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'EU REVOGUEI'
Por Ascom do Município | 13 de Fev de 2019, 13h05
Edvaldo: "ninguém mais em Aracaju paga aumento anual de 30% do IPTU"
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“Meu compromisso era revogar o aumento anual de 30%, que valeria até 2022"

O prefeito Edvaldo Nogueira voltou a reafirmar, nesta quarta-feira, 13, que revogou o aumento anual de 30% do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), que seria aplicado até 2022 na capital, caso fosse mantida a legislação aprovada na gestão anterior. Em seu 1º ano de governo, em 2017, Edvaldo enviou a Câmara de Vereadores projeto de lei que revogou o reajuste anual e estabeleceu um desconto de 15% no valor venal de todos os imóveis da cidade. Além disso, encaminhou uma proposta de mudança na legislação normatizando os futuros reajustes do imposto com uma correção de até 5% mais a variação inflacionária.


“Meu compromisso era revogar o aumento anual de 30%, que valeria até 2022, que havia sido concedido pela gestão passada, e eu cumpri esta promessa. Revoguei a lei, coloquei uma legislação nova. As pessoas podem pegar os carnês e comparar. Se tiver alguma cobrança com aumento de 30% pode ir à Prefeitura que a gente muda. O que foi cobrado este ano foi a correção de até 5% na planta de valores e a inflação do ano”, ressaltou ele em entrevista à rádio Fan FM.

Para Edvaldo, políticos da oposição, com interesse eleitoreiro, tentam enganar a população em relação ao tema. “Claro que há oposicionistas dizendo o contrário, mas isso é interesse eleitoreiro e dor de cotovelo pelas derrotas que estão sofrendo em Aracaju. Eles deveriam procurar outra coisa para fazer e ajudar a população. A oposição não está interessada em melhorar a vida das pessoas, está preocupada é com a eleição de 2020”, ressaltou.

Se ainda estivesse em vigor a lei aprovada na gestão de João Alves Filho, o IPTU cobrado aos contribuintes aracajuanos teria sofrido reajustes sucessivos de 30% nos anos de 2017, 2018 e 2019. Ou seja, o valor do tributo já teria dobrado para todos os contribuintes. Pela lei enviada por Edvaldo e aprovada pela Câmara, o imposto, na soma dos três anos, teve um aumento inferior a 30%, o que representa menos de um terço do valor que era cobrado pela legislação anterior.