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EVENTO NA ALESE
Por Ascom PMA | 25 de Set de 2017, 07h54
Mesa redonda discute sobre futebol na promoção da cidadania
O debate foi proposto pelos deputados federais João Daniel (PT/SE) e Andrés Sanchez (PT/SP)
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Jorge Araujo Filho em discurso na tribuna da Alese

Nesta sexta-feira, 22, foi realizada na Assembleia Legislativa de Sergipe uma mesa redonda sobre "O potencial do futebol amador ou de várzea na promoção da cidadania e inclusão social a população mais carente". O debate, proposto pelos deputados federais João Daniel (PT/SE) e Andrés Sanchez (PT/SP), através da Comissão de Esporte da Câmara dos Deputados, e requerimento assinado pelos deputados Fábio Mitidieri (PSD/SE) e Mário Negromonte Jr (PP/BA). O principal objetivo do evento mesa redonda foi ouvir os jovens jogadores, debater e ajudar a construir políticas públicas para juventude.

Convidado para participar do evento, o secretário municipal do Esporte e da Juventude de Aracaju, Jorge Araujo Filho, fez parte da mesa ao lado do secretário do Estado do Esporte, da Juventude e Lazer (Seel), Antônio Hora Filho, o secretário do Esporte de Nossa Senhora do Socorro, Francisco Carlos, o membro da diretoria de Educação Física da Secretaria do Estado da Educação, Gladston de Meneses, o diretor técnico da Federação Sergipana de Futebol (FSF), Diogo Andrade, o presidente do Aliança Futebol Clube,  diretor técnico da Federação Sergipana de Futebol, o presidente do Aliança Futebol Clube, Jeferson Santos, mais conhecido como Mano Sinho, e os deputados federais João Daniel (PT/SE) e Andrés Sanchez (PT/SP).

No início do debate, os participantes salientaram as diferenças entre futebol amador, futebol de base e o futebol de várzea, sendo este considerado como o verdadeiro responsável pela inclusão social. O decorrer da discussão seguiu em torno das dificuldades enfrentadas pelo futebol amador e como o esporte, especificamente o futebol, pode mudar vidas e contribuir para formar cidadãos.

Durante a mesa redonda, Jorge Araujo Filho reconheceu a importância do esporte, especialmente o futebol, e aproveitou o momento para destacar algumas ações nos nove meses à frente da Secretaria Municipal de Juventude e Esporte (Sejesp). Entre elas as melhorias de campos de futebol e as diversas competições realizadas, e que ainda estão sendo realizadas para estimular os jovens. "Falar do esporte como instrumento de inclusão social é falar de fábrica de sonhos, e todos nós temos sonhos e é preciso alimentar esses sonhos. O esporte deve ser encarado como um instrumento de inclusão social, o esporte é educação, o esporte é segurança pública. O esporte não pode formar apenas atletas, o esporte tem que formar cidadãos" , destacou o secretario.

O presidente da Aliança Futebol Clube, Mano Sinho, representou a comunidade do bairro Porto Dantas e contou suas experiências com o futebol amador. Ele mostrou como o esporte funciona como ferramenta de inclusão e transformação, e como este esporte leva os meninos para "além das barreiras do bairro para apontar esperança". "Essa mesa é de suma importância pois promove o futebol amador, o futebol de várzea. Estamos passando por dificuldades e momentos como estes nos ajudam a estreitar relações com o poder público", explica.

O deputado federal Andrés Sanchez (PT/SP), representando a comissão, fez a diferenciação entre o futebol amador, de base, e de várzea e falou sobre o esporte em geral. O deputado elogiou a iniciativa do deputado João Daniel de trazer o assunto para uma mesa redonda e como o futebol pode mudar o caminho de crianças e adolescentes. "É uma ideia bonita para Aracaju, e o esporte mais barato que tem no país e no mundo é o futebol. Porque, se você tiver um campo de futebol e uma bola, você põe 30 ou 40 garotos para jogar. Fazer disso um instrumento de inclusão social é importantíssimo, faz com que o jovem saia da criminalidade das drogas", afirmou Sanchez.

Presente no plenário, uma inspiração do mundo do futebol foi citada por quase todos: Luiz Carlos, ex-jogador e que, atualmente, é coordenador de Esporte e Inclusão da Sejesp. Ele que começou jogando em Sergipe mas também foi reconhecido em outros estados."Eu sou feliz porque prático o esporte. É esse trabalho que retiram as pessoas do caminho errado", assegurou Luiz.