ROSÁRIO

Ex-funcionários vão à Câmara reivindicar débitos da Prefeitura

Trabalhadores eram da Estrela, que prestava serviços á gestão do município

Por Ascom da Câmara de Vereadores
05 maio 2017, 14h30

A sessão dessa quarta-feira (03) na Câmara de Rosário do Catete contou com a participação de ex-funcionários da empresa Estrela, que foram a Casa reivindicar o pagamento de débitos salariais que ficaram abertos na Prefeitura. Os servidores alegaram que a quantia chega a mais de R$3 milhões, mas o que eles almejam, primeiramente, é conseguir o valor de R$948 mil, referentes à recisões trabalhistas. A Justiça já determinou que a Prefeitura efetuasse o pagamento diretamente aos ex-funcionários da empresa.

Através do diretor fiscal do Sindicato dos Empregados de Condomínio e Limpeza de Asseio do Estado de Sergipe (Sindicese), Thiago de Santana, os trabalhadores puderam cobrar na plenária mais atenção por parte da gestão municipal. “Estes cidadão estão passando fome e necessidades. Eles não são apenas ex-funcionários da Estrela, são filhos de Rosário e precisam da atenção do atual prefeito”, cobrou o representante.

De acordo com ele, mesmo que o débito seja relacionado à gestão anterior, o atual prefeito tem por obrigação de cumprir com as despesas abertas da Prefeitura e quitar os atrasados. “A dívida é da Prefeitura e não de prefeito A ou prefeito B. É obrigação do gestor de cumprir com as despesas que ficaram abertas, até mesmo porque a Lei exige”, destacou.

A bancada de Oposição apoiou a causa e afirmou que a Prefeitura tem que honrar com os compromissos. O vereador Elton Lima (PSC) afirmou que o prefeito tem ser solidário com o povo, até mesmo porque muitos estão passando por necessidades e precisam do dinheiro para cumprir com as obrigações familiares. A manifestação também ganhou o apoio dos demais parlamentares da Casa.

Ainda durante a sessão o representante dos ex-funcionários da Estrela, Thiago de Santana, recebeu o convite do líder da Situação, o vereador Walter Barreto (DEM), para ir conversar com o prefeito Vino Barreto. Mesmo com o posicionamento da bancada governista, a presidente da Casa, Amélia Resende (PSC), afirmou que irá acompanhar o caso de perto e aguardará respostas já na próxima sessão dos desdobramentos da reunião marcada com o gestor municipal.