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Reportagem Especial

Tanuza Oliveira

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Sergipe renova 50% na Alese e na Câmara, e 100% no Senado

“Das 24 cadeiras estaduais, 50% passarão a ser ocupadas por representantes que têm base eleitoral nos municípios. Essa é a grande novidade da eleição 2018”, avalia o professor Eduardo Macêdo

No último domingo, 7, Sergipe elegeu 34 representantes para o Poder Legislativo - dois senadores, oito deputados federais e 24 deputados estaduais –, e levou ao segundo turno dois candidatos para o Governo do Estado – Belivaldo Chagas, PSD, e Valadares Filho, PSB.

Muitos desses eleitos – exatos 50% em duas das três Casas e 100% no Senado - são nomes novos, que não têm “uma carreira” na política, o que, para o professor Eduardo Macêdo, refletiu o desejo de renovação política que estava latente na população do Estado.

Rogério Carvalho, PT, é novo apenas no mandato conquistado pro Senado. Mas é escolado na política. “Vejo como positivo o resultado das eleições aqui, já que tivemos no Senado Federal renovação em 100% dos nossos representantes”, afirma Eduardo Macêdo, analista político, advogado e professor de Direito Constitucional e Direito Eleitoral.

De acordo com ele, o resultado das urnas mostra que eleitor enfim está começando a entender o seu papel na eleição e na democracia. “Esse é o resultado mais evidente das urnas: o sergipano começa a compreender que o que acontece em Brasília é resultado do voto depositado aqui em Sergipe quando escolheu o seu representante”, diz.

Na avaliação do professor, a nova composição para o Legislativo Estadual foi outra grata surpresa. “Tivemos um voto afirmativo de cidadania, ou seja, a aproximação do eleitor em relação ao seu candidato”, argumenta Macêdo.

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Eduardo Macêdo: resultado das urnas foi positivo
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Marcelo Ennes: renovação pendeu para o conservadorismo

NOMES CONSAGRADOS

Para Ennes, a saída de pessoas famosas do cenário político, com a não eleição, é importante. “Aconteceu com a Dilma, em Minas, e com o Suplicy, em São Paulo, por exemplo. É uma coisa positiva em si, mas a gente não pode deixar de lembrar para onde isso está caminhando, e é para um perfil mais conservador. Houve a renovação de nomes, mas do ponto de vista do ponto de vista político-ideológico, a renovação foi menor”, constata.

O professor Eduardo Macêdo também julga um sinalizador importante a não eleição de nomes já consagrados - como os do senador Antonio Carlos Valadares e do ex-governador Jackson Barreto. Ambos foram derrotados pelo novato Alessandro Vieira para o Senado. “A lição que se pode tirar é a do aprendizado pela dor”, opina.

Isso porque, para Macêdo, embora os nomes citados tenham mais uma vez se apresentado como benfeitores e se destacado na propaganda eleitoral como experientes e articuladores para um novo projeto de mandato legislativo, o eleitor não os escolheu. “Ele certamente fez a sua análise pessoal e entendeu que não foi bem assim que aconteceu. Não quis apostar na proposta deles. Preferiu depositar sua esperança num candidato novo em todos os sentidos, numa tentativa de renovação e mudança”, analisa.

MUNICÍPIOS REPRESENTADOS

Eduardo Macêdo afirma que, inclusive, houve uma aproximação bastante significativa dos candidatos com os eleitores do interior do Estado, que são responsáveis por 70% do eleitorado sergipano. “Com isso, das 24 cadeiras estaduais, 50% passarão a ser ocupadas por representantes que têm base eleitoral nos municípios. Essa é a grande novidade da eleição 2018”, avalia. De fato, a próxima legislatura, que assume em 1º de janeiro de 2019, vem com forte representação dos municípios.

A começar por Itabaiana, que terá quatro deputados estaduais na Alese. Entre eles, o mais votado para o Legislativo Estadual este ano, o estreante Talysson Costa, PR, filho do prefeito da cidade, Valmir de Francisquinho, que teve 42 mil votos. Os demais “ceboleiros” – como também são conhecidos os itabainenses – são Luciano Bispo, MDB; Gilmar Carvalho, PSC, e Maria Mendonça, PSDB.

Depois, vem o município de Lagarto, que continuará representado por Goretti Reis, MDB, na Alese, e terá o reforço de Ibrain Monteiro, PSC. Assim como Lagarto, Tobias Barreto também terá dois representantes na Alese a partir de 2019. O município está há anos sem um deputado e, dessa vez, elegeu Diná Almeida, Podemos, e Dilson de Agripino, PPS.

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Alessandro Vieira: grande surpresa e muita responsabilidade

SERGIPE DISTRITAL

Barra dos Coqueiros e Nossa Senhora do Socorro também elegeram representantes locais este ano: Adailton Martins, PSD, na Barra; e Dr Samuel Carvalho, PPS, em Socorro. Já Zezinho Guimarães, MDB, é quase um itabaianinhense: ele tem votação significativa na cidade há anos e, certamente, representa o município.

A tese do professor Eduardo Macêdo, que beira uma divagação, é a de que o eleitor sergipano já está em fase de teste para o Voto Distrital, que entra em vigar no pleito de 2020. “O eleitorado dos municípios representa 74% do total dos eleitores do Estado. Ou seja, o voto do interior tem grande peso e importância vital na eleição”, opina.

Isso porque, na visão dele, “a eleição de um representante com raízes fortes nos municípios passa ao eleitor da cidade do interior a impressão que a interlocução com o poder público se dará de forma efetiva e com resultado concreto”.

PODER EXECUTIVO

Já na escolha para o Governo do Estado, os sergipanos foram menos arriscados e deixaram a disputa entre o atual governador Belivaldo Chagas e o deputado federal de três mandatos Valadares Filho.

“Se considerarmos o tamanho do nosso Estado e o número de eleitores aptos – 1,5 milhão agora em 2018 –, causa surpresa que nove candidatos tenham disputado o mandato de governador do Estado. Para o eleitorado sergipano, o cardápio à sua escolha para o governo do Estado pode ter causado certa confusão e surpresa”, supõe Eduardo Macêdo.

O analista político também acredita que, como o calendário da propaganda eleitoral foi mais curto, alguns desses candidatos não chegaram sequer a ser conhecidos do eleitor. “Dessa forma, os partidos ou coligações que tiveram maior tempo de propaganda conseguiram com certeza apresentar suas propostas e ampliar a divulgação da candidatura. Pensando assim, o sufrágio para o cargo de governador e vice foi resultado direto desse fator”, ressalta Macêdo.

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Talysson Costa: união em prol de Itabaiana

MAIS VOTADO DE SERGIPE

Uma das grandes surpresas desta eleição, foi, sem dúvida, o delegado Alessandro Vieira, Rede, eleito senador com 474.449 votos, deixando para trás nomes como os do senador Antonio Carlos Valadares, PSB, que acumulava o terceiro mandato, e Jackson Barreto, ex-governador, ex-deputado e ex-prefeito de Aracaju.

Mas, para Alessandro Vieira, esse foi exatamente o fator crucial que o levou à vitória. “O nível de desgaste dos adversários era grande e a minha rejeição, baixa. A aceitação que a campanha teve levava a essa convicção de que era possível”, diz o delegado Alessandro, acrescentando que não chegou a fazer conta de quantos votos teria, mas que trabalhava com a meta de 300 mil votos.

A meta foi ultrapassada com muita folga: teve 474 mil. “Quando quase 500 mil pessoas votaram em mim, afastando personalidades notáveis da política, deram um recado claro de queriam renovação. E a hora da mudança chegou”, garante Alessandro. “Foi uma vitória histórica. Muita gente entrou em contato querendo entender como conseguimos, mas a verdade é que foi conversando mesmo, nas redes sociais, pessoalmente, no rádio, usando os meios que tínhamos”, completa.

NOMES LIMPOS

A teoria do sociólogo Marcelo Ennes para a eleição de Alessandro leva em conta dois aspectos: o primeiro está ligado à sua profissão e o segundo ao seu caráter. “Não conheço muito bem a atuação do delegado, mas me parece um delegado reconhecido como bom profissional, pessoa competente que cumpre como deveria suas funções. Na interpretação dos eleitores num cenário onde a violência e a corrupção predominam, a figura de um delgado com esse perfil ganha bastante espaço”, cogita.

“Acho também que a população começou a entender essa variável da política que é a da honestidade. Hoje, existe um critério mais objetivo para medir isso, que é o da ficha limpa e oferece à população um parâmetro mais concreto de como um político deve se portar. Claro que a ficha limpa não atinge a todos da mesma forma”, pondera Ennes.

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Rodrigo Valadares: temos que honrar essa aposta do povo

MÉTODOS DIFERENTES

Alessandro já começou a mostrar que, de fato, será um político diferente. Em vez de decidir monocraticamente, ou no máximo com seu partido, que caminhos tomar agora no segundo turno – em Sergipe e no Brasil –, ele está ouvindo os eleitores para decidir. “Não acredito em lideranças que se omitem, mas é importante deixar claro que vamos decidir através do debate, e não com negociatas em gabinetes”, disse ele ao JLPolítica.

O senador eleito admite que já foi procurado pelas duas campanhas, a de Belivaldo Chagas e a Valadares filho. “Nosso projeto era Dr Emerson, mas ele não deu certo, assim como o de Marina, nacionalmente. Agora, temos duas opções lá e aqui”, pondera.

Alessandro ressalta que, nacionalmente, as duas opções disponíveis representam dois extremos e grandes problemas e que nenhum dos dois foi meu voto no primeiro turno. Mas que, agora, apoiará um dos lados – assim como em Sergipe. “E ouvir as pessoas é parte da solução de um problema”, destaca.

ESTADUAL MAIS VOTADO

Já no Legislativo Estadual, foi Talysson Costa, PR, quem chamou a atenção com uma votação significativa. Com mais de 42 mil votos, o filho de Valmir de Francisquinho sai de sua primeira eleição com o título de mais votado dos estaduais. “A sensação é de gratidão ao povo sergipano. Por onde passei, levei nossa mensagem de esperança num Estado cada vez melhor, e o povo nos acolheu nos dando uma prova de que um jovem, do interior, pode fazer a diferença numa eleição”, afirma Talysson Costa.

Para ele, a votação foi reflexo do reconhecimento do trabalho do pai nos quatro cantos de Sergipe. “Além da confiança de cada amigo e do desejo da população de renovar, de dar uma oportunidade à renovação. Por conta do pouco tempo do período eleitoral, não deu para visitar todos os municípios sergipanos. Ainda assim, em alguns que não chegamos a visitar tivemos uma votação expressiva”, comemora.

Já usando jargão político, Talysson assegura que “agora é a hora de arregaçar as mangas”. “Não serei omisso a nada que vá contra os interesses do povo. Irei retribuir o carinho dos sergipanos com muito trabalho”, reforça. Ele garante que não chegará verde à Alese. “Sou estudante de direito, já venho estudando o regimento da Casa, tenho a pretensão de criar um mandato interativo, com interação direta do povo”, assegura.

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Gustinho Ribeiro: sergipano entendeu nossa mensagem

NOVA POLÍTICA

Também mostrando uma nova forma de atuar, o filho de Valmir promete desarmar o palanque em prol dos benefícios para Itabaiana. “Durante a eleição, tivemos diversas divergências com os nossos dois adversários diretos em Itabaiana, mas, passado o calor da eleição, quando Luciano e Maria estiverem alinhados com os interesses do povo, como estarei do meu primeiro dia de mandato até o último, vamos nos somar”, diz.

Rodrigo Valadares, PTB, também será deputado a partir de janeiro de 2019. Ele foi eleito com apenas dois votos de diferença em relação ao último mais votado e diz que essa eleição, de fato, foi marcada pela escolha de novos nomes da política. “Acredito que tenha sido o nosso diferencial”, avalia Rodrigo. Para ele, a renovação é muito positiva. “O Brasil vive um novo momento e precisamos acompanhar essa nova política. Esse voto de confiança nos novos nomes, e aqui me incluo, é uma missão muito grande”, considera.

Segundo Rodrigo, a tarefa dessa nova leva será, também, a de mostrar que essa nova política que a população escolheu vai corresponder aos desejos dela. “Nosso projeto está apenas começando. Fizemos uma campanha pé no chão, olhando no olho das pessoas, levando nossa mensagem de renovação e dessa nova política. Esse continuará sendo nosso norte”, assegura.

BANCADA FEDERAL

No Legislativo Federal, um nome já consagrado por dois mandatos anteriores foi o de maior destaque: Fábio Mitidieri, PSD. Ele teve mais de 102 mil votos. A equipe do Portal JLPolítica tentou manter contato com o deputado reeleito, mas não obteve retorno.

Quatro dos oito deputados federais serão donos de novos mandatos em 2019. Seis dos atuais oito donos de mandatos disputaram reeleição - Fábio Mitidieri, PSD, que se reelegeu com de 102.899 votos; Laércio Oliveira, PP, com 68.014; Fábio Reis, MDB, 64.879, e João Daniel, PT, com 59.933 votos.  

Os novos eleitos foram Gustinho Ribeiro, Solidariedade, 64.132 votos; Bosco Costa, PR, 47.788; Valdevan Noventa, PSC, 45.472, e Fábio Henrique, PDT, com 35.226 votos. Por grupos, eles ficaram assim distribuídos: quatro são da ala governista, ou seja, de Belivaldo; três do grupo oposicionista liderado por Eduardo Amorim e um pelo de Valadares Filho, também de oposição.

Gustinho Ribeiro afirma que o eleitorado entendeu sua mensagem e apostou na renovação para a Câmara dos Deputados em Brasília. Ele foi o mais votado de sua coligação e é o deputado federal mais jovem de Sergipe. “Tenho agora um compromisso ainda maior com Sergipe como um todo e quero fazer a diferença na capital federal”, diz Gustinho.

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Diná Almeida: vou honrar cada voto de confiança

MAIS MULHERES

Outro recado importante das urnas é o de que o aumento da participação da mulher na política é mais do que necessário, é possível. Embora o número de eleitas para o Senado tenha se mantido sem alteração, a presença feminina aumentou na Câmara e nas Assembleias de forma geral, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.

Na Câmara, houve um aumento de 51% no número de mulheres eleitas em relação a 2014. O número passou de 51 para 77 deputadas neste ano. Isso quer dizer que a nova Câmara vai ter 15% de mulheres na sua composição. Apesar do aumento no número de deputadas federais, três Estados não elegeram nenhuma mulher para o cargo: Amazonas, Maranhão e Sergipe.

Considerando os deputados estaduais, as mulheres são 15% dos eleitos. Foram 161 deputadas, um aumento de 35% em relação a 2014. Em Sergipe, elas passaram de quatro a seis deputadas estaduais, mas continuam sem nenhum posto na Câmara. Vale lembrar que a senadora Maria do Carmo Alves, reeleita em 2014, permanece no mandato até 2022, fazendo com que, pelo menos até lá, o Estado também tenha representação feminina no Senado.

AVANÇO FEMININO

Aqui, as deputadas passaram de quatro a seis – as duas reeleitas, Goretti Reis e Maria Mendonça; e as novatas Diná Almeida, Kitty Lima, Maisa Mitidieri e Janier Mota. “Destaco esse aumento como fato positivo da eleição 2018. Foi um avanço significativo da mulher na ocupação do espaço público”, conceitua Eduardo Macêdo.

A deputada estadual eleita Diná Almeida concorda. Ela teve pouco mais de 20 mil votos. “Foi uma honra muito grande para mim, e vou honrar cada voto que me foi dado. Já estava na hora de Tobias eleger um deputado e uma representante feminina”, afirma Diná Almeida. Kitty Lima também estreia na Alese, embora já venha de um mandato na Câmara de Vereadores de Aracaju.

“A expectativa é a de continuar a atuação que tivemos, enfrentando o que está errado, levando a voz do povo agora para todo o Estado. Sem medo, sem rabo preso, sem essa de quem tem dinheiro é quem tem o poder”, diz Kitty. “A gente mostrou que trabalha. E não estamos indo fazer amizade, e sim lutar”, acrescenta a deputada eleita.

Kitty promete levar a defesa da representatividade feminina através do trabalho. “Mostrar nossas posições e os projetos necessários para que se tenha equidade entre homens e mulheres. A atuação exemplar de uma mulher encoraja outras mulheres, mostra que mesmo tendo suas responsabilidades, é possível buscar os sonhos”, reforça. Agora, é esperar para, a partir de 2019, acompanhar a atuação dessa nova leva de eleitos.

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Kitty Lima: vamos continuar atuando sem medo

 Deputados estaduais eleitos. Os reeleitos estão em negrito:

  1. Talysson de Valmir (PR) - 42.046 votos
  2. Maisa Mitidiere (PSD) – 35.707 votos
  3. Jeferson Andrade (PSD) – 34.736 votos
  4. Gilmar Carvalho (PSC) – 34.160 votos
  5. Luciano Bispo (MDB) – 33.705 votos
  6. Ibrain Monteiro (PSC) – 32.059 votos
  7. Zezinho Guimarães (MDB) – 28.094 votos
  8. Iran Barbosa (PT) – 26.961 votos
  9. Dr. Vanderbal (PSC) – 26.054 votos
  10. Zezinho Sobral (Pode) – 25.764 votos
  11. Janier Mota (PR) – 25.731 votos
  12. Francisco Gualberto (PT) – 24.637 votos
  13. Georgeo Passos (Rede) – 23.355 votos
  14. Garibalde Mendonça (MDB) – 22.819 votos
  15. Adailton Martins (PSD) – 22.400 votos
  16. Gorete Reis ( PSD) – 21.306 votos
  17. Diná Almeida (Pode) – 20.168 votos
  18. Maria Mendonça (PSDB) – 19.102 votos
  19. Dilson de Agripino (PPS) – 18.038 votos
  20. Kitty Lima (Rede) – 18.008 votos
  21. Luciano Pimentel (PSB) – 16.907 votos
  22. Capitão Samuel (PSC) – 15.770 votos
  23. Rodrigo Valadares (PTB) – 15.221 votos
  24. Dr. Samuel Carvalho (PPS) – 14.216 votos
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Talysson de Valmir: primeiro mandato e primeiro colocado

Deputados federais eleitos. Os reeleitos estão em negrito:

  1. Fábio Mitidieri (PSD) - 102.899 votos 
  2. Laercio Oliveira (PP) - 68.014 votos 
  3. Fabio Reis (MDB) - 64.879 votos (
  4. Gustinho Ribeiro (SOLIDARIEDADE) - 64.132 votos
  5. João Daniel (PT) - 59.933 votos
  6. Bosco Costa (PR) - 47.788 votos
  7. Valdevan Noventa (PSC) - 45.472 votos
  8. Fábio Henrique (PDT) - 35.226 votos 
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Fábio Mitidieri (PSD): reeleito e agora, em primeiro

Resultado das eleições para o Senado em Sergipe.  Os dois primeiros são os eleitos:

  1. ALESSANDRO VIEIRA (REDE) 474.449 votos
  2. ROGERIO CARVALHO (PT) 300.247 votos
  3. ANDRÉ MOURA (PSC) 251.213 votos 
  4. JACKSON BARRETO (MDB) 204.677 votos 
  5. ANTONIO CARLOS VALADARES (PSB) 175.155 votos  
  6.  HELENO SILVA (PRB) 165.390 votos 
  7. HENRI CLAY (PPL) 109.562 votos 
  8. SONIA MEIRE (PSOL) 62.770 votos 
  9. CARLOS EDUARDO SILVA(PSL) 43.215 votos
  10. REYNALDO NUNES (PV) 27.147 votos
  11. JOSSIMÁRIO  MICK(PSOL) 11.650 votos 
  12. CLARCKSON MESSIAS (PSTU) 2.960 votos
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Alessandro Vieira: na primeira eleição, vitória folgada

Resultado das eleições para governador.  Belivaldo Chagas e Valadares Filho disputarão o segundo turno:

  1. Belivaldo. PSD 2º TURNO. 403.252 votos.
  2. Valadares Filho. PSB 2º TURNO. 212.169 votos.
  3. Eduardo Amorim. PSDB.  202.349 votos.
  4. Dr. Emerson. REDE. 7,03%  69.407 votos
  5. Milton Andrade. PMN. 35.111 votos.
  6. Eduardo Cassini. PSL. 32.326 votos.
  7. Márcio Souza. PSOL. 15.588 votos.
  8. Mendonça Prado. DEM. 12.280 votos.
  9. Gilvani Santos PSTU 4.803 votos
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Belivaldo Chagas: 403.252 votos, 40,84% dos válidos, vitória exponencial no primeiro turno