Aparte
TCE emite parecer pela aprovação das contas da Prefeitura de São Cristóvão referentes a 2020

Marcos Santana: “Fico muito feliz e também tranquilo”

O Tribunal de Contas do Estado de Sergipe - TCE - realizou na manhã da última quinta-feira, 21, a sessão do Pleno em que foi emitido de parecer recomendando a aprovação das contas de Governo Municipal de São Cristóvão relativas ao exercício financeiro de 2020.

A relatoria do processo foi realizada pelo conselheiro-substituto Alexandre Lessa, e a aprovação ocorreu sem ressalvas. Com a emissão do parecer relativo a 2020, a gestão municipal chega ao quarto ano com as contas bem avaliadas pelo TCE.

Anteriormente o órgão já havia emitido parecer referente aos anos de 2017, 2018 e 2019, fechando assim o ciclo da primeira gestão conduzida pelo prefeito Marcos Santana.

O prefeito de São Cristóvão, Marcos Santana, recebeu com alegria a informação da aprovação das contas. “Fico muito feliz e também tranquilo, porque é a minha vida que está em jogo. É uma obrigação do gestor ter as contas aprovadas. Elas são o resultado daquilo que fizemos, e isso mostra que fizemos de maneira correta”, disse prefeito do município.

Conforme explicou o secretário da Fazenda, Eldro França, o parecer emitido pelo TCE exprime que o Balanço Geral do município representa adequadamente as posições financeira, orçamentária, contábil e patrimonial do ente federado no encerramento do exercício, bem como se a gestão dos recursos públicos observou os princípios e normas constitucionais e legais que regem a administração pública municipal.

“Esse parecer prévio revela que o município cumpriu o orçamento, o plano de governo, os programas governamentais, demonstram os níveis de endividamento, o atender aos limites de gasto mínimo e máximo previstos no ordenamento para saúde, educação, gastos com pessoal”, explicou o secretário da Fazenda.

O secretário de Controle Interno, Suênio Walttemberg, detalhou que o exercício de 2020 de São Cristóvão passou por uma avaliação diferente dos últimos anos em razão da pandemia da Covid-19.

“Toda a gestão teve que se adaptar às atualizações legislativas e as de gestão por conta da Lei Complementar 173, que trata sobre o controle de gastos na pandemia. A análise do Tribunal de Contas neste ano foi feita analisando este aspecto e neste sentido todas as nossas contas foram aprovadas sem nenhuma ressalva”, afirmou Suênio. 

 

Ω Quer receber gratuitamente as principais notícias do JLPolítica no seu WhatsApp? Clique aqui.

Deixe seu Comentário

*Campos obrigatórios.