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Câmara de Aracaju
Por Ascom | 14 de Mai de 2020, 13h46
“Estamos pagando por ar, não por água”, dispara Anderson para cobrança abusiva de taxas na tarifa
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a partir da instalação de eliminadores de ar defendida pelo vereador, hidrômetros registrariam somente a água – e não ar

Durante a 18º Sessão Extraordinária da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), promovida de forma remota, o vereador Anderson de Tuca (PDT) subscreveu e votou a favor do Projeto de Lei n° 229/2019, que dispõe sobre a instalação de equipamentos eliminadores de ar nas tubulações de distribuição de água potável em residências e comércios na cidade de Aracaju.

Na ocasião, Anderson parabenizou ao vereador Cabo Amintas pela autoria do projeto, e, ainda utilizando do seu tempo de discussão, debateu com os demais parlamentares presentes sobre a demanda de reclamações e questões referentes à distribuição da água aqui na capital, bem como, a alta cobrança de taxas referentes ao esgoto, contabilizadas pela Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO) nas faturas da população aracajuana.

“O povo paga por uma água de péssima qualidade e uma taxa absurda de esgoto. Uma água que, muitas vezes, não chega às torneiras própria para o consumo. São diversos apontamentos que recebo sobre os altos valores pagos pelo serviço de distribuição da água feito pela DESO, portanto, é mais do que correto termos uma oferta de qualidade”, endossa o parlamentar.

Com a proposta da PL n° 229/2019, a partir da instalação de eliminadores de ar nas residências, os hidrômetros registrariam somente a água – e não o ar, o que acontece em muitos casos de pessoas que ao final do mês, surpreendem-se com a alta cobrança do serviço em suas tarifas, segundo o vereador Anderson de Tuca.

“Me deparo com diversos casos onde o cidadão paga um valor absurdo de água e nem chegou a utilizar um terço do que foi cobrado, não crendo que também está pagando pelo ar que passa pelas torneiras e é contabilizado pelos hidrômetros. Isso é um absurdo. O projeto do parlamentar Cabo Amintas visa dar mais equidade na cobrança desses valores. Sei que o município terá custos na operacionalização deste serviço, porém, a colocação dos eliminadores de ar se faz necessária, para as pessoas que estão sendo lesadas mensalmente por pagar por ar e não água”, frisa Anderson de Tuca.