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REQUERIMENTO
Por Extra | 18 de Set de 2018, 17h32
Crivella é alvo de novo pedido de impeachment
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Assinatura de novo pedido de impeachment contra Crivella

A oposição já tem mais um requerimento de impeachment contra o prefeito Marcelo Crivella (PRB). E, desta vez, para garantir que nenhum vereador seja impedido de votar, o documento foi assinado pelo advogado e candidato a deputado estadual pelo Avante José Rogério Bussinger Namen.

A base para o requerimento é a reunião do prefeito com funcionários da Comlurb, realizada na quinta-feira (13) passada, em que pediu votos a seu filho e a outros candidatos do seu partido.

Diz o documento:

"Fere a inteligência humana acreditar que em uma quinta-feira, a partir das 19h, após um dia de trabalho, funcionários da Comlurb participariam, em massa, espontaneamente, de reunião política. Ao contrário, o 'convite', feito verbalmente pelos gerentes, deixou claro a possibilidade de retaliação a quem não participasse".

O texto também lembra que o prefeito recentemente se tornou réu por causa do "Café da Comunhão", na qual ofereceu facilidades a pastores e líderes religiosos.

"O Sr Marcelo Crivella, agora réu por improbidade administrativa no caso da reunião com líderes evangélicos no Palácio da Cidade, reincide (grifo original) em uma prática irregular já alertada".

Com o requerimento devidamente assinado, vereadores de oposição já protocolaram o documento na Câmara.

A reunião entre Crivella e funcionários da Comlurb rendeu outra possível dor de cabeça ao alcadide: nesta terça, a vereadora Teresa Bergher (PSDB) conseguiu reunir as assinaturas necessárias para criar a "CPI do Crivellinha".

Quando a Câmara do Rio enterrou o primeiro pedido de impeachment, em julho, o vereador Atila Alexandre Nunes (MDB), autor do primeiro dos três documentos protocolados, ficou regimentalmente impedido de votar.

Agora, quem conseguiu a assinatura do advogado, para que a oposição não perca um só voto a favor do impeachment, foi o vereador Rafael Aloísio Freitas (MDB).