Aparte
Jozailto Lima

É jornalista há 39 anos, poeta e fundador do Portal JLPolítica. Colaboração / Tanuza Oliveira.

Belivaldo Chagas não discute “seu” futuro Governo com Jackson Barreto no comando
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Belivado Chagas: cuidados, mas não será apanhado de surpresa

Apesar de já estar convidando figuras públicas para compor uma eventual equipe de um Governo de Sergipe tocado por ele a partir do dia 7 de abril - ou essencialmente do dia 9, uma segunda-feira -, o pré-candidato a governador Belivaldo Chagas, MDB, se recusa a tratar de público e mais frontalmente desse assunto.

Belivaldo Chagas diz que avançar na discussão pública de um futuro Governo seu de abril a dezembro, com Jackson Barreto ainda no comando, não seria justo e nem ético. “Eu não sou do tipo que me antecipo e vou aguardar o governador sair do Governo. Aí sim, sentarei e discutirei o que penso”, disse Belivaldo nesta segunda-feira a Aparte.
 
“Não seria ético. Não acho correto. Eu não vou oficializar o que penso enquanto o governador permanecer. Para mim, seria antiético. Não vou sair externando o que penso até que as coisas se tornem oficiais. Não acho correto porque, afinal de contas o governador tem direto até mesmo de desistir”, reforça.

Mas, apesar desse cuidado, Belivaldo Chagas admite que a desincompatibilização de Jackson Barreto não o pegará desavisado. “Não serei apanhado de surpresa. O que está posto pelo governador é que ele deixa o Governo no dia 6, que é um sábado. A partir de segunda, dia 8, eu oficializo o que penso”, diz.

Ele não teria, obviamente, somente de sábado a domingo para montar isso que “pensa”. “Na minha cabeça, tudo está posto. Eu só não vou é tornar isso público agora. Ficam agora naquela coisa: “Almeida Lima sai ou não sai?” Jorge Carvalho sai ou fica?” “E quem vai para o lugar de Jorge Carvalho?” Não estou discutindo isso agora”, descarta Belivaldo.

“A única coisa que está posta no cenário é a possibilidade de Ademário Alves de Jesus ir para a Sefaz. Ele é um sergipano técnico do Banco do Nordeste, com quem já tive até uma conversa prévia e demonstrou boa voante. Nós vamos ter uma outra conversa na próxima semana para ajustar se topa ou não ser secretário. Sei que vem fazendo uma carreira muito boa no Banco do Nordeste. É cotado, inclusive, para ser o superintendente”, diz Belivaldo. 

Ademário Alves é um cristão hipernovo nesses espaços públicos. Ele tem apenas 35 anos, passou num concurso do Banese e depois num do BNB, pelo qual optou, por ver nesta instituição mais futuro. Há quem tema pelos perigos que ele possa correr numa Sefaz cheia de curvas e vícios. Mas aí já são outros parangolés.

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