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DEIXOU O MANO
Por Jozailto Lima | 10 de Set de 2017, 10h11
Edivan abandona Eduardo e pede André Moura para Governador
Edivan sempre tratou Eduardo como aquele eterno irmão caçula que o mais velho o defende do roubo da bola de gude pelos mais taludos da rua
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Edivan Amorim: luz que apaga num lado e acende em outro

Uma leitura rasa do entorno do senador Eduardo Amorim na política de Sergipe vai mostrar uma ausência notória: a do seu mano Edivan Amorim. Há quem diga que o apagamento de Edivan da fotografia politica familiar foi deliberado.

Teve a finalidade de dar tônus e personalidade própria a Eduardo – por se achar que Edivan era o alter ego dele. Traduzindo: era o músculo propulsor e pensante do irmão de mandato e pretendente ao Governo de Sergipe.

“Seje” lá o que seja, ninguém consegue negar um extremo afeto e bonito de irmão entre um e outro. Edivan sempre tratou Eduardo como aquele eterno irmão caçula que o mais velho o defende do roubo da bola de gude pelos mais taludos da rua.

Como a política é feita de maldade, o marketing dos governistas cravou, via Carlos Cauê, em Edivan a perspectiva de um futuro pilhador de Estado se o irmão chegasse lá.