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Por Ascom | 13 de Jan de 2018, 12h51
Novos municípios aderem ao programa Criança Feliz
Em Sergipe, a iniciativa já está em atividade em 65 municípios
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Secretaria de Inclusão Social recepcionou novos municípios

A Secretaria de Estado da Inclusão e Assistência Social (Seidh) recebeu  representantes dos municípios de Simão Dias, Santa Luzia do Itanhy, Feira Nova, Cumbe e Rosário do Catete que, a partir de agora, aderiram ao programa Criança Feliz, do Governo Federal. Em Sergipe, a iniciativa já está em atividade em 65 municípios e visa o desenvolvimento integral da primeira infância, tendo como público alvo gestante e crianças de 0 a 36 meses beneficiários do Programa Bolsa Família, crianças de 0 a 72 anos do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou afastadas do convívio familiar por medida protetiva.

Para Ioná Ocubo, representante da Secretaria da Assistência Social de Simão Dias, fortalecer o vínculo do município com a Seidh, através do Criança Feliz, é motivo de alegria e grande expectativa. “Por mais que tenhamos um serviço de convivência com os CRAS, não conseguimos fazer o acompanhamento maior às visitas mais vulneráveis. A partir de agora, com a adesão ao programa, teremos o suporte dos visitadores junto às nossas equipes para atender todas as famílias e buscar a solução de problemas com as visitas rotineiras”, almejou. 

Implantado pelo Governo Federal para reforçar o Marco Legal da Primeira Infância, o programa Criança Feliz foi lançado em Sergipe em março de 2017 pelo ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, e pelo governador Jackson Barreto. O objetivo é atender 7.500 pessoas. No início de 2018, os dados já surpreendem: Sergipe possui 241 visitadores no estado, 65 supervisores. Já foram visitados 6329 sergipanos, entre 5478 crianças e 851 gestantes. Ao todo, já foram realizadas 48.701 visitas a crianças e 2.370 a gestantes.

“Cada criança recebe quatro visitas ao mês, o que fortalece todo o acompanhamento das equipes. O Criança Feliz realiza visitas domiciliares e ações intersetoriais para fortalecimento das famílias mais vulneráveis, incentivando o desenvolvimento das competências das crianças. Os visitadores avaliam o ambiente familiar, identifica fatores que podem comprometer o desenvolvimento integral da criança”, comentou Rita de Cássia, coordenadora estadual do Programa Criança Feliz, ressaltando que o programa contribui para a quebra do ciclo da pobreza, a redução da violência, a diminuição da evasão escolar e outros ganhos sociais.

Para o secretário de Estado da Inclusão, Zezinho Sobral, o programa Criança Feliz é especial e contribui significativamente para a inserção do cidadão em programas sociais e o comprometimento com o desenvolvimento da família.

“A Assistência Social tem a obrigação de fazer a busca ativa e trazer pessoas para participar de programas que ofertam serviços básicos de inserção, educação e saúde. A receptividade do Criança Feliz é surpreendente e as mães estão satisfeitas com o resultado de seus filhos e com o carinho dos visitadores. Pessoas beneficiadas com programas sociais se transformam. O Criança Feliz é um agente condutor na mudança de comportamento, sendo indispensável para a primeira infância. Tenho certeza que os novos municípios integrantes farão a diferença em todo o processo”, comemora Zezinho Sobral.