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Plano de Saneamento de Aracaju e não de Edvaldo

Edvaldo: plano mostra compromisso com a cidade

Dizem que tudo na vida tem um lado bom e um ruim. Com a sanção do Plano de Saneamento Básico de Aracaju, que ocorreu na segunda, dia 11, também é assim. 

O lado bom ficou por conta de Edvaldo Nogueira ter aproveitado um material que começou a ser realizado na gestão passada em parceria com a Universidade Federal de Sergipe – UFS –, evitando gastos desnecessários do dinheiro público.

Além disso, a sanção possibilitou que a Capital não perdesse o prazo estipulado pelo Governo Federal, que determinou que os municípios que não aprovarem seus planos municipais de saneamento básico até janeiro de 2018 estarão impedidos de captar recursos federais para obras de saneamento básico.

O lado ruim é que, ao divulgar a sanção do Plano, a gestão atual deu a entender que foi a única responsável por ele, levando todo o crédito por um projeto que, a bem da verdade, foi iniciado pelo ex-prefeito João Alves Filho – e quem sabe poderia até ser considerado um dos poucos feitos da gestão dele.

O documento estabelece marcos regulatórios na prestação dos serviços de água, esgoto, drenagem e limpeza urbana.

Com a sanção do projeto, a prefeitura também fica apta a receber recursos para estas áreas.

“Aracaju carecia deste plano, uma vez que é uma exigência federal. Mostrando o nosso compromisso com a cidade, fizemos o projeto, com a participação de técnicos e de pesquisadores da UFS e realizamos audiências públicas. Agora temos um Plano, que estabelece o que deve ser feito em curto e médio prazo para melhorar os serviços. É um plano com foco no saneamento básico, no esgotamento sanitário, que tem preocupação com a preservação ambiental, o lixo e com a oferta de água na cidade”, diz Edvaldo em matéria da Prefeitura.

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