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Na Domingueira, Ivan Sobral, da Faese, radiografa o agronegócio de Sergipe

Ivan Sobral: no terceiro mandato na Faese

O agronegócio sergipano é, atualmente, uma instituição forte. Marcada por uma experimentação técnica e científica que lhe permite avanços e ganhos, está em sintonia com uma produção que garanta a boa segurança alimentar às pessoas, mas necessita de mais arranjos produtivos que agreguem valor a ela tanto na esfera animal quanto na vegetal.

É isso e muito mais o que o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Sergipe - Faese - Ivan Sobral, 32 anos, vai dizer na Entrevista Domingueira deste JLPolítica nesta semana, que vai ao ar neste domingo, 27 de setembro.

Ivan Sobral fará uma radiografa do agronegócio de Sergipe com bastante precisão, vai louvar as suas potencialidades, mas também vai falar da necessidade que se pense mais no desenvolvimento industrial da atividade.

Quer ver um exemplo? “Precisamos de uma unidade que processe o nosso milho. Não temos uma produção de óleo de milho e nem de etanol à base milho, por exemplo. Porque para completar esse tripé da economia do Estado, é preciso industrializar esses produtos”, reforça.

Ivan Sobral vai dizer, por exemplo, que Sergipe tem capacidade e vocação para ampliar das atuais 1,2 milhão de cabeças do seu rebanho bovino e estabelecer alho perto de uma paridade com o quantitativo de 2,3 milhões de pessoas no Estado. O Brasil tem um rebanho de 212 milhões de bovinos, a mesma quantidade de humanos brasileiros.

Enfim, há perigo de o campo sergipano e brasileiro negar fogo às necessidades de suprimento das cidades nesse momento de pandemia? Vai lhe perguntar o JLPolítica. A resposta de Ivan Sobral você lerá na Entrevista que vai estar no ar às 8h.

 

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