Interviewer e7db9f0f739c1f77

Entrevista

Jozailto Lima

Compartilhar
Cover image 245b20e518221dd7

Fábio Reis: “Belivaldo Chagas é firme e não tolera preguiça”

Publicado em 21 de abril de  2018, 20:00h

“Não podemos terceirizar os destinos de Sergipe”

O deputado federal Fábio Reis, MDB, tem sangue político nas veias. E um sangue que vem de longe: ele é a terceira geração dos Reis. É o segundo dos sete filhos do ex-deputado estadual, ex-deputado federal e ex-prefeito de Lagarto Jerônimo Reis e neto do também ex-deputado estadual e ex-prefeito lagartense Artur Reis.

Olhado à distância, Fábio Reis soa como um agente político tímido. Meio ensimesmado. Discreto em suas ações e exposições. Mas de perto, tem traços de extrovertido e carismático. É diferente. “Dificilmente alguém não gosta dele”, diz o irmão e guru Sérgio Reis, do alto da sua suspeição.

Discutindo e “lendo” a política, a personalidade de Fábio Reis se impõe dentro de uma média justa. Boa. Ele atina super bem. E acha que, por essa lógica, os sergipanos poderão carimbar seu passaporte de volta para Brasília nas eleições deste ano, mandando-lhe cumprir o terceiro mandato de deputado a partir de 2019. “Tenho certeza de que quando as pessoas analisarem nosso desempenho, vão chegar à conclusão de que vale a pena ter Fábio Reis mais quatro anos na Câmara Federal”, diz.

Pela leitura dele, essa permissão viria consubstanciada no trabalho que os seus dois mandatos fizeram em favor de Sergipe e de seus agentes públicos. O parlamentar contabiliza que conseguiu carrear cerca de R$ 171 milhões via emendas do Orçamento da União para obras e serviços nos diversos municípios sergipanos nestes quase oito anos.

Ele tem boa impressão das emendas enquanto instituição com aparência executiva no legislativo. “Acredito que é um complemento às ações do mandato. Em Brasília, mesmo com iniciativas de interesse coletivo, a aprovação de um projeto de sua autoria pode nunca sair do papel. Neste caso, uma atividade complementar, mas importante, são essas emendas, as quais podemos destiná-las para os municípios, financiando obras ou adquirindo equipamentos. É uma ação que se torna mais visível e compreensível para o cidadão”, diz.

Segundo Fábio Reis, sua ação já contemplou a cidade de Lagarto em quase 30 inciativas. Mesmo que nos últimos 16 meses o prefeito, Valmir Monteiro, lhe seja um opositor. “Já destinei para Lagarto mais de R$ 45 milhões. Foram recursos para diversas áreas, como saúde, educação, infraestrutura urbana, agropecuária, esporte, turismo, lazer e segurança. Ao todo, são 28 obras executadas com recursos de emenda parlamentar nossa”, revela.

Ainda no campo da leitura política, Fábio Reis captura bem Belivaldo Chagas na sua chegada ao governo definitivo nestes oitos meses e no seu estilo duro, e como pré-candidato ao Governo. “Belivaldo chegou com seu estilo próprio de governar. E essa é a primeira vez que ele não é um governador em exercício. Nesses primeiros dias, já percebemos qual sua linha de trabalho: firme e sem tolerar preguiça ou incompetência”, diz. Por esses princípios e outros aspectos, Fábio vê boas chances de ele se reeleger governador.

Assim como ele também vê chances na eleição de Jackson Barreto ao Senado. “Será um candidato a senador forte, com passado, luta e trabalho para mostrar aos sergipanos. Jackson Barreto geriu o Estado com responsabilidade, transparência e democracia, ouvindo a todos e sempre buscando fazer uma administração voltada para os sergipanos, sem caprichos pessoais ou familiares”, avalia.

613c53c0ae92bbd5
Transitava com facilidade no Governo Dilma, mas disse um objetivo sim a seu impeachment e ficou com Temer
Internal image 078621e520224ce5
Sua dinastia, os Reis esteve com Déda. Rompeu e, em 2006, apoiou João Alves, que não conseguiu se reeleger governador, derrotado exatamente por Déda

RECURSOS DISTRIBUÍDOS DE FORMA IGUALITÁRIA
“Procuro sempre distribuir de forma igualitária, privilegiando municípios das mais diversas regiões, como Sertão, Sul, Centro-Sul, Baixo São Francisco, Agreste. Todas dispõem de emendas destinadas pelo nosso mandato”

JLPolítica - Durante os quase oito anos de deputado federal, seu mandato carreou para municípios de Sergipe mais de R$ 170 milhões em forma de recursos do orçamento via emendas. Esse modelo confere mais peso executivo aos mandatos e relativiza o aspecto legislativo nas duas Casas do Congresso Nacional?
Fábio Reis -
Acredito que é um complemento às ações do mandato. Como legislador, temos como função principal a elaboração e a aprovação de leis e fiscalização do Executivo. No entanto, em Brasília, mesmo com iniciativas de interesse coletivo, a aprovação de um projeto de sua autoria pode nunca sair do papel. Neste caso, uma atividade complementar, mas importante, são essas emendas parlamentares, as quais podemos destiná-las para os municípios, financiando obras ou adquirindo equipamentos. É uma ação que se torna mais visível e compreensível para o cidadão.

JLPolítica - O senhor vê alguma semelhança desse modelo de distribuição de recursos via emendas com o parlamentarismo?
FR -
Pode haver uma pequena semelhança, mas se distancia do que realmente seja um governo parlamentarista. No Brasil, a execução ainda fica a cargo do poder Executivo, que detém os recursos. Mesmo com a criação das emendas impositivas, a concentração de poderes, da execução dos programas, convênios e obras fica com o governo.

3acd3c52a4c30116
Família federal: o irmão, Sérgio; e o pai, Jerônimo, também já foram deputados federais

LAGARTO CONTEMPLADO COM MAIS DE R$ 45 MILHÕES
“Já destinei para Lagarto mais de R$ 45 milhões. Foram para diversas áreas, como saúde, educação, infraestrutura, agropecuária, esporte, turismo, lazer e segurança. São 28 obras executadas com recursos de emenda parlamentar nossa”

JLPolítica - O carreamento de recursos da União via seu mandato tem preponderância para que regiões do Estado de Sergipe?
FR -
Procuro sempre distribuir de forma igualitária, privilegiando municípios das mais diversas regiões, como Sertão, Sul, Centro-Sul, Baixo São Francisco, Agreste. Todas essas regiões dispõem de emendas destinadas pelo nosso mandato.

JLPolítica - Nestes 14 meses da gestão de Valmir Monteiro, PSC, à frente da Prefeitura, seu mandato conseguiu algum recurso para a cidade de Lagarto?
FR - Já destinei para Lagarto mais de R$ 45 milhões. Foram recursos para diversas áreas, como saúde, educação, infraestrutura urbana, agropecuária, esporte, turismo, lazer e segurança. Ao todo, são 28 obras executadas com recursos de emenda parlamentar nossa. Já entregamos seis obras completas, que são a construção e a pavimentação da praça no povoado Pindoba, a revitalização da Praça da Piedade, a construção da Praça da Igreja Santa Luzia, no bairro Alto da Boa Vista; as praças Joana Gomes, no bairro Libório e Santa Terezinha, no bairro Novo Horizonte, além da ampliação e modernização do campo de futebol Taticão, que entregamos na última quinta-feira, 19.

653e7c1f7fa0e15a
Chegou ao Congresso Nacional em 2011, ainda com a tranquilidade dos cabelos negros

GESTORES ACORDARAM PARA MELHOR PREPARO TÉCNICO
“Recebemos diversos prefeitos com projetos bem elaborados, aguardando apenas a liberação dos recursos. Os gestores acordaram para preparar melhor as gestões de forma técnica. Só assim é possível trazer recursos federais”

JLPolítica - O senhor acha que os prefeitos municipais e seus técnicos e secretários estão bem na concepção de projetos, ou deveriam melhorar mais, para tentar obter mais recursos junto aos parlamentares e aos órgãos da União?
FR -
Entendo que as dificuldades dos municípios são enormes devido à crise financeira. As prefeituras menores, principalmente, estão tendo dificuldade para manter o básico, como salários de servidores, merenda, transporte escolar, abastecimento da frota e outros serviços. Para esses casos, contratar equipe técnica é realmente um sacrifício, mas com criatividade e ajustando a máquina, isso é possível, pois recebemos em nosso gabinete diversos prefeitos e prefeitas com projetos bem elaborados, aguardando apenas a liberação dos recursos. Acredito que os gestores acordaram para essa carência urgente de preparar melhor as gestões de forma técnica. Só assim é possível trazer recursos federais para os seus municípios.

JLPolítica - A relação política dos opositores em Lagarto hoje em dia, com Valmir Monteiro fazendo uma terceira via sem ser nem um e nem outro, é menos tensa do que quando imperavam somente o Bole-Bole e Saramandaia?
FR -
Lagarto sempre terá uma política acirrada. Isso está em seu povo. De certa forma, isso é bom, pois exige do agrupamento que está no poder que trabalhe dobrado, porque ele sabe que tem uma oposição que acompanha cada ação e aponta cada erro. Só lamento quando as críticas partem para as agressões, porque isso não é correto em qualquer disputa de espaço, seja num município ou estado. É preciso que haja o embate, mas sempre com respeito.

Ad768839a29a0304
Vai tentar chegar ao terceiro mandato com a preocupação dos cabelos brancos

ACIRRAMENTO DA POLÍTICA DE LAGARTO É BOM
“Lagarto sempre terá uma política acirrada. Está em seu povo. De certa forma, é bom, pois exige do agrupamento que está no poder que trabalhe dobrado, porque sabe que tem oposição que acompanha cada ação e aponta erro”

JLPolítica - Passa pela cabeça do senhor um dia ser prefeito da cidade de Lagarto, como foram seu pai Jerônimo e seu avô Artur?
FR -
Ser prefeito da cidade onde você nasceu, se criou e vive é uma honra para qualquer político. Identifico-me muito hoje com o Legislativo. Nele, também posso ajudar muito a Lagarto, como venho fazendo, e também a outras cidades. Por enquanto, esse não é um projeto prioritário em nossa carreira política. Mas não deixa de ser uma honra grande administrar Lagarto um dia.

JLPolítica - O senhor vai à reeleição de deputado federal este ano, na tentativa de obter um terceiro mandato. O extrato dos seus dois mandatos lhe valida e garante esse retorno?
FR -
Acredito que sim. Minha dedicação ao mandato é integral. Não faço outra coisa a não ser trabalhar dentro do mandato. Não sou um homem de negócios ou dividido com outras instituições. O que faço é focar o máximo do meu empenho em prol de Sergipe, seja reivindicando, cobrando, trazendo obras. Tenho uma enorme lista de ações que já estão sendo divulgadas como prestação de contas. E tenho certeza que quando as pessoas analisarem nosso desempenho, vão chegar à conclusão que vale a pena ter Fábio Reis mais quatro anos na Câmara Federal.

9114239ae00bfafe
Chegou ao segundo mandato no mesmo palanque de Jackson e Rogério. Agora, com Rogério e o PT, não vai

É HONRA GRANDE ADMINISTRAR LAGARTO UM DIA
“Ser prefeito da cidade onde você nasceu, se criou e vive é uma honra para qualquer político. Identifico-me muito hoje com o Legislativo
. Mas não deixa de ser uma honra grande administrar Lagarto um dia”

JLPolítica - Como é que foi a sua participação interna na Câmara nos dois mandatos? O senhor chegou a fazer parte de quantas comissões temáticas nestes oito anos?
FR -
Faço parte das Comissões de Ciência e Tecnologia, da de Seguridade Social e Família, do Esporte e do Turismo, além da Comissão Especial da Lei das Licitações. Ao longo do mandato, fui membro da Comissão de Viação e Transportes, CPI do Bndes, Telecomunicações, entre outras.

JLPolítica - Que projeto significativo seu mandato apresentou e aprovou?
FR -
A Câmara dos Deputados aprovou nosso projeto de lei que prevê aumento da pena para quem facilitar o acesso ou o uso de aparelhos celulares dentro de penitenciárias. Este PL tramita agora no Senado Federal. Também já apresentei diversos outros projetos de lei que beneficiam a população e estão em tramitação nas Comissões da Casa.

16c4f38357b5d663
A suspeita, é que pode votar em André e Jackson para o Senado. Sérgio, o irmão, pode ser o primeiro suplente de JB

FOCO MÁXIMO EM PROL DE SERGIPE
“Minha dedicação ao mandato é integral. Não faço outra coisa a não ser trabalhar no mandato. Não sou um homem de negócios ou dividido com outras instituições. Foco o máximo do meu empenho em prol de Sergipe”

JLPolítica - Pela participação de uma candidatura do deputado estadual Gustinho Ribeiro, o senhor acredita nas chances de o município de Lagarto ter dois filhos na Câmara Federal?
FR -
Lagarto tem potencial político para ter dois deputados federais, mas não acredito na candidatura de Gustinho Ribeiro, até porque a sua irmã, Polyana Ribeiro, desincompatibilizou-se do cargo de secretária de Assistência Social de Salgado para concorrer no lugar dele numa disputa a deputada estadual. Se a família tivesse tanta certeza da viabilidade jurídica de Gustinho, Polyana não sairia do cargo. Portanto, não creio que ele seja candidato a federal.

JLPolítica - O senhor acha que Jackson Barreto tem possibilidade de sucesso numa eventual candidatura para o Senado?
FR -
Claro que sim. Desde que assumiu o Governo, naquele momento triste para todos nós, com o falecimento repentino de Marcelo Déda, e logo após sua vitória em outubro de 2014, Jackson Barreto geriu o Estado com responsabilidade, transparência e democracia, ouvindo a todos e sempre buscando fazer uma administração voltada para os sergipanos, sem caprichos pessoais ou familiares. Foi punido injustamente porque atravessou a maior crise econômica do país, mas sem perder a esperança e o foco nos desafios. Será um candidato a senador forte, com passado, luta e trabalho para mostrar aos sergipanos.

7a124d1c260788b3
O palanque para o Governo é o do Galeguinho Belivaldo Chagas

NÃO ACREDITO NA CANDIDATURA DE GUSTINHO
“Lagarto tem potencial político para ter dois deputados federais, mas não acredito na candidatura de Gustinho Ribeiro. Sua irmã, Polyana, desincompatibilizou-se do cargo de secretária de Salgado para concorrer no lugar dele a deputada estadual”

JLPolítica - As manifestações do seu irmão, o ex-deputado federal Sérgio Reis, de que vai disputa a indicação para a vaga de candidato a primeiro suplente na chapa de Jackson é para valer e um interesse dos Reis?
FR - A família Reis tem um passado de trabalho e muitas conquistas não só para Lagarto, mas para todo o Estado, através dos mandatos do meu avô, do meu pai e agora do meu. São mais de três décadas dedicadas ao interesse público de Sergipe. Uma partic
ipação de Sérgio Reis na chapa de Jackson Barreto, como suplente, só referendaria esse nosso trabalho. Mas não existe nenhum tipo de pressão para isso. Jackson sabe a forma como nos relacionamos com ele e com o seu governo. Sempre buscando parcerias e ajudando nas vezes em que fomos procurados.

JLPolítica - A troca do MDB pelo PSD por parte do vice-governador Belivado Chagas às vésperas de virar governador efetivo foi ruim para o seu partido, ou isso é indiferente?
FR -
Dentro do jogo político e democrático, é preciso tomar decisões. E antes de tomá-las, o político precisa avaliar os prós e os contras. O PSD é um partido grande em Sergipe. Tem um excelente quadro, faz parte do bloco governista e também tem ajudado o governo estadual. Lógico que ter um governador do MDB fortalece o partido, mas isso não nos enfraqueceu. Vimos com naturalidade, porque o projeto maior é garantir a permanência do atual projeto de governo que, mesmo em meio à crise financeira nacional, vem administrando o estado com ética, transparência e responsabilidade, independentemente do partido.

A9e08b218ad40add
Ainda não experimentou a oposição em Brasília. Esteve com Dilma, está com Temer. Na foto, entre ele e Sérgio, o então ministro da Educação, Aloízio Mercadante, do PT

CHANCES DE JACKSON BARRETO PARA O SENADO
“Será um candidato a senador forte, com passado, luta e trabalho para mostrar aos sergipanos. Jackson geriu o Estado com responsabilidade e transparência, ouvindo a todos e sem caprichos pessoais ou familiares”

JLPolítica - O MDB fez algum aquisição significativa de filiação até o dia sete deste mês?
FR - O
MDB já está bem em relação aos seus quadros. Eleição não se vence fazendo festa com filiações. Se vence com nomes que já estão no partido, que estão referendados e alinhados com a ideologia partidária. O MDB continua forte e convicto de que terá um papel fundamental para o êxito do agrupamento governista em outubro próximo. Isso é o que importa para nós.

JLPolítica - Como é que o senhor analisa o estilo direto-na-jugular adotado por Belivaldo Chagas assim que chegou ao Governo?
FR -
Cada gestor tem seu estilo. Jackson Barreto também agiu duro em muitas situações. Mas Belivaldo chegou com seu estilo próprio de governar. E essa é a primeira vez que ele não é um governador em exercício. Nesses primeiros dias já percebemos qual sua linha de trabalho: firme e sem tolerar preguiça ou incompetência. São essas características que a sociedade deseja em um gestor público. Belivaldo começou muito bem e acredito que esse seu perfil ajudará muito para que o governo mantenha sua linha de superar as dificuldades enfrentadas.

Ae6e4b5ac3b310a3
Diz ter viabilizado R$ 171 milhões, via emendas do Orçamento da União, para os municípios sergipanos

PARTICIPAÇÃO DE SÉRGIO REIS NA CHAPA DE JB
“Uma participação de Sérgio Reis na chapa de Jackson, como suplente, só referendaria nosso trabalho. Mas não existe nenhum tipo de pressão para isso. Jackson sabe a forma como nos relacionamos com ele”

JLPolítica - Tem pertinência essa história de que a família Reis estaria em vias de emplacar Rosman Pereira na Secretaria de Estado da Saúde?
FR -
Isso tem sido uma especulação da imprensa, até porque Rosman tem feito um excelente trabalho à frente do Planejamento do Estado. E isso para nós é motivo de muita satisfação por ser uma indicação do nosso agrupamento. Mas Rosman é um soldado, e quando Belivaldo precisar dele, tenho certeza que ele estará pronto para mais uma batalha.

JLPolítica - Na sua ótica, quais as chances eleitorais de Belivado Chagas, caso ele venha a disputar o Governo de Sergipe?
FR – Belivaldo Chagas tem Chances reais de vencer a disputa, pois é um nome limpo, ético, com história, passado e um futuro que promete ser de trabalho e dedicação total a Sergipe, como ele já vem fazendo desde que assumiu a Vice-Governadoria em janeiro de 2011, no segundo governo de Marcelo Déda. São anos de vida pública com uma história pessoal que os sergipanos conhecem bem. Além disso, ele conta com o apoio de todo o agrupamento, que está unido ao projeto de garantir que Sergipe continue sendo administrado com ética e responsabilidade. Não podemos terceirizar os destinos de Sergipe.

58712f15cf8d4a16
E assim, levou sua tia, Goretti Reis, deputada estadual pelo PSD, para uma audiência, com o ministro da Saúde, Gilberto Occhi

ROSMAN PEREIRA SECRETÁRIO DA SAÚDE?
“Isso tem sido uma especulação da imprensa, até porque Rosman tem feito um excelente trabalho à frente do Planejamento do Estado. Mas ele é um soldado, e quando Belivaldo precisar dele, tenho certeza de que estará pronto para mais uma batalha”

JLPolítica - Como é que o senhor analisa a divisão das oposições, gerando um bloco com os Valadares e outro com Eduardo Amorim e André Moura?  Acha que isso favorece ao seu agrupamento?
FR -
Qualquer divisão é ruim, seja na oposição ou na situação. Houve uma união da oposição em 2016 que não durou nem dois anos, rompeu-se ainda em 2017. Acredito que os projetos pessoais, nesse caso, valeram mais que o interesse do grupo como um todo. Mas para nós, independentemente de a oposição vir com um ou dois candidatos, manteremos nosso projeto focado, buscando a reeleição de Belivaldo e o maior número possível de representantes no Congresso. Lógico que a política também é feita com um olho nos adversários, mas dentro de casa é onde se vence qualquer disputa. E a nossa casa está bem arrumada.

A79649f66e7a1518
É o segundo dos sete filhos do ex-deputado estadual, ex-deputado federal e ex-prefeito de Lagarto Jerônimo Reis