Com o ex-chefe Sérgio Moro, jura que teve apenas uma relação de natureza técnica. Nada de ponga no prestígio político

O SENTIMENTO MUDAR DE VERDADE É O QUE A MOVE
“O sentimento de esperança de ver nossa cidade mudar de verdade é o que nos move. Sabemos que é possível, existem ótimos exemplos de gestões com esse perfil e coloco meu nome à disposição dos aracajuanos para fazer isso acontecer em nossa cidade”

JLPolítica - A senhora vê alguma semelhança entre a eleição de 2018 e a de 2020 no acolhimento eleitoral a figuras vindas da polícia, da magistratura e dos Ministérios Públicos?
DG -
Acho que cada eleição é única e acredito que o desejo de renovação é muito presente nos eleitores.

JLPolítica - O que realmente lhe move?
DG -
O sentimento de esperança de ver nossa cidade mudar de verdade, com a prestação de serviços eficientes e com qualidade é o que nos move. Sabemos que é possível, existem ótimos exemplos de gestões municipais com esse perfil e coloco meu nome à disposição dos aracajuanos para fazer isso acontecer em nossa cidade.

JLPolítica - Qual seria ou será o papel do senador Alessandro Vieira na sua campanha?
DG -
Mais do que uma figura pública e líder político, Alessandro é um grande amigo. Ele representa a esperança do sergipano na boa política, na possibilidade de mudar a forma como a política é feita, sem conchavos e sim voltada para as necessidades do povo sergipano. Alessandro é uma grande inspiração para todas as pessoas que querem contribuir com a política e fazer a sua parte para a mudança efetiva da vida da nossa gente.

JLPolítica - Afinal, a senhora é ou não uma devedora de IPTU ao município de Aracaju?
DG -
Não sou uma devedora. Meu apartamento estava alugado há anos e, em abril de 2019, o inquilino devolveu-me o imóvel. Em maio de 2019, nas vésperas de me mudar para Brasília, tomei conhecimento de que havia um processo de execução fiscal contra mim na esfera do IPTU. De imediato, me dirigi à Prefeitura de Aracaju e parcelei a dívida. O mais interessante e curioso é que nenhum oficial de justiça, até aquele momento, havia conseguido me notificar, mesmo sendo eu uma funcionária pública. A última parcela do acordo foi paga no dia 13 de janeiro, e eu tenho todos os comprovantes comigo.

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Um recuo a 24 de abril de 2017. Coletiva da Torre de Babel, operação que mirou a licitação do lixo em Aracaju