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Câmara Municipal
Por Ascom Parlamentar | 06 de Mai de 2020, 13h27
Para Aracaju, Anderson aposta nos pequenos negócios como alternativa de sustento à pandemia
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Vereador acredita que em situações como a atual, o trabalho autônomo e o microempreendedoríssimo devem receber incentivos

Com o aumento do número de casos do novo coronavírus (Covid-19) e a continuidade dos decretos que inflexibilizam atividades comerciais, muitos trabalhadores acabaram perdendo seus empregos formais e assim, a sua única fonte de renda. As medidas de flexibilização são de extrema importância para o controle do vírus, porém, ao mesmo tempo, causa um impacto negativo para a economia do país.

O vereador Anderson de Tuca (PDT) acredita que em uma ocasião como esta, onde as oportunidades de trabalho estão escassas, o trabalho autônomo e o microempreendedoríssimo devem ser incentivados para as pessoas que precisam sustentar seus lares, na forma de realizar uma atividade lucrativa e que, ao mesmo tempo, seja útil ao consumidor final.

“É claro que as medidas de proteção são necessárias para que não tenhamos mais vítimas, Porém, é preciso reconhecer que a economia do país está desequilibrada. É uma hora para as pessoas refletirem em alternativas voltadas ao seu sustento. O trabalho autônomo hoje e o microoemprendedorismo são caminhos por onde o cidadão possa solucionar seus problemas financeiros. É só ter criatividade em iniciar a venda de algo e acreditar que vai dar certo”, frisa o parlamentar.

Maria Arcebispo, sergipana de 50 anos de idade, trabalha como costureira e mora no município de Tobias Barreto. Desde o começo da pandemia, na qual, o uso de máscaras se tornou obrigatório para a proteção individual das pessoas, a autônoma viu a oportunidade de complementar a sua renda familiar com a produção do item - o qual precisou fazê-lo em larga escala para suprir a demanda de encomendas que surgiram, principalmente pela divulgação boca a boca.

“Desde quando vi a oportunidade de ganhar um dinheiro complementar à minha renda como costureira, adicionando a confecção de máscaras ao meu ateliê, a rotatividade deste produto e a demanda subiram bastante. Meus vizinhos, amigos e parentes me trazem clientes à procura do item. Vendo unitariamente ou em pacotes com três. Mas, também produzo em larga escala por solicitação de terceiros. Chego a vender 50 máscaras por semana e produzir em torno de duzentas a trezentas, por encomendas” conta Maria.