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DESABAFO
Por Ascom do Município | 03 de Jul de 2018, 09h43
Valmir de Francisquinho: “Os insetos só buscam se aproximar de quem tem luz”
O gestor observa, com isso, que tem gente incomodada com a presença dele ganhando espaço no cenário político
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Valmir de Francisquinho: “Os insetos só buscam se aproximar de quem tem luz”

Desde que assumiu a principal cadeira da Prefeitura de Itabaiana, Valmir de Francisquinho sabia que a nova tarefa não seria nada fácil. A primeira batalha a ser vencida, e talvez a mais desafiante, foi assumir o município com uma dívida de mais de R$ 30 milhões de reais, deixada pelo ex-prefeito, Luciano Bispo, e tendo que lhe dar com mais de três mil servidores municipais desmotivados, desgastados pelo constante atraso de salários e pela falta de valorização. 

 

Em pouco tempo de administração, Valmir colocou o município em ordem: equilibrou as contas públicas, pagou as dívidas da antiga gestão, iniciou o pagamento da folha salarial em dia, foi em busca de recursos para o município e projetou uma Itabaiana para ser a cidade com o maior canteiro de obras de Sergipe. E conseguiu. 

 

A conduta diante da máquina pública o colocou em ponto de destaque dentro e fora de Sergipe. Afinal, todos queriam e querem saber: como, em tempos de crise, um prefeito teve condições de harmonizar os gastos públicos, pagar salários em dia e ainda manter uma cidade com obras, realizadas em grande partem, com recursos próprios? 

 

“Eu vim do meio do povo. Sei onde o calo dói. Não existem dificuldades para quem gosta de trabalhar. O que acontece em nosso país é que tem muitos políticos acomodados, com vícios, sem interesse em fazer algo de bom pelo povo”, detalha Valmir.

 

Devido a essa visão administrativa e à notoriedade que vem ganhando ao longo desses quase seis anos de gestão, Valmir tem incomodado políticos que estão bem aconchegados no poder e que se sentem, de alguma forma, ameaçados pelo destaque do itabaianense. 

 

“Constantemente vão às rádios para tentar macular a minha imagem. Denunciam o município sem nenhum fundamento. Só neste primeiro semestre, que antecede campanha eleitoral, o município já passou por cinco grandes fiscalizações. Mas o que me indago é: mesmo quando o município vivia com salários atrasados, protestos de professores, obras inacabadas, cheques passados sem fundos e denúncias de improbidade administrativa, não havia um número de fiscalizações como hoje”, avalia Valmir de Francisquinho.

 

O gestor observa, com isso, que tem gente incomodada com a presença dele ganhando espaço no cenário político. “Tem político aí que tem 50, 60 anos no poder. Daí, quando vê um tabaréu que nem eu, marchante, do Povoado Pé do Veado, que tem sido cotado pelo povo para ser governador, eles não aceitam. Não aceitam a possibilidade de perder a mordomia”, considera Valmir. 

 

E adverte aos que tentam ofuscar o brilho dele perante o povo de Sergipe. “Meus adversários acham que vão me fazer perder as estribeiras, que vou atacá-los da mesma forma. Eu não vou. Trabalho com honestidade e com responsabilidade com o povo. Eles sabem que se derrubar Valmir, eles não vão ter mais adversários. Mas podem vir, eu tenho lombo para aguentar. É o que sempre digo: os insetos só buscam se aproximar de quem tem luz”, conclui Valmir.