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Jozailto Lima

É jornalista há 38 anos, poeta e fundador do Portal JLPolítica. Colaboração Tanuza Oliveira.

André Moura e o PMDB: “Não tenho motivo para sair do PSC”
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André Moura e o PMDB: “Não tenho motivo para sair do PSC”

A novela de que o deputado federal André Moura, PSC, vai trocar este partido pelo PMDB, deixando o governador Jackson Barreto de fora, voltou a exibir alguns novos capítulos esta semana.

Mas o que teria a dizer o ator principal desta novela, André Moura? “Não tem nada neste sentido. Eu não tenho nenhum planejamento de mudança de partido”, garante ele.

“Não tenho nenhum planejamento. Converso muito com Romero Jucá, que é o presidente do PMDB, converso com o presidente Michel Temer, falo de política daqui do Estado de Sergipe, mas Nada nesta direção. E estou falando sério”, diz André.

André admite, no entanto, que “até terminar o período de filiações, que agora é em março do próximo ano e não mais outubro do ano véspera da eleição, vai ter muita danças de cadeira”.

“Posso até lá na frente discutir essa possibilidade com mais clareza. Mas agora não tenho nenhum planejamento de mudar de partido. A janela é março”, pondera.

“O problema não é nem abrir ou deixar de abrir uma briga com Jackson Barreto. O problema é que eu tenho dificuldades de sair do PSC, e não estou brigando por partido nenhum”, diz ele.

“O PSC é um partido pequeno que me deu atenção. Me prestigiou. É um partido onde eu sou ouvido. As decisões dele passam por mim. Foi que ele que me deu visibilidade: fui líder do Governo na Câmara e líder no Congresso com ele. Eu não tenho motivo para sair do PSC. Não está na minha pauta”, diz.

Para André Moura, nas urgências que o Governo lhe impõe, mudar de sigla agora é a menor prioridade. “Cada semana eu tenho que matar um leão. Hoje estive reunido com ministros e o presidente, já planejando a próxima semana, como aprovar a PLP e a nova taxa de longo prazo”, avisa.

“Até o dia 31 eu tenho que aprovar a nova meta fiscal. Se não o governo para. Precisamos aumentar em mais R$ 20 bilhões. Agora não é hora de pensar partido. Tenho outras obrigações. Eu quase enlouqueci com a liderança da Câmara. Imagine Câmara e Senado”.’

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