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Auditoria da folha
Por ASN | 12 de Abr de 2019, 14h12
Governo analisa casos de servidores irregulares apontados pelo TCE
Foram detectados 470 casos com três ou mais mais vínculos
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Relatório foi entregue pelo presidente do TCE, Ulices Andrade, ao secretário da Administração, George Trindade

Com a entrega do relatório feita pelo presidente do TCE, Ulices Andrade, ao secretário de Estado da Administração, George Trindade, sobre a auditoria na folha de pagamento do governo e os municípios, 470 servidores públicos com três ou mais vínculos junto ao Estado e prefeituras de Sergipe serão analisados individualmente, para que sejam detectadas as possíveis irregularidades e encaminhadas as providências cabíveis a cada caso.

Uma solicitação do governador Belivaldo Chagas, com o objetivo de eliminar inconsistências na folha de pagamento, o que deve gerar melhor desempenho na prestação dos serviços, bem como a redução de custos.

“O cruzamento apenas com a folha do Estado é feito rotineiramente, nosso dever de casa é feito constantemente e evita o acúmulo de mais de dois vínculos entre os servidores. Como não temos acesso às folhas de pagamento dos municípios, o governador Belivaldo Chagas pediu que o Tribunal de Contas fizesse essa auditoria, para que pudéssemos encontrar inconsistências”, destacou o secretário de Estado da Administração, George Trindade.

A determinação do governador se deu através das inovações tecnológicas do Tribunal de Contas, por meio da Diretoria de Modernização e Tecnologia (DMT), com o sistema de prestação de contas eletrônica para os municípios e seus órgãos, através do Sistema de Acompanhamento da Gestão de Recursos da Sociedade (SAGRES). “Estamos com uma equipe exclusiva analisando individualmente, caso a caso, e vamos notificar esses servidores, para que compareçam à sede da Secretaria e se manifestem quanto à veracidade dos vínculos, e que peçam a descompatibilidade de um deles”, afirmou George sobre o andamento do processo.

Outra situação que poderá ser identificada a partir do relatório é o chamado ‘falso positivo’, casos em que o servidor é cedido a outro órgão. O secretário ainda explicou que o trabalho é minucioso e sem prazo de conclusão, porém, de forma gradativa, à medida que os servidores forem identificados e os casos solucionados, o Tribunal de Contas será informado.

“Analisando e modificando caso a caso, também em parceria com a Procuradoria Geral do Estado, a gente notifica os servidores, dando a eles um prazo curto de resposta, para que essas inconsistências acabem o mais rápido possível”, disse George Trindade, reforçando que os casos serão avaliados respeitando a ordem alfabética conforme consta no relatório entregue.