EDIÇÃO 2017

'Mão Amiga Cana' tem aumento de 18% em beneficiários

O acréscimo, em números absolutos, foi de 745 trabalhadores rurais, que terão acesso às quatro parcelas de R$ 190 pagas pelo governo do Estado no período da entressafra do cultivo

Por Agência Sergipe de Notícias
03 maio 2017, 10h10

Após o início do cadastramento dos beneficiários que se inscreveram na edição 2017 do Programa Mão Amiga Cana, o Departamento de Inclusão Produtiva (DIP) da secretaria de Estado da Inclusão Social verificou um aumento de 18% do número de cortadores de cana inscritos no programa. O acréscimo, em números absolutos, foi de 745 trabalhadores rurais, que terão acesso às quatro parcelas de R$ 190 pagas pelo governo do Estado no período da entressafra do cultivo.

De acordo com Heleonora Cerqueira, diretora de Inclusão Produtiva da Seidh, a constatação ocorreu após um levantamento realizado pela equipe do DIP durante a inclusão dos beneficiários no sistema. “Quando realizamos a digitação das inscrições, percebemos que saímos de 3.407 inscritos na última edição para 4.152 cadastros”, revela. Para ela, o aumento se deveu à somação de esforços entre o Estado e os municípios de atividade sulcroalcooleira na busca ativa por novos beneficiários para o programa.

“Desde o início do ano, o secretário José Sobral vem divulgando amplamente na imprensa a existência de espaço para a inclusão de novos beneficiários nessa vertente do programa que, historicamente, nunca atingiu o teto máximo permitido em lei, que é de 5.000 beneficiários. A partir desse chamamento, os parceiros municipais se mobilizaram para encontrar novos beneficiários que atendiam aos requisitos do programa, e o resultado apareceu”, avalia Heleonora.

Segundo o secretário, a intenção da gestão é ampliar o alcance do programa. “Queremos poder beneficiar o máximo de trabalhadores rurais em todos os municípios não só da cana, mas também da laranja. Em ambas as vertentes, o número de trabalhadores inscritos ainda não atinge o teto permitido por lei, embora na laranja estejamos quase lá. Então, achamos importante divulgar essa informação e provocamos os municípios a fazer o mesmo, para que esse auxílio pudesse chegar a mais famílias sergipanas, que dependem da colheita e ficam sem nenhuma fonte de renda durante a entressafra”, concluiu.